O que é imunidade inata e adquirida? Quais suas diferenças?

o que é imunidade

O sistema imune é formado por uma extensa rede que envolve órgãos, células e moléculas cuja finalidade é manter a homeostase do organismo por meio do combate de agentes agressores externos. Muita gente não sabe o que é imunidade, tampouco tem o conhecimento que temos dois tipos distintos de proteção que são a imunidade inata e a imunidade adquirida.

No artigo de hoje vamos te mostrar o que é imunidade inata e adquirida, como o sistema imune funciona e quais são as formas de aumentar a defesa natural do organismo. Vamos conferir?

Compreendendo o sistema imunológico 

O sistema imunológico é na verdade, como o nome já sugere um conjunto de elementos existentes no corpo humano.

Esses elementos interagem entre si com um objetivo em comum: Defender o organismo de doenças causadas por agentes externos e internos como vírus, fungos, bactérias e demais tipos de microrganismos.

De maneira simplória é possível afirmar que o sistema imunológico atua como um escudo (ou barreira) sendo literalmente nossa defesa.

Resposta imune 

O processo de defesa do corpo humano por meio de atuação do sistema imunológico recebe o nome de resposta imune, popularmente chamada de imunidade.

Existem ao todo dois tipos de resposta imune: a inata, também chamada de natural ou não específica e a adquirida também chamada de específica ou adaptativa. Como vamos te mostrar logo a seguir.

O que é imunidade Inata e adquirida? 

Sempre que se fala sobre funcionamento do sistema imunológico, principalmente agora em tempos de pandemia de Covid-19 a discussão sobre imunizantes é ampla surge o questionamento: Afinal, o que é imunidade inata? Qual é a sua diferença para a imunidade adquirida?

Entendendo o que é imunidade inata 

A imunidade inata é considerada a primeira linha de defesa do organismo humano. Todos nascem com uma proteção rápida sem especificidade e limitada aos estímulos corporais.

A imunidade inata é representada por barreiras físicas, químicas e biológicas além de células moléculas presentes em todas as pessoas.

Os principais componentes da imunidade inata são:

  •         Barreiras físicas e mecânicas;
  •         Barreiras fisiológicas;
  •         Barreiras celulares;
  •         Barreira inflamatória.

As barreiras físicas e mecânicas têm como objetivo retardar ou impedir a entrada de molecular e agentes infecciosos no organismo. Como exemplos podemos citar a pele, cílios, mucosas, fluídos corporais e ações físicas como tosses e espirros.

As barreiras fisiológicas por sua vez atuam de modo a inibir ou eliminar o crescimento de organismos patogênicos. Alguns exemplos são o aumento da temperatura corporal, a acidez estomacal, a presença de bactérias intestinais.

As barreiras celulares agem de maneira a tentar expulsar partículas de microrganismos estranhos tentando eliminá-los do organismo. Linfócitos, leucócitos, neutrófilos, monócitos e macrófagos constituem a barreira de defesa celular do organismo.

E por fim temos a barreira inflamatória que nada mais do que o processo de inflamação em si agindo de modo a agredir tecidos do próprio organismo, mas prevenindo possíveis danos ainda maiores.

De maneira simplória é possível considerar a imunidade inata como um processo de defesa automático do organismo que ataca qualquer tipo de ameaça à saúde que encontra pela frente.

Além disso, é a resposta imune inata que aciona mecanismos de funcionamento da imunidade adquirida.

Compreendendo o que é imunidade adquirida 

A imunidade adquirida (ou adaptativa) como o nome já diz é um tipo de proteção específica e se desenvolve durante a vida de uma pessoa enquanto ela entra em contato com agentes invasores.

Esse tipo de proteção entra em ação quando a imunidade inata não é suficiente para garantir a proteção ao organismo.

Quando o organismo entra em contato com um agente invasor, como um vírus, por exemplo muitos eventos fisiológicos ocorrem, levando à uma ativação de células específicas e à produção dos chamados anticorpos.

Essa imunidade específica então pode ser chamada de humoral e celular.

A imunidade humoral é ativada por células chamadas de linfócitos B e envolve a produção de anticorpos a determinadas doenças, principalmente causada por vírus, como é o caso do Sarampo, por exemplo.

Uma pessoa que pega Sarampo uma vez, não desenvolve mais a doença porque o organismo adquiriu imunidade ao ser exposto ao vírus pela primeira vez e desenvolveu anticorpos para combatê-lo.

Já a imunidade celular é ativada também por células de defesa, mas nesse caso pelos linfócitos T. Quando microrganismos como vírus e bactérias conseguem sobreviver e se proliferar dentro do organismo e se tornam inacessíveis aos anticorpos, as células T se incubem de destruir os microrganismos ou causar a morte das células infectadas visando eliminar a infecção.

Sistema imunológico baixo 

Para que o organismo seja capaz de se proteger, o sistema imunológico deve estar operante e funcional.

No entanto algumas doenças como é o caso do diabetes e da AIDS, disfunções como em caso de alimentação inadequada ou uso de determinados medicamentos podem contribuir para uma disfunção do sistema imunológico causando uma condição conhecida como sistema imunológico baixo ou imunidade baixa.

Nessa situação o indivíduo pode ficar mais suscetível à ação de agentes externos. Assim é importante detectar o que está causando o problema e tentar revertê-lo o mais rapidamente possível 

Alguns sinais de baixa imunidade são:

  • Cansaço frequente;
  • Gripes e resfriados e demais infecções frequentes;
  •  Queda de cabelo;
  • Perda ou ganho de peso não intencional;
  •  Unhas enfraquecidas;
  • Alterações no sistema digestivo com dor de barriga frequente;
  • Demora na cicatrização de feridas;
  •  Aumento dos níveis de estresse e dificuldade de concentração.

Como fortalecer a imunidade 

Como citado, o sistema imunológico é responsável pela proteção do nosso corpo e seu funcionamento adequado está diretamente relacionado com a manutenção da saúde.

Embora não exista uma fórmula mágica, a adoção de alguns hábitos específicos pode aumentar a imunidade. Dentre as principais medidas que podem ser adotadas para fortalecer o sistema imunológico estão:

  •         Praticar atividades físicas;
  •         Alimentar-se de modo saudável;
  •         Dormir bem – cerca de 8 horas por dia;
  •         Manter bons níveis de hidratação – consumindo 2 litros de água diariamente.
  •         Evitar situações estressantes.

Além de todas essas ações o uso de suplementos também deve ser considerado por médicos e nutricionistas como alternativa para fortalecimento da imunidade. Nesse caso Imunovalle é uma ótima opção.

Formulado tendo como base a beta-glucana (wellmune) associado a vitaminas e minerais específicos como vitamina C e Zinco que auxiliam no funcionamento do sistema imune e com duas apresentações diferentes é uma excelente alternativa para adultos e crianças que com resposta imune deficiente.

Para conhecer Imunovalle e apresentá-lo ao seu médico ou nutricionista de confiança basta clicar aqui.

Quando o assunto é cuidar da saúde como um todo a Dovalle é referência. 

