Nutrição contra os efeitos do tempo

Conheça e aprenda mais sobre a conexão e a importância entre a nutrição, os efeitos do tempo e as condições de pele.

Um fato irrefutável é que a beleza nasce de dentro para fora. Não é por acaso que a conexão entre nutrição, os efeitos do tempo e as condições de pele têm sido amplamente estudada ao longo dos anos, desde os tempos mais antigos até os atuais.

O envelhecimento cutâneo consiste em dois processos didaticamente independentes, clínica e biologicamente distintos. O primeiro está ligado ao envelhecimento intrínseco da pele, ou seja, está relacionado ao envelhecimento cronológico e, portanto, atinge a pele da mesma forma que atinge os demais órgãos do corpo.

O segundo, por outro lado, diz respeito ao envelhecimento extrínseco que, basicamente, é aquilo que classificamos como pele envelhecida por fatores externos, incluindo exposição solar crônica e irradiação violeta (UV), poluição, tabagismo, privação de sono e, claro, má nutrição.

A forma mais eficaz de combater os efeitos extrínsecos do envelhecimento cutâneo é através da prevenção, a qual se baseia em um estilo de vida bem regulado (restrição calórica, cuidados com o corpo e atividade física regular), com condições de estresse controlado e uma alimentação nutricionalmente balanceada, incluindo alimentos com alto teor de moléculas antioxidantes.

Antioxidantes frequentemente pesquisados, como carotenoides, tocoferóis e flavonoides, bem como vitaminas (em especial A, C, D e E), ácidos graxos essenciais (ômega 3), algumas proteínas e lactobacilos, têm sido referenciados como agentes capazes de promover a saúde e beleza da pele. Os antioxidantes apresentam efeito “anti-aging” por serem capazes de neutralizar espécies reativas de nitrogênio (RNS) e oxigênios (ROS), os chamados Radicais Livres.

A geração apropriada de radicais livres possui efeitos benéficos de proteção contra os efeitos do tempo até certo ponto. O grande problema é o desbalanço entre produção e neutralização, o qual resulta em um quadro de estresse oxidativo, levando ao envelhecimento precoce.

Nutrientes Antienvelhecimento 

A nutrição está intimamente associada à saúde da pele, sendo necessária para todos os seus processos biológicos. Os hábitos alimentares aos quais uma pessoa é submetida podem reparar a pele danificada ou podem causar danos a ela. Nesse aspecto, alguns nutrientes são considerados “chaves do antienvelhecimento”, contribuindo para a manutenção da jovialidade e proteção cutânea.

Ácido Ascórbico (Vitamina C):

Estimula a produção de colágeno, que é o grande responsável pela estrutura, firmeza e elasticidade da pele.

Fontes: acerola, laranja e limão.

Tocoferol (Vitamina E)

Além das propriedades antioxidantes, a vitamina E ajuda a manter a hidratação natural da pele. Além disso, auxilia na cicatrização regular, pois estimula a produção de fibras elásticas e de colágeno.

Fontes: azeite de oliva, amendoim e nozes.

Carotenóides (B-Caroteno)

Atua na produção de melanina, substância responsável pelo bronzeamento e proteção da pele.

Fontes: cenoura, mamão e abóbora.

Colecalciferol (Vitamina D)

Fortalece a barreira da derme (uma das camadas da pele), além de ajudar a reduzir rugas e linhas de expressão.

Fontes: gema de ovo, manteiga e atum.

Zinco

Participa da proliferação e diferenciação dos queratinócitos (células da pele que produzem queratina), ou seja, fortalece as barreiras de proteção da pele.

Fontes: nozes, leguminosas e carne vermelha.

Complexo B

Diminuem a inflamação e melhoram a pigmentação da pele.

Fontes: vegetais, frutas e leguminosas em geral.

A partir do exposto, entende-se que o envelhecimento da pele é um processo biológico complexo e longo, afetado por fatores genéticos e ambientais, que embora natural pode ser freado a partir da adoção de estratégias nutricionais envolvendo a ingestão de nutrientes específicos capazes de potencializar as enzimas antioxidantes produzidas pelo corpo e, ao mesmo tempo, criar barreiras externas, fazendo da nutrição uma poderosa arma contra os efeitos do tempo.

