Saiba o que é a Síndrome de Burnout e os tratamentos disponíveis

Síndrome de Burnout

Em tempos de pandemia, muitas pessoas foram movidas ao trabalho remoto. Assim, de uma hora para outra, pessoas se viram precisando trabalhar, cuidar dos filhos e da casa ao mesmo tempo. O resultado disso: altos níveis de estresse, ansiedade, insônia e em casos mais graves a síndrome de Burnout.

Apenas para efeito de ilustração, a Microsoft, empresa conhecida por cuidar da saúde mental de seus colaboradores, encomendou uma pesquisa para avaliar a saúde de seus funcionários ao redor do mundo.

No total, mais de 6 mil pessoas espalhadas por 8 países, incluindo o Brasil, participaram do levantamento. Dentre os brasileiros que participaram, 44% respondeu que a pandemia aumentou o sentimento de Burnout com relação ao trabalho.

Pensando em trazer informação de qualidade e embasada técnica e cientificamente hoje vamos falar da síndrome de Burnout, quais são os sintomas, causas, diagnósticos e tratamentos disponíveis.

O que é a síndrome de Burnout 

A síndrome de Burnout é conhecida como esgotamento profissional. Trata-se de um estado crônico e extremo de estresse, que normalmente é provocado pela sobrecarga ou excesso de trabalho.

O termo Burnout vem do inglês e significa “queimar até o fim”. Assim, quem é acometido por essa condição tende a perder suas energias não apenas físicas, mas também emocionais, por conta de uma rotina profissional desgastante.

Em 2019 a OMS – Organização Mundial da Saúde, considerou o estresse no trabalho como uma doença. O que pode dar maior embasamento em questões trabalhistas relacionadas à saúde mental.

Diferente de outras condições de saúde, a síndrome de Burnout dá pequenos sinais de que pode estar vindo à tona como mostraremos agora.

Sintomas da Síndrome de Burnout 

A síndrome de Burnout causa sintomas físicos e psicológicos nas pessoas e um dos mais frequentes é a contínua sensação de exaustão.

Mesmo que a pessoa durma por muitas horas, ela normalmente já acorda cansada e sem energia para realização de suas tarefas, por mais banais que elas possam parecer.

De modo geral os principais sintomas físicos da síndrome são:

  •       Cansaço em excesso;
  •       Dores de cabeça que podem evoluir para enxaqueca;
  •       Fadiga
  •       Aumento da pressão arterial;
  •       Taquicardia;
  •       Dores musculares provenientes de tensão;
  •     Problemas gastrointestinais;
  •       Dificuldades para respirar
  •       Alergias e coceiras na pele.

Já os sinais psicológicos do Burnout são:

  •       Depressão seguida de ansiedade;
  •       Desânimo;
  •       Dificuldade em sentir prazer;
  •       Irritabilidade seguida de dificuldade para se concentrar;
  •       Alterações de sono;
  •       Sentimento de inferioridade;
  •       Falta de motivação e criatividade.

Quando os sintomas surgem e o paciente não busca ajuda profissional, a síndrome pode incapacitá-lo totalmente.

As causas da síndrome de Burnout 

As causas que desencadeiam a síndrome de Burnout vão desde a realização de tarefas exaustivas até relações interpessoais abusivas.

Dessa forma, é possível afirmar que se trata de uma condição multifatorial, ou seja, com mais de uma causa envolvida.

De acordo com profissionais de saúde mental, as principais causas da Síndrome de Burnout são:

  •       Ambientes de trabalho onde há cobrança excessiva;
  •       Alta carga de volume de trabalho;
  •       Excesso de responsabilidade;
  •       Longas jornadas de trabalho;
  •       Conflito com colegas de trabalho;
  •       Pouco descanso ou repouso;
  •       Grande intervalo de tempo gasto para ir e voltar do trabalho.

Como é feito o diagnóstico da síndrome de Burnout? 

Infelizmente não existe um exame capaz de apontar presença ou ausência da síndrome.

O diagnóstico da síndrome de Burnout é clínico e pode ser feito por meio de questionários desenvolvidos para detectar o quadro, mas isso nem sempre se faz necessário.

Profissionais de saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras podem suspeitar da condição por meio do conhecimento da história do paciente, assim como sua relação com seus colegas de trabalho e rotina.

Algo importante de ser elencado é que muitas vezes o paciente chega ao consultório por meio de recomendação, uma vez que ele mesmo não é capaz de notar que há algo errado com sua saúde mental.

Assim, com um diagnóstico finalizado é possível partir para um tratamento adequado.

Tratando a síndrome de Burnout 

Normalmente, o tratamento da síndrome de Burnout segue duas ou até mesmo três vias de maneira conjunta e envolvem:

  •       Sessões de psicoterapia;
  •       Uso de medicamentos;
  •       Mudanças de hábitos.

Sessões de psicoterapia 

Em todos os casos da síndrome de Burnout a psicoterapia se faz necessária para compreender o que ocorre com o paciente.

Uma vez identificada a causa do esgotamento físico e mental, o psicoterapeuta vai ressignificar o problema e aos poucos recuperar a saúde mental do paciente.

Uso de medicamentos 

Junto à terapia é muito comum o uso de medicamentos. Ansiolíticos e antidepressivos causam efeitos positivos. Isso porque o estresse constante acaba por desregular a bioquímica cerebral e fármacos dessa natureza ajudam a reorganizar a atividade cerebral.

Mudança de hábitos 

E por último, mas não menos importante, a mudança de hábitos é parte importante do processo de tratamento que deve ocorrer de modo conjunto às sessões de terapia e uso de fármacos.

Incluir mais momentos de lazer e felicidade na rotina, estão entre as principais mudanças de hábitos que o paciente deve adotar.

Prevenção e prognóstico 

O manejo preventivo da síndrome de Burnout é relativamente simples de ser alcançado, mas requer um pouco de esforço por parte do paciente.

Fugir de rotinas exaustivas, manter um hobby, cuidar da saúde mental por meio de exercícios de respiração e meditação, se exercitar constantemente são formas bastante eficazes de prevenir o Burnout.

Quando o paciente segue o tratamento o prognóstico da síndrome de Burnout costuma ser bastante positivo, o que permite o retorno a uma rotina comum.

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