Como amenizar os efeitos das rugas, linhas de expressão e envelhecimento da pele

envelhecimento da pele

O envelhecimento da pele, bem como o surgimento de rugas e linhas de expressão, são processos naturais do organismo humano e ocorrem em todas as pessoas mais cedo ou mais tarde. 

Afinal de contas, muitas das ações tomadas diariamente podem contribuir positiva ou negativamente para o envelhecimento cutâneo.

No artigo de hoje, iremos te mostrar como amenizar os efeitos de rugas, linhas de expressão e até mesmo retardar o envelhecimento da pele.

Envelhecimento da pele e surgimento de linhas de expressão são processos naturais

De maneira geral, o envelhecimento do organismo como um todo se relaciona com o fato de que as células somáticas corporais começam a morrer e deixam de ser substituídas por novas, como ocorria na juventude. Esse processo é natural e está diretamente ligado ao que os profissionais da saúde chamam de envelhecimento celular.

Mas quando a pele começa envelhecer?

De acordo com dermatologistas, o envelhecimento da pele começa aos 25 anos de idade, mesmo que os sinais sejam praticamente imperceptíveis.

Dependendo do estilo de vida e da genética de cada pessoa, as funções fisiológicas normais da pele tendem a diminuir de maneira gradativa.

Como a pele é o órgão que mais reflete os efeitos da passagem do tempo, justamente por conta do surgimento de rugas, linhas de expressão e até mesmo flacidez, sua saúde e aparência estão diretamente relacionadas a estilo de vida e hábitos alimentares que colaboram para o surgimento de características de envelhecimento bastante específicos.

Como a pele envelhece? 

Do modo fisiológico, o processo de envelhecimento está diretamente associado à perda de tecido fibroso (que resulta em rugas e linhas de expressão), a taxa mais lenta de renovação celular e a redução da rede vascular e glandular.

O envelhecimento da pele ocorre em suas três camadas distintas:

  •         Epiderme;
  •         Derme;
  •         Hipoderme.

Epiderme 

Conforme envelhecemos, a renovação celular se torna mais lenta, o que reduz a produção de lipídios na superfície da pele, tornando-a mais áspera e ressecada. Conforme essa camada envelhece, ela fica mais sensível aos raios UV, o que faz com que o processo de renovação seja menos eficiente.

Derme 

A partir dos 25 anos de idade, ocorre uma diminuição de 1% do colágeno de maneira anual. Em conjunto com essa perda natural de colágeno, há também um declínio de elastina – proteína responsável pela saúde e manutenção de fibras elásticas da pele.

Com isso, a estrutura da pele fica mais comprometida, o que torna as rugas e linhas de expressão mais aparentes e resultam em uma elasticidade diminuída. Ao mesmo tempo, ocorre redução natural de fluxo sanguíneo, o que faz com que menos nutrientes e oxigênio cheguem à superfície, reduzindo o brilho rosado e característico de uma pele jovem.

Hipoderme 

Nas camadas mais profundas, as mudanças estão ligadas ao tamanho e número de células de armazenamento de lipídios no tecido adiposo. Essa redução causa um verdadeiro efeito dominó acarretando perda de volume, que torna as rugas e linhas de expressão ainda mais profundas, além de deixar a pele mais sensível a agressões e prejudicar a cicatrização de feridas.

Principais mitos sobre cuidados com a Pele 

Muito se fala sobre os cuidados com a pele capazes de amenizar rugas e linhas de expressão. No entanto, é preciso cautela e discernimento para definir o que é mito e o que é verdade quando se fala em cuidados com a pele.

Existem cremes antirrugas para diferentes idades

Embora sejam comercializados para que seu uso se dê por diferentes idades, os cremes antirrugas possuem a mesma composição (e ação), uma vez que o problema é o mesmo em diferentes fases da vida, tendo apenas sua intensidade aumentada.

Algo importante de ser colocado sobre cremes antirrugas é que eles funcionam, mas a classificação de acordo com idade é mera jogada de marketing.

Exercícios faciais evitam rugas e linhas de expressão 

Esse é um grande mito que se popularizou como verdade. Como dissemos anteriormente, é a diminuição de colágeno e elastina que causam o envelhecimento da pele trazendo à tona rugas e linhas de expressão e não a falta de tônus muscular.

Aprenda como minimizar o envelhecimento da pele e as linhas de expressão 

Compreender o processo de envelhecimento da pele ajuda a tomar decisões com a finalidade de minimizá-lo e, consequentemente, prevenir rugas, linhas de expressão e a até mesmo a flacidez.

As melhores formas de minimizar o envelhecimento cutâneo se dá principalmente por ações de estilo de vida, nutrição e hidratação.

Estilo de vida 

O estresse oxidativo causado pelo estilo de vida é um dos principais componentes ativos do envelhecimento da pele. Assim, evitar se expor a raios ultravioletas sem proteção, remover a maquiagem e limpar a pele com produtos indicados dermatologicamente é o primeiro passo para amenizar rugas e linhas de expressão, mantendo a pele jovem por mais tempo.

Nutrição e hidratação 

Manter uma alimentação saudável rica em frutas, legumes e verduras garante um aporte de antioxidantes capazes de reduzir a ação dos radicais livres na pele.

Alguns alimentos são conhecidos por seu potencial protetor cutâneo, como é o caso dos alimentos amarelos, frutas vermelhas e vegetais verde-escuros. Gorduras de qualidade também são boas opções!

Além disso, manter a hidratação é fundamental para ajudar o organismo na remoção de toxinas que podem interferir negativamente na saúde da pele e acentuar rugas e linhas de expressão.

É possível estimular a autoproteção cutânea

Uma barreira cutânea saudável, funcional e protetora é de grande importância no que diz respeito à saúde da pele e proteção contra a penetração de microrganismos, alérgenos, irritantes, espécies reativas de oxigênio e radiação. 

No entanto, para alcançar essa proteção, é necessário interromper a degradação dos constituintes estruturais primários da pele como colágeno e elastina, prevenindo assim o surgimento de rugas e linhas de expressão. 

Uma abordagem interessante a esse nível é a redução da inflamação por meio do uso de antioxidantes tópicos ou sistêmicos, que podem ser usados em combinação com filtros solares e retinóides para aumentar seus efeitos protetores

Suplementação deve ser levada em consideração 

Como mostramos anteriormente, o envelhecimento da pele começa aos 25 anos com uma perda anual de colágeno e elastina. Por isso, consulte seu médico ou nutricionista e avalie a inclusão de suplementos alimentares na sua rotina! 

Falando em suplementos alimentares, conheça o Elastigen clicando aqui → 

Saúde do homem: por que a prevenção é o melhor caminho

saúde do homem

Quando o assunto são os cuidados com a saúde, não é exagero nenhum dizer que o público feminino tem uma atenção maior no que diz respeito ao autocuidado comparado ao público masculino. 

Estamos entrando em novembro, um mês voltado à atenção da saúde do homem, entretanto medidas preventivas precisam ser tomadas o ano todo. 

No artigo de hoje, vamos falar sobre a saúde do homem de modo mais aprofundado, mostrar quais são as doenças que mais acometem o público masculino e o mais importante de tudo: Como preveni-las. 