Já que estamos falando da nutrição atrelada aos cuidados com a pele no verão, que tal conhecer os 6 principais nutracêuticos da nutrição estética? Para isso, é só clicar aqui.

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Exposição ao sol e a alimentação influenciam em doenças de pele

Exposição ao sol e a alimentação influenciam em doenças de pele

O clima tropical e a ideia de beleza associada ao bronzeamento, são incentivos para a exposição ao sol de forma prolongada. No Brasil, o câncer de pele não melanoma é o tumor mais frequente em ambos os sexos. O que tem preocupado o Instituto Nacional de Câncer é que crianças se expõem ao sol três vezes mais que adultos, e ainda, que os efeitos nocivos são cumulativos.

Essa exposição ao sol excessiva provoca uma série de efeitos adversos à saúde humana, uma delas é o aparecimento de cânceres de pele. Entre as formas de prevenção contra este tipo de doença está a proteção ao se expor ao sol, cuidados com a alimentação, prática de atividades físicas e muitas outras iniciativas saudáveis que podem ser inseridas na rotina.

Hoje, estudos comprovam que muitos alimentos ou fórmulas nutricionais são capazes de suprir algumas deficiências do corpo. As proantocianidinas (antioxidantes) presentes nas sementes de uva, por exemplo, mostraram ter alguns efeitos biológicos, incluindo a prevenção da fotocarcinogênese, que é o desenvolvimento dos cânceres cutâneos induzidos pela radiação ultravioleta.

A fórmula do Resverol, alimento elaborado a partir do óleo de semente de uva, produzida pela Dovalle, foi preparada para suprir esta necessidade.

“É importante ressaltar que não importa o quanto a alimentação ou fórmula nutricional é benéfica para o corpo, se os cuidados com os raios ultravioletas não são permanentes e eficazes”, explica o nutricionista da Dovalle, Wenceslau Fernandes.

Gostou do tema? Pra se aprofundar ainda mais, confira nosso blog com algumas dicas sobre mais cuidados que devemos ter com a nossa pele.

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A saúde mental encontrada no equilíbrio alimentar

A saúde mental encontrada no equilíbrio alimentar

Hábitos alimentares inadequados tendem a contribuir com o aparecimento de doenças prejudiciais a saúde mental

Não é nenhuma novidade que uma dieta rica em alimentos integrais, legumes, frutas, frutos do mar, carne magra, nozes e leguminosas, fornece nutrientes essenciais à manutenção de uma saúde mental equilibrada. O problema é que nem sempre é possível organizar a rotina com a alimentação que o corpo merece e, para suprir esta necessidade, existem os nutracêuticos, que são suplementos produzidos naturalmente a partir do componente de um alimento funcional.

O nutricionista da Dovalle, Wenceslau Fernandes, explica que, para o perfeito funcionamento do corpo humano, o cérebro utiliza parte da ingestão total de energia e nutrientes. Neste processo, a estrutura e as funções desempenhadas dependem de aminoácidos, gorduras, vitaminas e minerais.

Os problemas com a saúde mental têm se tornado cada vez mais comuns em todo o mundo. A ansiedade, por exemplo, atinge mais de 260 milhões de pessoas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas, o que equivale a 9,3% da população.

A saúde mental impacta na qualidade de vida, especificamente no equilíbrio entre o corpo e a mente, sensação de bem-estar, qualidade do sono e outros. Ela se relaciona com toda a forma de pensar, de fazer escolhas, no comportamento e sentimentos.

Em casos de problemas de saúde mental já identificados, a nutrição não é um substituto aos cuidados essenciais, como o acompanhamento profissional, o uso de medicamentos quando orientado e psicoterapias, mas um complemento importante, já que uma boa alimentação pode ajudar na regulação de alguns componentes bioquímicos envolvidos na saúde do cérebro.

Os hábitos alimentares inadequados como uma dieta rica em açúcares refinados e gorduras saturadas, por exemplo, pode prejudicar a função cerebral geral, pois estimulam processos inflamatórios que são nocivos e contribuem para a depressão e a ansiedade.

Por outro lado, muitos outros nutrientes estão diretamente associados com os processos bioquímicos do cérebro, benéficos para a prevenção e auxílio no tratamento de transtornos mentais, entre eles a Vitamina D, Vitaminas do complexo B, Triptofano, minerais como o Zinco e o Magnésio, ácidos graxos Ômega 3 e Ômega 6.

Como estamos falando sobre saúde mental, confira aqui algumas dicas sobre Como Manter a Saúde Mental na Quarentena.

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A chave para a longevidade: A influência dos nutracêuticos no envelhecimento celular

A chave para a longevidade: A influência dos nutracêuticos no envelhecimento celular

À medida que os anos vão passando, nosso organismo sofre inúmeras alterações importantes, incluindo decréscimo dos níveis de hormônios sexuais, como testosterona e estradiol, piora da visão, queda na produção de colágeno, redução da massa óssea e diminuição da resposta à estímulos anabólicos. Embora faça parte do curso natural da vida, a ciência tem buscado, cada vez mais, entender o processo de envelhecimento, bem como todas as mudanças fisiológicas e metabólicas relacionadas a ele, com o intuito de reduzir seus impactos negativos, aumentar a longevidade e, principalmente, a qualidade de vida das pessoas.

Inúmeros pesquisadores têm voltado seus esforços para o estudo dos telômeros, estruturas formadas por fileiras repetitivas de proteínas e DNA não codificado que formam as extremidades dos cromossomos. Os telômeros são comparados ao pequeno plástico localizado nas pontas de um cadarço. E seu papel está relacionado com a proteção do conteúdo genético. Estudos sugerem que modificações estruturais e funcionais dos telômeros, tais como seu encurtamento, induzidos por fatores genéticos e ambientes, estejam relacionadas a alguns fenótipos específicos e patologias graves relacionadas ao envelhecimento.

Em contrapartida, é possível retardar o encurtamento dos telômeros através, por exemplo, da suplementação de nutracêuticos, nutrientes altamente purificados de alimentos cujo consumo está associado com benefícios a saúde, incluindo prevenção e tratamento de doenças. Nessa perspectiva, Tsoukalas e Colaboradores (2019) publicaram no International Journal of Molecular Medicine um estudo cujo objetivo era avaliar os efeitos de uma combinação de suplementos nutracêuticos no comprimento dos telômeros em voluntários sem histórico de patologias.

Foram selecionados para o estudo 47 indivíduos com idade entre 40 e 55 anos. Todos eram saudáveis, não estavam em dieta restritiva e nunca haviam tomado suplementos. Os participantes foram divididos em dois grupos distintos: experimental (formado por 16 indivíduos que receberam a suplementação) e controle (composto por 31 sujeitos que não receberam nenhum suplemento). A suplementação consistia na ingestão de um mix de nutracêuticos, incluindo vitaminas, minerais, ácidos graxos poli e monoinsaturados, glutamina e coenzima Q10. A dose diária de todos os suplementos foi atribuída de acordo com as sugestões dos fabricantes e o período de suplementação durou de 6 a 12 meses.

Através da análise criteriosa dos dados gerados durante o estudo, os autores observaram que a administração oral de nutracêuticos afeta, favoravelmente, o comprimento dos telômeros, independente do sexo e da idade. Os responsáveis pelo artigo apontam que a manutenção do comprimento dos telômeros está relacionada com a capacidade dos nutracêuticos em atuarem em postos-chaves do metabolismo, controlando o estresse oxidativo e a inflamação crônica, além de modularem o processo de metilação do DNA.

Desde 2009, ano em que Elizabeth Blackburn, Carol Greider e Jack Szostal obtiveram o prêmio Nobel de medicina por descobrirem que a enzima telomerase pode proteger os cromossomos do envelhecimento e fazer com que eles regenerem seus telômeros prolongando a vida, inúmeros estudos vêm sendo realizados acerca desse tema. Dentro dessa perspectiva, os achados de Tsoukalas e Colaboradores (2019) nos mostram que temos uma poderosa ferramenta à nossa disposição para retardar o envelhecimento e prolongar a vida: os alimentos e seus compostos, reforçando a ideia de que uma boa saúde começa com uma boa nutrição.

Por Wenceslau Fernandes

Já que o assunto é Longevidade, que tal conferir 3 cuidados essenciais para se ter antes dos 30 anos?  Clique Aqui!

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Cuidados com a pele no verão e problemas com o excesso de sol

Cuidados com a pele no verão e problemas com o excesso de sol

Com o aumento natural das temperaturas no verão, há uma mudança de comportamento nas pessoas que passam a praticar mais atividades ao ar livre. Nessa época do ano, a radiação solar é mais intensa, o que aumenta os riscos de queimaduras, manchas e demais problemas, tendo que redobrar os cuidados com a pele. Dessa maneira, não se deve deixar a fotoproteção de lado nessa estação.