Novembro azul e a saúde do homem 

Da mesma forma que o outubro rosa é dedicado à saúde da mulher, visando principalmente o câncer de mama, a campanha novembro azul é destinada à saúde do homem com o foco principal no câncer de próstata. 

De acordo com dados do INCA – Instituto Nacional do Câncer, hoje o câncer de próstata é o que mais acomete homens no Brasil e é o segundo com maior taxa de mortalidade. A expectativa para 2020 são de 65 mil novos casos e de pouco mais de 15.500 óbitos. 

A incidência do cancro prostático aumenta de maneira significativa a partir dos 50 anos de idade. Cerca de 30% dos homens com 50 anos de idade e 50% com 80 anos desenvolvem a condição. 

Embora sejam dados preocupantes, a boa notícia é que a prevenção é possível, mas é preciso tomar algumas medidas. 

Homens vivem menos que mulheres 

Quando se fala em prevenção e autocuidado, as mulheres são quem geralmente tomam iniciativas próprias.  

A cultura de ir ao médico entre o público masculino é mais restrita. Ainda existe muito receio, medo e até mesmo preconceito por parte dos homens em buscar prevenção e ajuda. 

Um levantamento realizado pelo Centro de Referência em Saúde do Homem em São Paulo mostrou que 70% dos homens que procuram um médico tiveram influência da mulher ou dos filhos.

O mesmo levantamento também mostrou que mais de 50% dos homens que adiam a ida ao médico, chegam com doenças em estágios avançados. 

O último censo realizado em 2018 mostra isso na prática. Hoje o brasileiro vive em média 76,3 anos, mas a média das mulheres é de 79,9 anos enquanto a masculina é de 72,8 anos. 

É mais do que claro que essa ausência de cuidado com a saúde por parte do público masculino resulta em uma mortalidade mais precoce. 

Doenças que mais acometem o público masculino 

Pensando particularmente em saúde do homem, fizemos um levantamento das doenças que mais atingem o público masculino. São elas:

  • Doenças cardiovasculares;
  • Obesidade;
  • Pneumonia;
  • Complicações hepáticas;
  • Câncer de próstata. 

Doenças cardiovasculares

Atualmente, as doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 30% das mortes registradas no Brasil e afetam principalmente os homens.

Infarto agudo do miocárdio, hipertensão arterial, acidente vascular cerebral – AVC, arritmias cardíacas e acúmulo de placas de gordura nos vasos sanguíneos são as principais. 

Esse tipo de patologia e 

Obesidade

De acordo com a OMS, a obesidade se tornou uma epidemia mundial. Trata-se de uma condição de saúde de ordem multifatorial, ou seja, causada por vários fatores. 

Causada por um estilo de vida descuidado, a obesidade facilita a instalação de muitas outras patologias, como as próprias doenças cardiovasculares que acabamos de mostrar, diabetes tipo II, gota, apneia do sono e diferentes tipos de câncer. 

Ao longo do tempo, a obesidade afeta direta e negativamente a saúde do homem, podendo causar morte súbita. 

Pneumonia

A pneumonia é uma das doenças com maior incidência no público masculino. Homens apresentam maior probabilidade de morrer por essa doença, mas não por questões relacionadas à biologia masculina. 

De acordo com pneumologistas, a maior taxa de mortalidade de pneumonia no público masculino se deve a um conjunto de comportamentos de risco e hábitos que são, geralmente, mais frequentes nos homens. Alguns desses hábitos são:

  • Alimentação desequilibrada e, muitas vezes, inadequada; 
  • Ausência de autocuidado em relação às condições climáticas (não se agasalhar bem em temperaturas mais baixas);
  • Baixa ingestão de água, ou seja, falta de hidratação. 

Complicações hepáticas

Complicações hepáticas como cirrose, hepatites e esteatose hepática são mais comuns nos homens do que nas mulheres. 

Essas alterações do fígado estão relacionadas de forma direta ao estilo de vida masculino, que compreende principalmente má alimentação e grande ingestão de bebidas alcoólicas. 

Câncer de próstata

E por fim temos o câncer de próstata que ocorre principalmente por conta da fisiologia masculina conforme há o envelhecimento natural e alterações genéticas, além de histórico familiar, fatores hormonais, certos hábitos alimentares (dieta rica em gordura, com poucas verduras, vegetais e frutas), sedentarismo e excesso de peso. 

Saúde do homem: prevenção é fácil e eficaz 

E quando falamos de saúde do homem é possível afirmar, sem sombra de dúvidas, que a prevenção é sempre o melhor caminho. 

O primeiro passo para prevenção é uma conscientização sobre a importância de cuidados e diminuir o estigma de que buscar ajuda especializada é sinal de inferioridade

De maneira recorrente, buscar profissionais da saúde como médicos especialistas, nutricionistas e educadores físicos é algo que funciona de maneira comprovada. 

Buscar um médico especialista ao menos duas vezes por ano permite check ups regulares e detecção de enfermidades em estágio ainda precoce, o que aumentam as chances de cura e diminuem a probabilidade de complicações.

Nutricionistas e educadores físicos de maneira conjunta a médicos são os profissionais indicados para orientação sobre alimentação e atividades físicas de maneira individualizada. 

Assim, as melhores medidas de prevenção visando a saúde do homem são:

  • Realização de consultas médicas e exames regulares;
  • Praticar uma alimentação mais saudável e equilibrada;
  • Praticar atividades físicas que lhe sejam prazerosas. 

Além disso, controlar o estresse e buscar atividades de lazer agem literalmente como agentes protetivos sobre à saúde masculina. 

Falando de maneira popular, é melhor prevenir do que remediar. É importante ter em mente que o custo da prevenção sempre será mais barato do que o do reparo. 

 

Quer ler mais sobre saúde, nutrição e qualidade de vida? Acesse o Blog da Dovalle clicando aqui e descubra os melhores conteúdos! 

Oscilações hormonais em mulheres: quais as principais causas e como amenizar seus efeitos

oscilações hormonais

Oscilações hormonais nas mulheres têm grande impacto na qualidade de vida e podem trazer muitos transtornos à rotina diária. 

Dar atenção aos comportamentos do organismo, especialmente aos sintomas que acompanham tais oscilações, é muito importante para garantir o bem-estar.

Mas você sabe quais os fatores que contribuem para esse problema e como amenizar os efeitos dos sintomas? 

Se tiver interesse sobre o assunto, é só continuar com a leitura! 

Principais momentos de oscilações hormonais em mulheres 

É importante mencionar que oscilações hormonais são diferentes de alterações hormonais fixas. 

Por isso, antes de mais nada, queremos deixar claro que este conteúdo refere-se a situações sazonais, que surgem e vão embora em determinados espaços de tempo, especialmente durante a TPM e a menopausa. 

Caso você esteja sofrendo com alguma alteração hormonal já há algum tempo, recomenda-se procurar um médico especialista o quanto antes, pois pode ser um sinal de alerta do seu corpo. 

Mas caso você passe apenas por essas oscilações, esse é o conteúdo certo para você. Vamos comentar um pouco sobre elas em dois momentos, como você pode ver a seguir. 

TPM 

Como todas sabem, a Tensão Pré-Menstrual, popularmente conhecida como TPM, é o período que antecede a menstruação e também quando podem surgir sintomas físicos e psicológicos bastante desconfortáveis. 

Embora possam desaparecer no primeiro dia do fluxo menstrual, ainda podem acarretar grandes alterações no seu cotidiano.

Entendendo como a TPM causa oscilações hormonais 

Durante cerca de 28 dias, o corpo feminino sofre com alterações que preparam o útero para recepção de um bebê. Nos primeiros 14 dias, acontece a ovulação, onde há elevação dos níveis de estrógeno – hormônio responsável pelo controle de bem-estar feminino. 

Nos 14 dias seguintes, a parede do útero tende a engrossar em um processo preparatório para receber um bebê. Nessa fase, os níveis de estrógeno diminuem e há elevação dos níveis de progesterona.  

Logo após esses novos 14 dias, caso não exista fecundação, ocorre uma descamação do endométrio – parede que recobre o útero. Essa descamação dá origem a menstruação e com ela, novas oscilações hormonais. Dessa vez, os níveis de progesterona e estrógeno diminuem.

Sintomas derivados das oscilações hormonais da TPM

Devido a todas essas variações de níveis de progesterona e estrógeno, é muito comum o surgimento de sintomas emocionais e físicos, como:

  •         Depressão e tristeza;
  •         Ansiedade;
  •         Irritabilidade;
  •         Insônia ou sonolência;
  •         Alteração de apetite;
  •       Dificuldade de concentração;
  •         Cansaço.

Já os sinais físicos mais comuns são:

  •         Dor de cabeça;
  •         Inchaço e dores nas mamas;
  •         Surgimento de acne;
  •         Dores musculares;
  •         Distensão abdominal;
  •         Ganho de peso.

Menopausa

Na menopausa, os ovários passam a produzir uma menor quantidade de estrogênio e de progesterona, fazendo com que o período menstrual acabe cessando aos poucos. 

A medida que a quantidade de óvulos diminui, os ovários passam a produzir menos hormônios, o que causam oscilações um tanto quanto específicas.

Fases da menopausa 

A menopausa pode ser dividida em três fases:

  •         Pré-menopausa;
  •         Perimenopausa;
  •         Pós-menopausa.

Todas essas fases estão intimamente relacionadas a hormônios.

Na pré-menopausa, o estrogênio atinge altos níveis e tende a diminuir após a ovulação, enquanto a progesterona começa a subir. Caso o óvulo não seja fecundado, os níveis de ambos os hormônios diminuem.

Na perimenopausa, o estrogênio ainda é produzido pelos ovários. No entanto, a ovulação ocorre todos os meses e, com isso, nem sempre há progesterona no sangue, o que impossibilita o processo menstrual.  

Por fim, na pós-menopausa os ovários não produzem estrogênio nem progesterona, o que acaba por diminuir os níveis desses dois hormônios no organismo. Como você pode imaginar, a menstruação não acontece mais. 

Os principais sintomas das oscilações hormonais por causa da menopausa são:

  •         Ondas de calor;
  •         Ressecamento da pele;
  •         Queda de cabelo;
  •         Aumento de gordura corporal;
  •         Aumento do risco de doenças cardiovasculares;
  •         Diminuição de densidade óssea;
  •         Surgimento de cãibras e fraqueza muscular;
  •         Dificuldades de concentração;
  •         Insônia.

Controle dos sintomas

Embora muitas mulheres não acreditem, muitos dos sintomas podem ser amenizados por meio de consultas com profissionais da saúde e adoção de alguns hábitos físicos e alimentares. 

Consulte seu médico

Por meio de uma consulta médica, é possível encontrar alternativas para amenizar os sintomas das oscilações hormonais. Uma das formas mais conhecidas de amenização se dá por meio de reposição hormonal, de acordo com a necessidade de cada paciente.

Além disso, uma novidade que está surgindo é a suplementação com vitamina B6. Estudos demonstram que essa vitamina do Complexo B atua de maneira a produzir coeficientes energéticos, bem como realizar melhorias no funcionamento corporal como um todo.

Busque um nutricionista 

Outro profissional da saúde capaz de ajudar a amenizar e controlar os sintomas causados por essas alterações nos níveis hormonais são os nutricionistas. Cada vez mais estudos demonstram o peso da alimentação perante situações que podem causar oscilações hormonais, como TPM e menopausa, por exemplo.

Nesse aspecto, os principais grupos e alimentos que devem ser incluídos na rotina das mulheres são:

Grãos integrais: arroz, aveia e sementes em geral ajudam no fornecimento de energia e fibras, garantindo disposição e amenizando inchaços.

Verduras e frutas: fontes de fibras, vitaminas e minerais ajudam na produção e recuperação energética, além de atuar diretamente em alguns tecidos, como músculos e endométrio, por exemplo.

Gordura de qualidade: azeite, abacate, sementes oleaginosas atuam como fornecedores energéticos e agem sobre sistema endócrino produzindo e regularizando hormônios.

Proteínas de alto valor biológico: carnes brancas e vermelhas em geral, ovos, peixes, produtos lácteos são importantes para aporte protéico, restauração tecidual e manutenção de massa muscular.

Suplementos nutracêuticos também devem ser utilizados

Por fim, apostar em suplementos nutracêuticos, desde que com orientação profissional, é uma ótima forma que pode ajudar a amenizar os efeitos das oscilações hormonais. Uma ótima opção de suplemento, por exemplo, é o Primavit.

Primavit é um suplemento indicado para mulheres, elaborado por meio de uma conjugação de óleos de prímula, borragem e linhaça.

Questione seu médico e nutricionista e peça para que ele considere a inclusão de Primavit em sua rotina. 

Quando o assunto é a sua saúde e bem-estar, saiba que você pode contar com a Dovalle.

Saiba mais sobre o Primavit agora mesmo →

Saiba quais são os sintomas do câncer de mama e como identificar a doença

sintomas do câncer de mama

Outubro é conhecido como mês de combate e prevenção ao câncer de mama de forma mais aprofundada. 

No Brasil, devido às campanhas de conscientização sobre a doença, o mês acaba sendo conhecido como Outubro Rosa. Diferente do que muitas podem acreditar, a prevenção e a cura são situações totalmente alcançáveis a todas as mulheres.

Mas quer saber exatamente o que é câncer de mama, quais os principais sintomas e como prevenir-se da doença? A gente te explica tudo, é só continuar com a leitura! 

O que é o câncer de mama, afinal?

O câncer de mama é um tipo de tumor maligno que se desenvolve no tecido mamário como consequência de modificações genéticas no conjunto de células da mama, que passam a se dividir de maneira descontrolada.

Tanto em países desenvolvidos quanto em países subdesenvolvidos, esse é o tipo de cancro que mais acomete as mulheres.

Embora seja citado de maneira generalista, o câncer de mama possui tipos e subtipos. Entretanto, de maneira geral, o diagnóstico leva alguns critérios em consideração, como sua extensão e possibilidade invasiva.

Independente do tipo, é importante elencar que, na maioria dos casos, existe um bom prognóstico.