Hoje vamos mostrar quais são os cuidados que devem ser tomados com a pele no verão e quais são os problemas mais comuns que afetam a cútis nessa época do ano.

Dezembro laranja: Campanha Nacional de Prevenção ao câncer de pele 

Criada em 2014 pela SBD – Sociedade Brasileira de Dermatologia, o Dezembro Laranja é uma iniciativa que faz parte da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de pele que ocorre em parceria com instituições públicas e privadas para informar a população, sobre as principais formas de prevenção e a importância de buscar um médico especializado para um diagnóstico preciso e tratamento adequado.

Seguindo o exemplo e o incentivo da campanha, vamos mostrar agora quais são os principais cuidados com a pele no verão.

Principais cuidados com a pele no verão

Existem diferentes cuidados com a pele no verão que podem ser adicionados de maneira simples à rotina de muita gente. Os principais são:

  •       Uso de roupas e acessórios adequados;
  •       Fazer uso de protetor solar;
  •       Manter a pele seca e hidratada através do uso de hidratantes específicos; 
  •       Priorizar hidratação;
  •     Optar por uma alimentação funcional. 

Vamos mostrar agora como colocar cada um desses cuidados em prática.

Uso de roupas e acessórios adequados 

Dentre todos os cuidados com a pele no verão, o uso de roupas e acessórios adequados é o primeiro.

Durante o verão é importante fazer uso de bloqueadores solares como chapéus, bonés e óculos solar e roupas de algodão durante as atividades ao ar livre. Isso porque eles são capazes de bloquear a maior parte da radiação ultravioleta.

Além disso, evitar a exposição solar entre as 9h e 16h horas também é uma medida muito importante, uma vez que a incidência dos raios solares, bem como os níveis de radiação UV estão aumentados nessa faixa de horário.

Fazer uso de protetor solar 

Um dos cuidados com a pele no verão é o uso do protetor solar que deve ser aplicado diariamente e não apenas nos momentos de lazer.

Produtos com fator de proteção solar (FPS) 30 ou superior são recomendados para uso diário e exposições mais prolongadas, como caminhadas, idas à praia e piscina ou durante pescarias.

O protetor solar deve proteger contra raios ultravioletas do tipo A e do tipo B, os famosos UVA e UVB e deve ser aplicado cerca de 30 minutos antes da exposição solar para que a pele o absorva adequadamente.

Manter a pele seca e hidratada 

Por conta do calor, muitas pessoas têm o hábito de se molharem de modo constante e/ou permanecerem com roupas úmidas como forma de amenizar as altas temperaturas. Entretanto, isso não é recomendado.

O ideal durante o verão é manter a pele seca e hidratada com uso de cremes hidratantes prescritos por dermatologista.

Priorizar a hidratação 

Outro ponto importante durante o verão é priorizar a hidratação. Durante essa estação as temperaturas estão naturalmente mais elevadas, o que aumenta as taxas de sudorese, que podem culminar em desidratação.

Uma pessoa desidratada, possui naturalmente uma pele mais ressecada e frágil e consequentemente mais suscetível a problemas funcionais.

Praticar uma alimentação funcional 

Embora cuidados externos sejam importantes, pensar em nutrientes também faz parte dos cuidados com a pele no verão.

Alimentos ricos em vitamina A e betacaroteno como mamão, abóbora, manga, espinafre, ovos, são ótimas opções pelo fato de conferirem fotoproteção às células da derme e epiderme.

Alimentos ricos em gorduras de qualidade, como sementes oleaginosas, abacate, azeite de qualidade possuem caráter anti-inflamatório e antioxidante prevenindo e acelerando a recuperação de danos causados pelos raios solares.

Alimentos ricos em vitamina C, como laranja, limão, abacaxi, maracujá, morangos, kiwi, potencializam a síntese de colágeno, fortalecendo a pele de maneira natural, minimizando danos provenientes de radiação.

A união de todos esses cuidados com a pele no verão ajuda a evitar uma série de problemas causados pelo excesso de sol, como vamos mostrar a seguir.