Números do câncer de mama no Brasil 

No Brasil, o INCA – Instituto Nacional do Câncer é o responsável pelo acompanhamento de números de novos casos e a elaboração de estimativas anuais para cada variação da doença.

De acordo com os números divulgados pela organização, em 2020 a expectativa é de que pouco mais de 66 mil brasileiras sejam diagnosticadas com a patologia.

Principais sintomas

Os sintomas do câncer de mama podem variar de acordo com o tamanho e o estágio. Na maioria das vezes, os estágios iniciais não apresentam sintomas. É muito comum que com o passar do tempo o tumor se torne perceptível ao toque. 

Além de formação de um pequeno caroço na mama, outros sintomas desse tipo de câncer são:

  •         Vermelhidão, inchaço ou calor na mama;
  •         Alteração no formato das mamas e/ou dos mamilos;
  •         Presença de nódulos na axila;
  •         Presença de secreção saindo pelo mamilo;
  •         Enrugamento da pele da mama – semelhante a uma casca de laranja;
  •         Surgimento de ferida sem explicação na mama.

Por isso, é muito importante a realização de exames preventivos de maneira sazonal como forma de diagnosticar a doença de maneira precoce. O Outubro Rosa acontece apenas um vez ao ano, mas os cuidados precisam ser constantes. 

Identificando a doença

A melhor forma de identificar a doença se dá por meio da realização de exames preventivos. Os mais comuns nesse caso são:

  •         Mamografia;
  •         Ressonância magnética.
  •         Ecografia;
  •         Ultrassonografia mamária.

Todos esses exames são capazes de identificar pequenas massas tumorais ainda em estágio inicial. Quando algum pequeno tumor é encontrado, a recomendação é a realização de uma biópsia para identificar se as células são tumorais ou não.

Caso o diagnóstico seja concluído, é feito então um estudo de receptores hormonais e classificação histológica para definição do melhor tratamento possível.

Conhecendo as Causas

O câncer de mama tem como causas principais alterações genéticas relacionadas à saúde das células que podem sofrer estímulos ambientais como tabagismo, sedentarismo, má alimentação, obesidade e alcoolismo.

Além disso, o câncer de mama muitas vezes pode ser resultado de um amadurecimento hormonal precoce.

De sua primeira menstruação ao início da menopausa, hormônios como progesterona e estrogênio estimulam as células mamárias normais. Nessa exposição, durante o decorrer da vida, acredita-se que o risco de desenvolvimento de câncer de mama é aumentado.

No entanto, ainda não é claro se o amadurecimento precoce de estrogênio ou demais hormônios causam o câncer de mama. O que se sabe é que mulheres que têm o ciclo menstrual antes dos 12 anos, têm filhos após os 35 anos ou passa pela menopausa após os 55 anos de idade, tem risco aumentado para surgimento da doença.

Prevenção

Como se sabe, a prevenção é a melhor forma de se combater o câncer de mama. Estudos mostram que em casos de detecção precoce as chances de cura superam a faixa dos 95%.

De maneira geral, a prevenção tem início quando a mulher atinge os 40 anos. É com essa idade que os médicos recomendam a realização de exames preventivos, como a mamografia, por exemplo. Nesse caso, o ideal é que esse exame de imagem seja feito anualmente.

No entanto, caso haja casos de câncer de mama na família, o exame deve ser feito anualmente, a partir dos 35 anos de idade.

O especialista responsável por ajudar no processo de prevenção e diagnóstico precoce é o ginecologista.

De maneira geral, além da realização de exames, a prevenção também pode ser baseada no controle a estímulos cancerígenos e fatores protetores. Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e prática de atividade física é possível reduzir em até 30% o risco da mulher desenvolver o câncer de mama.

Evitar a obesidade, controlar o peso corporal e evitar o consumo exacerbado de bebida alcoólica são consideradas medidas básicas para prevenir o câncer de mama. Além disso, a amamentação também é considerada um fator protetivo.

Ser diagnosticada com câncer de mama é uma notícia dura e desafiadora, mas a boa notícia é que os índices de cura são extremamente altos e o prognóstico na maioria das vezes é positivo.

E já que estamos falando em câncer de mama, que tal saber um pouco mais sobre saúde da mulher? Te convidamos a ler um conteúdo que aborda o assunto de maneira profunda e funcional. Para leitura basta, clicar aqui!

Sarcopenia: o que é e como evitá-la

sarcopenia

Você certamente já ouviu falar que durante o processo de envelhecimento precisamos dar mais atenção a saúde e pensar de forma especial nos ossos e músculos. 

Preocupar-se com a sarcopenia é fundamental para aqueles que desejam envelhecer com mais qualidade de vida e total independência. Também conhecida como perda de massa muscular, hoje falaremos tudo acerca dessa condição de saúde.

Quer descobrir como manter a força e vitalidade no auge da melhor idade? Então mergulhe nesta leitura! 

O que é a sarcopenia

O termo sarcopenia se origina do idioma grego e une os termos “Sarx” que significa carne e “penia” que significa perda. Assim é traduzido de maneira literal como perda de massa muscular, muitas vezes seguida de enfraquecimento.

Hoje a sarcopenia é considerada uma patologia com origem multifatorial, ou seja, que pode ter várias causas.

Entre as principais causas estão envolvidas alterações hormonais, má alimentação, sedentarismo, processos inflamatórios e inatividade física.

Essa condição de saúde pode começar a ser notada já na faixa dos 40 anos de idade, mas é acima dos 60 anos que ela se torna mais visível, alcançando uma prevalência de cerca de 15% das pessoas com essa faixa etária.

Já idosos com idade igual ou superior a 80 anos, podem apresentar uma prevalência de 50% de perda de massa muscular.

Identificando a sarcopenia

A perda de massa magra causa inúmeras dificuldades no dia a dia dos idosos que podem ser facilmente identificados.

Assim, os principais sinais de sarcopenia são:

  • Desequilíbrios;
  • Dificuldade para caminhar;
  • Falta de força para realização de atividades rotineiras, como lavar a louça ou subir degraus;
  • Cansaço acentuado;
  • Diminuição de respostas aos movimentos;
  • Quedas;
  • Tristeza e depressão.

Outro sinal clássico da sarcopenia são as dores espalhadas pelo corpo, provocadas não apenas pelo desgaste de ossos e articulações, mas também pela falta da musculatura para fornecer suporte e estabilização nas juntas corporais.

Com o avanço da perda de massa muscular, maior é a importância do idoso ser auxiliado de alguma forma, como se apoiar em objetos como bengalas ou andadores, por exemplo.

A importância dos músculos

Manter a musculatura saudável é de grande importância para uma longevidade saudável. 

Músculos saudáveis e funcionais garantem maior funcionalidade das articulações, o que promove maior firmeza de movimentos e consequentemente diminui o risco de quedas. Com isso as pessoas se tornam mais livres e autônomas e naturalmente menos dependente de terceiros. 

Outro ponto importante sobre a musculatura é seu papel sobre o metabolismo da glicose. Quanto mais saudável for a musculatura, menor será o percentual de gordura corporal isso porque um organismo com músculos mais saudáveis tende a consumir gordura como fonte de energia. 

Com menor percentual de gordura, há melhor funcionamento da insulina e menores são as chances de desenvolvimento de diabetes, principalmente do tipo 2. 

Como evitar a perda de massa muscular?

Nesse momento, você deve estar se perguntando: mas como evitar a perda de massa muscular?

A atrofia e destruição das células musculares é um processo natural e acomete todas as pessoas por volta dos 30 anos de idade que são sedentárias. Pessoas que não se cuidam na alimentação e fazem pouco exercícios ou nenhum, normalmente se tornam idosos frágeis com grandes chances de desenvolvimento de sarcopenia precoce. Por isso, é tão importante prevenir o surgimento dessa condição.

Para evitar a perda de massa muscular, alguns cuidados básicos precisam ser tomados. Mostraremos os principais deles a seguir.

Praticar atividades físicas

Praticar atividades físicas, tanto de força muscular e resistência como é o caso da musculação ou do pilates, por exemplo, quanto aeróbicas, como caminhadas, corridas, natação e ciclismo fortalecem a musculatura de maneira quase que natural.

Alimentação saudável

Proteínas são conhecidas como nutrientes de construção e reparação, e são de grande importância para manter e evitar a perda de massa muscular.

Elas podem ser encontradas em alimentos como carne, ovos, derivados do leite, frango, peixes, feijão, lentilha, grão de bico e algumas plantas, como é o caso da ora-pro-nobis.

Além das proteínas, a ingestão de calorias extras provenientes de carboidratos como grãos integrais e gorduras de qualidade, tais como as encontradas em semente, castanhas, azeite e abacate fornecem energia para que o organismo seja capaz de regenerar a musculatura.

Evite o fumo e o álcool

O tabagismo e o álcool são dois inimigos de uma musculatura saudável. O cigarro diminui o apetite e compromete a circulação sanguínea, enquanto o álcool contribui para desidratação e compromete o funcionamento de importantes órgãos, como cérebro, fígado e coração.

Consumo de água

Manter-se hidratado é fundamental para melhorar a circulação sanguínea que será responsável pelo transporte de nutrientes até as células musculares, mantendo-as saudáveis.

Faça uso de suplementos nutracêuticos

E por fim, fazer uso de suplementos nutracêuticos é outra importante forma de evitar a perda de massa muscular.

Suplementos à base de gorduras boas, como óleo de prímula, linhaça e ômega 3 agem como anti-inflamatório e promovem sustentação dos envoltórios das células musculares.

Além disso, suplementos cujas bases são proteínas, colágenos, vitaminas e minerais regulam uma série de reações fisiológicas que contribuem para manutenção da massa muscular

Dentre os suplementos cujas composições são voltadas à saúde muscular temos o Algi Muscular e o Poli Cálcio. 

O Algi Muscular é um suplemento à base de Leucina, Valina e Isoleucina. Aminoácidos essenciais capazes de atuar diretamente na manutenção e regeneração de células musculares. Além disso, possuem vitaminas e minerais em sua composição como forma de auxiliar fornecimento energético para reações fisiológicas. 

E por fim, Policálcio é um nutracêutico elaborado com cálcio, fósforo e flúor com vitaminas D3 e B12.  O Cálcio é o mineral mais importante para os músculos, uma vez que é responsável pelo processo de contração muscular.  Além disso, o fósforo é de grande importância para a saúde óssea e articular, importantes para a movimentação corporal como um todo. Por fim as vitaminas atuam como reguladoras fisiológicas e funcionais de grande importância para a saúde dos músculos. 

Para conhecer esse e outros nutracêuticos, conheça a linha completo da Dovalle clicando aqui agora mesmo. 

Artrite – Você conhece essa patologia?

tipos de artrite

Conheça os diferentes tipos de artrite existentes e descubra como a prevenção é possível!

Artrite é um termo utilizado de maneira geral para descrever processos dolorosos que acometem principalmente as articulações. Existem hoje mais de 100 tipos de artrite, mas de maneira simplória, profissionais da saúde descrevem a condição como uma inflamação articular que envolve dor e inchaço, podendo afetar boa parte da população.

Pensando em abordar o tema de maneira profunda, hoje vamos apresentar os principais tipos de artrite e como é possível preveni-las. Vamos lá?

Os principais tipos de artrite

Depois de descobrir o que é a artrite em nossa introdução, vamos elencar agora, os principais tipos dessa condição de saúde. São eles:

  • Artrite reumatóide;
  • Artrite degenerativa;
  • Artrite metabólica;
  • Artrite infecciosa.

Mostraremos agora a diferença entre cada uma delas.

Artrite reumatóide

Esse é o tipo mais famoso da doença. Trata-se de uma condição inflamatória crônica, de causa desconhecida e na maioria das vezes autoimune que mais acomete mulheres do que homens, tendo início por volta dos 30 anos de idade.

Nesse tipo, o paciente sente rigidez articular pela manhã, dores simétricas – punho esquerdo e punho direito, por exemplo, e ao menos três regiões afetadas.

A artrite reumatóide também é conhecida pelo nome de artrite inflamatória.

Artrite degenerativa

Também chamada de osteoartrite, a artrite degenerativa ocorre quando a cartilagem se desgasta causando atrito entre os ossos, o que gera dores, rigidez e inchaços localizados.

Os fatores de risco dessa variação da doença incluem excesso de peso, histórico familiar, idade avançada e algum tipo de lesão pré-existente.

A artrite degenerativa pode ser prevenida com a prática regular de exercícios físicos, manutenção de peso e não realização de movimentação repetitiva.

Artrite metabólica 

Esse tipo de artrite é causado pela produção exacerbada de ácido úrico.

O ácido úrico é uma substância produzida de maneira natural pelo organismo humano a partir da metabolização de elementos presentes nas células e em alguns alimentos.

Em algumas pessoas, os níveis de ácido úrico podem se elevar e formar cristais que se depositam em diferentes locais do corpo, principalmente em articulações, causando processos inflamatórios seguidos de inchaço e muita dor.

A artrite metabólica também é conhecida pelo nome de gota e atinge principalmente pessoas sedentárias, obesas e que consome de maneira regular bebidas alcoólicas e alimentos ricos em sódio e conservantes.

Artrite infecciosa

Agentes externos, como vírus, fungos ou bactérias podem entrar em contato com articulações e dar início a processos inflamatórios.

Quando isso ocorre, as articulações se tornam inflamadas e doloridas, mas o problema pode ser revertido com o uso de fármacos antivirais, antifúngicos e antibióticos. Entretanto, em condições raras, essa variação de artrite pode se tornar crônica.

Prevenir é possível

Embora muitos não acreditem, a prevenção da artrite é algo que pode ser facilmente colocado em prática.

Por se tratar de uma patologia de cunho inflamatório, a prevenção está em hábitos simples e baratos.

A primeira forma de se prevenir é praticar uma alimentação saudável, ingerindo alimentos de origem natural, sem qualquer tipo de conservantes, excesso de açúcar ou sódio, que são agentes altamente inflamatórios.

Outra forma de prevenir a artrite se dá por meio da prática de atividades físicas. Quando nos movimentamos, o organismo produz um hormônio chamado irisina, que possui ação anti-inflamatória.