Problemas causados pelo excesso de sol 

Quando não se toma cuidados com a pele no verão, uma série de problemas causados pelo excesso de sol podem ocorrer. Dentre os principais podemos citar:

  •       Queimaduras;
  •       Manchas;
  •       Micoses;
  •       Brotoejas;
  •       Sardas brancas;
  •       Acne solar;
  •       Câncer de pele.

Algo importante para ser elencado sobre esses problemas é que todos eles podem ser evitados por meio de simples cuidados com a pele no verão, como citamos anteriormente.

Queimaduras, manchas, micoses, brotoejas, sardas brancas e acne solar podem se desenvolver de maneira rápida, dentro de um intervalo de poucos dias.

Já o câncer de pele, geralmente é fruto de longos períodos de exposição solar sem nenhum tipo de cuidado, aliado a alguns fatores específicos como é o caso de predisposição genética, por exemplo.

O uso de nutracêuticos está dentro dos cuidados com a pele no verão 

Além de todos os cuidados com a pele no verão que mostramos, é possível aumentar ainda mais a fotoproteção por meio do uso de suplementos nutracêuticos.

Importante mencionar que as uvas fazem parte das chamadas frutas vermelhas, que são boas fontes de antocianinas, pigmento que confere proteção às células da pele. Amoras, mirtilo, framboesa são ótimas opções, mas é preciso dar atenção especial às uvas, principalmente às suas sementes que são fontes de ácido linoléico um poderoso ácido graxo.

O ácido linoléico é conhecido por ser precursor de ceramida, uma substância que influencia o funcionamento de células de defesa da pele, tornando-a mais saudável e menos suscetível a problemas causados pelo sol.

Um exemplo de nutracêutico aliado da saúde da pele é o Resverol.

Resverol é um nutracêutico elaborado a partir do óleo extraído da semente de uva que é rico em ácido linoleico. Além disso, sua formulação é isenta de glúten e açúcar.

Converse com seu dermatologista sobre a inclusão de Resverol como mais um dentre os cuidados com a pele no verão que podem ser colocados em prática.

Já que estamos falando de cuidados com a pele no verão, que tal descobrir como amenizar os efeitos das rugas, linhas de expressão e envelhecimento da pele? Para isso, é só clicar aqui.

Saiba o que é a Síndrome de Burnout e os tratamentos disponíveis

Síndrome de Burnout

Em tempos de pandemia, muitas pessoas foram movidas ao trabalho remoto. Assim, de uma hora para outra, pessoas se viram precisando trabalhar, cuidar dos filhos e da casa ao mesmo tempo. O resultado disso: altos níveis de estresse, ansiedade, insônia e em casos mais graves a síndrome de Burnout.

Apenas para efeito de ilustração, a Microsoft, empresa conhecida por cuidar da saúde mental de seus colaboradores, encomendou uma pesquisa para avaliar a saúde de seus funcionários ao redor do mundo.

No total, mais de 6 mil pessoas espalhadas por 8 países, incluindo o Brasil, participaram do levantamento. Dentre os brasileiros que participaram, 44% respondeu que a pandemia aumentou o sentimento de Burnout com relação ao trabalho.

Pensando em trazer informação de qualidade e embasada técnica e cientificamente hoje vamos falar da síndrome de Burnout, quais são os sintomas, causas, diagnósticos e tratamentos disponíveis.

O que é a síndrome de Burnout 

A síndrome de Burnout é conhecida como esgotamento profissional. Trata-se de um estado crônico e extremo de estresse, que normalmente é provocado pela sobrecarga ou excesso de trabalho.

O termo Burnout vem do inglês e significa “queimar até o fim”. Assim, quem é acometido por essa condição tende a perder suas energias não apenas físicas, mas também emocionais, por conta de uma rotina profissional desgastante.

Em 2019 a OMS – Organização Mundial da Saúde, considerou o estresse no trabalho como uma doença. O que pode dar maior embasamento em questões trabalhistas relacionadas à saúde mental.

Diferente de outras condições de saúde, a síndrome de Burnout dá pequenos sinais de que pode estar vindo à tona como mostraremos agora.

Sintomas da Síndrome de Burnout 

A síndrome de Burnout causa sintomas físicos e psicológicos nas pessoas e um dos mais frequentes é a contínua sensação de exaustão.

Mesmo que a pessoa durma por muitas horas, ela normalmente já acorda cansada e sem energia para realização de suas tarefas, por mais banais que elas possam parecer.