Logo, se alimentar com qualidade e evitar o sedentarismo são excelentes estratégias para manter o organismo protegido dos diferentes tipos de artrite.

Nutracêuticos também podem ajudar

Além de levar um estilo de vida saudável, quando falamos de artrite, os nutracêuticos são de grande valia para prevenir, estabilizar e regredir quadros de artrite por conta de sua alta capacidade anti-inflamatória.

Ótimas opções de nutracêuticos que podem ser utilizadas em casos de artrite são os óleos de linhaça e de prímula e o colágeno hidrolisado.

Enquanto os óleos de linhaça e prímula garantem poderosa ação anti-inflamatória de maneira generalista para as articulações e para o organismo como um todo, o colágeno hidrolisado atua de modo a garantir a saúde articular, mantendo juntas saudáveis e funcionais.

Fazer uso de maneira combinada desses nutracêuticos é a melhor forma de prevenir e amenizar as dores causadas pela artrite.

Preocupada sempre com a qualidade de vida, a Dovalle, com toda sua experiência coloca à sua disposição uma linha completa de suplementos  alimentares.

Cuide do seu estilo de vida e conte com a Dovalle para ter mais saúde e qualidade de vida! 

Além de conhecer os tipos de artrite mostrados aqui, uma ótima forma de evitar problemas se dá por meio da realização de exames laboratoriais de maneira frequente. Busque sempre a ajuda de um especialista.

Atente-se aos sinais de deficiências nutricionais

deficiências nutricionais

Conheça os sinais clássicos de deficiências nutricionais e saiba o que pode estar faltando em seu organismo

Nossa saúde está diretamente ligada à ingestão de nutrientes em todos os estágios da vida, ou seja, desde a infância até a terceira idade. Quando a alimentação não é adequada, deficiências nutricionais podem surgir, e junto com essas deficiências, alguns sintomas podem ser sentidos.

Embora a OMS tenha algumas diretrizes para quadros de má nutrição, deficiências nutricionais ainda são relativamente comuns em alguns lugares do Brasil e do mundo.

No artigo de hoje, vamos mostrar alguns sinais clássicos de deficiências nutricionais e com quais nutrientes cada uma delas está relacionada. Saiba mais sobre o assunto continuando a leitura.

Principais sinais de deficiências nutricionais

Deficiências nutricionais geralmente trazem consigo uma série de sinais específicos, logo, conhecer os principais é fundamental para manutenção da saúde e bem-estar. Conheça agora, os principais sintomas das mais variadas carências nutricionais.

1. Palidez seguida de cansaço

Palidez seguida de cansaço é um sinal clássico de deficiência de ferro, e em casos mais agudos podem até mesmo representar um quadro de anemia.

O Ferro é o principal componente dos glóbulos vermelhos. Assim, quando os níveis desse mineral estão baixos, é natural que as pessoas fiquem pálidas. Nesse contexto, até mesmo mucosas podem se tornar “esbranquiçadas” como é o caso das gengivas, por exemplo.

O cansaço é outro sinal clássico de deficiência ferrosa, pois o mineral é importante para a saúde das hemácias que transportam oxigênio por todo o organismo. Com menos ferro disponível, menor será a concentração de oxigênio pelo corpo e maior será a sensação de cansaço.

Para reverter a deficiência de ferro, é importante a ingestão de carnes e vegetais de coloração verde escura.

2. Câimbras

As câimbras são sinais clássicos de deficiência de potássio. Um mineral muito importante para regular a contração muscular, além da quantidade de água que entra e sai dos músculos.

Além disso o potássio é muito importante para a saúde cardíaca.

O surgimento de câimbras em diferentes momentos do dia é um clássico sinal de deficiência de potássio.

Essa deficiência pode ser facilmente revertida com a ingestão de alimentos como carne bovina, carne de frango, peixes, batata, melão, mamão, cenoura e, principalmente, banana.

3. Fraqueza muscular e dores ósseas e dentais

Embora muita gente não saiba, o cálcio não é importante apenas para os ossos. O mineral é fundamental para a saúde dos músculos e dos dentes.

Fraquezas musculares sem uma causa definida, dores ósseas e dores dentais, são sinais de deficiência desse importante mineral.

A deficiência de cálcio pode ser facilmente prevenida e revertida com a ingestão de alimentos como leite, queijos, iogurtes, couve, gergelim e tofu.

4. Visão embaçada, cabelo seco e pele ressecada

Visão embaçada, cabelo seco e pele ressecada são sinais de deficiência de vitamina A.

A vitamina A está relacionada à manutenção da saúde da pele e da visão, além de reprodução e comunicação celular, além de funcionamento do sistema imunológico.

Para manter os bons níveis dessa vitamina o ideal é o consumo de alimentos como cenoura, abóbora, pimentões, vegetais verde-escuros e até mesmo damascos secos.

5. Baixa imunidade frequente

Pessoas que sofrem com quedas de imunidade frequente podem apresentar deficiência de vitamina C.

Com alto poder antioxidante e anti-inflamatório, a vitamina C é uma aliada do funcionamento do sistema imunológico. Assim, manter seus níveis dentro da normalidade é de grande importância, principalmente em tempos de pandemia.

Para manter os bons níveis de vitamina C é fundamental a ingestão de frutas cítricas, como é o caso da tangerina, laranja, maracujá, limão, abacaxi, kiwi e morango, por exemplo.

Manter exames em dia é fundamental

Além de se atentar aos sinais que mostramos aqui, uma ótima forma de evitar deficiências nutricionais se dá por meio da realização de exames laboratoriais de maneira frequente.

Através desses exames, é possível quantificar a deficiência de um ou mais nutrientes e com a ajuda de um médico ou nutricionista, reverter essa condição de maneira precisa e segura.

Agora que você já conhece os principais sinais dos mais variados tipos de deficiências nutricionais que tal aprender mais sobre a importância dos polivitamínicos para a sua saúde e de toda a sua família? Para isso, basta acessar esse link e ficar por dentro do assunto, afinal, quando o assunto é cuidado familiar toda ação importa.

A importância e os benefícios do zinco para a saúde

benefícios do zinco

Saiba quais são os benefícios do zinco e a sua importância para a saúde

O zinco é um mineral de grande importância para a saúde, uma vez que participa de mais de 300 reações químicas do corpo. Assim, sua ausência pode causar uma série de alterações no funcionamento no organismo. Por isso, hoje vamos mostrar quais são os principais benefícios do zinco à saúde.

Se você busca potencializar a saúde de seus pacientes, não deixe de conferir o nosso artigo.

Os principais benefícios do zinco à saúde

Por participar de muitas reações fisiológicas em nosso organismo, esse mineral é capaz de prover uma série de efeitos benéficos. Conheça agora quais são os principais benefícios do zinco para a saúde.

Saúde cardiovascular

Um dos principais benefícios do zinco é o seu auxílio no controle da pressão dos vasos. Estudos sugerem que o mineral está relacionado a reparação e renovação celular de vasos sanguíneos, evitando que se tornem enrijecidos e menos maleáveis, o que poderia contribuir para o aumento da pressão arterial. Por isso, é possível afirmar que mesmo de maneira indireta, o zinco é capaz de prevenir quadros de pressão alta, AVC e até mesmo infartos.

Espanta a depressão

Um estudo recente mostrou que o zinco melhorou o quadro de depressão em mulheres jovens. A explicação para isso, seria que o mineral facilita a ocorrência de sinapses cerebrais, que nada mais é do que a forma de comunicação dos neurônios. Com melhor comunicação neuronal, os sintomas de tristeza, melancolia e depressão seriam afastados.

Previne o Alzheimer

A maioria dos pacientes com Alzheimer apresentam deficiência de zinco no organismo. O mineral é parte importante de uma enzima chamada superóxido dismutase, importante para proteção de estresse oxidativo.

Quando há pouca quantidade de zinco, o cérebro fica mais vulnerável à ação dos radicais livres, um fator de risco para o surgimento de Alzheimer. Por isso, o consumo do mineral por jovens adultos é muito importante.

Combate o diabetes

Um dos principais benefícios do zinco é o combate ao diabetes. O mineral tem uma relação muito próxima com o estoque e liberação de insulina. Sua carência pode acelerar o processo de resistência insulínica e deixar as pessoas mais propensas ao desenvolvimento do diabetes.

Além disso, o consumo regular de alimentos e suplementos à base de zinco, pode prevenir uma série de complicações da doença, como retinopatia diabética, por exemplo.

Aumento da imunidade

O zinco é o mineral com maior efeito sobre o funcionamento do sistema imunológico. Baixos níveis estão associados ao mal funcionando do timo, órgão responsável pela maturação dos linfócitos do tipo T, que são conhecidas como importantes células de defesa.

Assim, assegurar bons níveis de zinco no organismo é uma ótima forma de levantar defesas contra uma série de doenças.

Proteção pulmonar

Um dos principais benefícios do zinco está associado à saúde pulmonar, mais especificamente à pneumonia. Por fornecer suporte à imunidade, o mineral se mostrou uma ótima forma de proteger contra essa doença.

Pesquisas mostraram que doses de 20 mg diárias reduziram a severidade de pneumonias em crianças, além de barrar possíveis resistências à antibióticos.

Principais fontes de zinco

As principais fontes de zinco são alimentos de origem animal, tais como: 

  • Ostra;
  • Camarão;
  • Carnes vermelhas;
  • Frango;
  • Peixes;
  • Gema de ovo;

Além disso, o mineral também pode ser encontrado em alimentos de origem vegetal, mas em menores quantidades. Os principais alimentos vegetais com boas doses de zinco em sua composição são: 

  • Gérmen de trigo;
  • Amendoim;
  • Grãos integrais;
  • Castanhas;
  • Tubérculos como batata, mandioca e inhame;
  • Sementes de melancia;
  • Feijão.

Manter uma alimentação equilibrada é uma ótima forma de se alcançar as recomendações diárias de zinco, que são de 8 mg por dia para pessoas comuns e 11 mg por dia para gestantes.

Suplementação também é importante

Todo profissional da saúde sabe que muitos pacientes possuem seletividade alimentar ou então são portadores de alguma doença que impede uma alimentação adequada. Nesses casos fazer uso de suplementos à base do mineral pode ser uma ótima alternativa.

Sedantol é um suplemento à base de zinco e outros minerais como magnésio e selênio, além de outras 10 vitaminas em sua composição.

Ao indicar Sedantol para seus pacientes, eles certamente colherão todos os benefícios do zinco.

Para saber mais sobre Sedantol, é só clicar aqui!

Quando o assunto é saúde dos seus pacientes, você pode contar com a Dovalle.

Saiba quais são os benefícios do ômega 3 na cognição

O ômega 3 possui inúmeros benefícios e você pode conhecê-los agora mesmo 

Os brasileiros estão vivendo cada vez mais. Embora essa seja uma boa notícia, é algo que também levanta um pouco de preocupação, afinal, não adianta apenas viver mais: é preciso viver com qualidade. 

Uma das maiores preocupações em termos de longevidade é a saúde mental e, embora muita gente não saiba, os maiores benefícios do ômega 3 estão diretamente ligados a saúde cognitiva.

Pensando em trazer informações de qualidade, no artigo de hoje vamos falar sobre os benefícios do ômega 3 para a cognição. Não deixe de conferir.

O que é ômega 3?

O ômega 3 é um composto de ácidos graxos, composto por:

·         ALA – Ácido Alfa Linolênico;

·         EPA – Ácido eicosapentaenoico;

·         DHA – ácido docosaexaenoico.

Esses ácidos graxos poli-insaturados são considerados essenciais, ou seja, não são produzidos pelo organismo e precisam ser consumidos diariamente.

As principais fontes de ômega 3 são: peixes de água fria, como sardinha, atum e salmão, sementes oleaginosas, como semente de chia, nozes, castanhas em geral, abacate, azeite e alguns óleos vegetais.

Além de ser encontrado em alimentos, o ômega 3 também pode ser consumido sob a forma de suplemento, uma vez que haja orientação profissional para isso.

Os benefícios do ômega 3 à cognição

Pois bem, depois de descobrir do que se trata, é hora de conhecer os benefícios do ômega 3 à cognição. Para isso, separamos aqueles que são os melhores efeitos desse composto de ácido graxos.

1. Prevenção de doenças neurológicas

As células cerebrais, conhecidas como neurônios possuem um envoltório fosfolipídico, um tipo natural de gordura. Sendo assim, o consumo frequente e adequado de ômega 3 favorece à saúde e o funcionamento dessas células.

Sabe-se que doenças como mal de Alzheimer e mal de Parkinson, por exemplo, ocorrem por conta de problemas de comunicação neuronal, que podem ser prevenidas ou amenizadas com o consumo adequado de ômega 3.

2. Tratamento coadjuvante da depressão 

Aqui temos mais um dos benefícios do ômega 3. Um estudo recente demonstrou que o consumo de ômega atua de maneira positiva no córtex pré-frontal direito, amenizando em até 40% os sintomas da depressão.

3. Previne demência 

Esse é mais um dos benefícios do ômega 3 na cognição. Embora a demência seja confundida com o Alzheimer, trata-se de patologias diferentes.

Normalmente, a demência se desenvolve por conta de inflamações em regiões cerebrais que afetam as sinapses neuronais. Além de potencializar o processo sináptico, o ômega 3 possui ação anti-inflamatória, capaz de atuar no cérebro e no sistema nervoso como um todo, prevenindo e até mesmo amenizando casos de demência.

Dovalle é ótima opção para saúde cognitiva 

Que tal procurar o que há de melhor em termos de nutracêuticos para a saúde como um todo?

Quando o assunto é qualidade a Dovalle é referência entre profissionais da saúde e pacientes.

Com mais de meio século de experiência e com uma equipe especializada, temos uma linha de suplementos nutracêuticos, que inclui ômega 3, produzidos com rigoroso controle de qualidade e matéria-prima de linha.  Para conferir nossos produtos basta acessar esse link.

Para a Dovalle, sua saúde está sempre acima de tudo.