De modo geral os principais sintomas físicos da síndrome são:

  •       Cansaço em excesso;
  •       Dores de cabeça que podem evoluir para enxaqueca;
  •       Fadiga
  •       Aumento da pressão arterial;
  •       Taquicardia;
  •       Dores musculares provenientes de tensão;
  •     Problemas gastrointestinais;
  •       Dificuldades para respirar
  •       Alergias e coceiras na pele.

Já os sinais psicológicos do Burnout são:

  •       Depressão seguida de ansiedade;
  •       Desânimo;
  •       Dificuldade em sentir prazer;
  •       Irritabilidade seguida de dificuldade para se concentrar;
  •       Alterações de sono;
  •       Sentimento de inferioridade;
  •       Falta de motivação e criatividade.

Quando os sintomas surgem e o paciente não busca ajuda profissional, a síndrome pode incapacitá-lo totalmente.

As causas da síndrome de Burnout 

As causas que desencadeiam a síndrome de Burnout vão desde a realização de tarefas exaustivas até relações interpessoais abusivas.

Dessa forma, é possível afirmar que se trata de uma condição multifatorial, ou seja, com mais de uma causa envolvida.

De acordo com profissionais de saúde mental, as principais causas da Síndrome de Burnout são:

  •       Ambientes de trabalho onde há cobrança excessiva;
  •       Alta carga de volume de trabalho;
  •       Excesso de responsabilidade;
  •       Longas jornadas de trabalho;
  •       Conflito com colegas de trabalho;
  •       Pouco descanso ou repouso;
  •       Grande intervalo de tempo gasto para ir e voltar do trabalho.

Como é feito o diagnóstico da síndrome de Burnout? 

Infelizmente não existe um exame capaz de apontar presença ou ausência da síndrome.

O diagnóstico da síndrome de Burnout é clínico e pode ser feito por meio de questionários desenvolvidos para detectar o quadro, mas isso nem sempre se faz necessário.

Profissionais de saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras podem suspeitar da condição por meio do conhecimento da história do paciente, assim como sua relação com seus colegas de trabalho e rotina.

Algo importante de ser elencado é que muitas vezes o paciente chega ao consultório por meio de recomendação, uma vez que ele mesmo não é capaz de notar que há algo errado com sua saúde mental.

Assim, com um diagnóstico finalizado é possível partir para um tratamento adequado.

Tratando a síndrome de Burnout 

Normalmente, o tratamento da síndrome de Burnout segue duas ou até mesmo três vias de maneira conjunta e envolvem:

  •       Sessões de psicoterapia;
  •       Uso de medicamentos;
  •       Mudanças de hábitos.

Sessões de psicoterapia 

Em todos os casos da síndrome de Burnout a psicoterapia se faz necessária para compreender o que ocorre com o paciente.

Uma vez identificada a causa do esgotamento físico e mental, o psicoterapeuta vai ressignificar o problema e aos poucos recuperar a saúde mental do paciente.

Uso de medicamentos 

Junto à terapia é muito comum o uso de medicamentos. Ansiolíticos e antidepressivos causam efeitos positivos. Isso porque o estresse constante acaba por desregular a bioquímica cerebral e fármacos dessa natureza ajudam a reorganizar a atividade cerebral.

Mudança de hábitos 

E por último, mas não menos importante, a mudança de hábitos é parte importante do processo de tratamento que deve ocorrer de modo conjunto às sessões de terapia e uso de fármacos.

Incluir mais momentos de lazer e felicidade na rotina, estão entre as principais mudanças de hábitos que o paciente deve adotar.

Prevenção e prognóstico 

O manejo preventivo da síndrome de Burnout é relativamente simples de ser alcançado, mas requer um pouco de esforço por parte do paciente.

Fugir de rotinas exaustivas, manter um hobby, cuidar da saúde mental por meio de exercícios de respiração e meditação, se exercitar constantemente são formas bastante eficazes de prevenir o Burnout.

Quando o paciente segue o tratamento o prognóstico da síndrome de Burnout costuma ser bastante positivo, o que permite o retorno a uma rotina comum.

Sedantol pode ser um coadjuvante na saúde mental 

Tão importante quanto seguir tratamentos específicos é poder contar com a ajuda de nutracêuticos.

Formulado com zinco, magnésio e selênio associados a 10 vitaminas, Sedantol é um exemplo de nutracêutico que auxilia na proteção do organismo no combate aos radicais livres, que são moléculas responsáveis por gerar problemas à saúde física e mental.

Para fazer uso de Sedantol, consulte seu médico ou nutricionista para uma inclusão segura e adequada às suas necessidades.

Para mais informações sobre este nutracêutico é só clicar aqui!

Se é da Dovalle, você pode confiar.

Tipos de anemia: saiba quais são e como se prevenir

Tipos de anemia saiba quais são e como se prevenir

O termo anemia indica qualquer tipo de patologia onde há uma diminuição na redução do tamanho ou quantidade total de glóbulos vermelhos de uma pessoa é algo importante de ser elencado é que existem hoje diferentes tipos de anemia.

Falando de maneira prática a massa de glóbulos vermelhos (conhecidos como hemácias) é medida por meio da dosagem de uma proteína que recebe o nome de hemoglobina. É a hemoglobina que confere a cor vermelha ao sangue.

Embora a consequência física mais conhecida das anemias seja a palidez, os efeitos mais problemáticos possuem relação com a função dos glóbulos vermelhos. Como essas células são responsáveis pelo transporte de oxigênio para os tecidos, a instalação da patologia leva a uma menor liberação da substância para órgãos e tecidos corporais trazendo à tona uma série de problemas.

No artigo de hoje vamos te mostrar quais são os diferentes tipos de anemia, a sintomatologia e como se prevenir.

Conhecendo a anemia e suas causas 

Como citado em nossa introdução à anemia tem como principal característica a redução do número ou tamanho das hemácias sanguíneas ou da concentração da hemoglobina.

Nessas situações os números desses elementos se encontram em quantidades inferiores aos valores de referência, os quais podem depender de idade, sexo e local onde o paciente vive – já que a altitude, por exemplo pode influenciar na quantidade de hemácias.

Com relação às causas, a anemia pode ser desencadeada por uma série de fatores.

A deficiência de vitamina B12, presença de doenças parasitárias, patologias crônicas – principalmente as intestinais, sangramento, neoplasia e condições genéticas estão entre as principais razões que podem levar ao surgimento e instalação da doença.

Entretanto é importante ressaltar que embora existam variados tipos de anemia e causas, a forma mais comum é desencadeada pela deficiência de ferro, muitas vezes em decorrência de uma alimentação inadequada.

Principais sintomas 

Embora existam diferentes tipos de anemia, a sintomatologia das diferentes variáveis tendem a ser semelhantes entre si. Assim, pacientes com diferentes quadros da patologia tendem a apresentar os seguintes sinais:

  •         Palidez;
  •         Cansaço acompanhado por falta de ar;
  •         Sonolência;
  •         Dor de cabeça insistente seguida por quadros de tontura;
  •         Queda da pressão arterial;
  •         Irritabilidade seguida por dificuldades de concentração;
  •         Palpitações.

Os diferentes tipos de anemia 

Conforme foi dito existem diferentes tipos de anemia. Vamos te mostrar agora os principais deles.

Anemia ferropriva 

A anemia ferropriva, também chamada de anemia por deficiência de ferro, é um dos tipos mais comuns da doença podendo ser resultado direto de uma ingestão insuficiente de ferro, hemorragias, perdas sanguíneas provenientes de menstruação ou como consequência de uma infecção parasitária.

Trata-se do tipo mais relevante de mundo por conta de sua alta prevalência, principalmente em países subdesenvolvidos onde as pessoas têm menor acesso à alimentação de qualidade. É tratada com uso de suplementos e alterações alimentares.

Anemia megaloblástica 

A anemia megaloblástica é resultado da deficiência de vitamina B12 e ácido fólico. Ela pode ocorrer em decorrência a uma alimentação pobre em proteínas, hábitos alimentares inadequados, quando a pessoa resolve se tornar vegetariana ou vegana sem auxílio especializado ou por conta da presença de patologias que prejudicam a absorção de nutrientes.

O tratamento é feito com base na suplementação com doses diárias de vitamina B12 e folato.

Anemia falciforme 

A anemia falciforme é consequência direta de uma condição genética que afeta a produção da hemoglobina fazendo com que as hemácias – glóbulos vermelhos sofram deformação.

As hemácias possuem naturalmente um formato ovalado, mas nesse tipo de anemia elas adquirem um formato de foice, daí a nomenclatura da patologia. Essas hemácias em formatos específicos causam bloqueio dos vasos sanguíneos, impedindo uma oxigenação adequada dos tecidos e podem se romper facilmente.

Causando fraqueza, cansaço e principalmente inchaços o tratamento é feito ao longo da vida e inclui transfusões sanguíneas, uso de medicamentos e em casos mais graves transplante de medula óssea.

Talassemia 

A talassemia é mais um dentre os tipos de anemia. Trata-se de uma condição hereditária onde seus portadores apresentam um defeito na síntese de globina, uma substância responsável pela formação da hemoglobina.

As talassemias são classificadas de acordo com a cadeia afetada. As mais comuns são a alfa e a beta, podendo causar fadiga, fraqueza, icterícia, insuficiência cardiorrespiratória, e alterações em ossos, baço e fígado.

O tratamento varia de caso para caso, sendo comum o uso de fármacos, suplementos e transfusões sanguíneas.

Anemia aplástica 

Aqui temos um dos tipos de anemia mais raros. A anemia aplástica é uma doença autoimune onde a medula óssea tem a produção de células sanguíneas diminuídas pelo fato de o sistema imune a atacar, julgando que se trata de um agente agressor.

Pacientes portadores da anemia aplástica apresentam fraqueza, falta de ar, sonolência, dificuldades de concentração, manchas roxas pela pele e os sangramentos demoram para parar.

O tratamento é feito com o uso de medicamentos imunossupressores, transfusão sanguínea e transplante de medula óssea.

Como é feito o diagnóstico de anemia? 

O diagnóstico dos tipos de anemia só pode ser feito por meio de exames laboratoriais.

Um exame muito comum capaz de mostrar inconsistência na saúde das hemácias é o hemograma completo, que avalia tanto a série branca, quanto vermelha do sangue.

Além dele, outros exames específicos como ferro, ferritina, vitamina B12, testes genéticos podem ser solicitados para que um diagnóstico seja fechado.

Prevenir é possível 

Como mostramos aqui, existem alguns tipos de anemia que são impossíveis de prevenir. As de origem autoimune e hereditárias são exemplos disso.

No entanto, as que surgem por conta de deficiências sejam de vitaminas B12, ácido fólico e principalmente de ferro podem ser facilmente prevenidas.

Prevenindo anemia por meio da alimentação 

Uma ótima forma de prevenir diferentes tipos de anemia se dá por meio de uma alimentação balanceada e equilibrada rica em alimentos que sejam fontes de ferro, vitamina B12 e ácido fólico.

Alguns exemplos de alimentos ricos em ferro são: carnes vermelhas e brancas, miúdos, ovos, feijão, ervilha, lentilha e vegetais verde-escuros, como espinafre, rúcula e brócolis.

Já a vitamina B12 pode ser encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como leite, ovos, carnes e peixes.

E por fim, o ácido fólico pode ser obtido diretamente da ingestão de alimentos como laranja, beterraba, levedo de cerveja, brócolis, sementes oleaginosas, beterraba, arroz, soja verde e vegetais verde-escuro.

Manter uma alimentação com esses alimentos é uma ótima forma de prevenir a

Suplementação é outra forma de prevenir 

Outra maneira de prevenir os variados tipos de anemia se dá por meio de suplementação com nutracêuticos à base de ferro em sua composição.

Um ótimo exemplo de suplemento ferroso é Rubralong. Formulado com Ferro bisglicinato (de alta absorção) + vitaminas e minerais pode ser uma boa solução para prevenção de anemia desde que tenha o consumo e doses orientadas por um profissional.

E já que estamos falando em anemia, que tal conhecer um pouco mais sobre a forma com que essa patologia pode acometer as crianças? Para isso, é só clicar aqui.

O que é imunidade inata e adquirida? Quais suas diferenças?

o que é imunidade

O sistema imune é formado por uma extensa rede que envolve órgãos, células e moléculas cuja finalidade é manter a homeostase do organismo por meio do combate de agentes agressores externos. Muita gente não sabe o que é imunidade, tampouco tem o conhecimento que temos dois tipos distintos de proteção que são a imunidade inata e a imunidade adquirida.

No artigo de hoje vamos te mostrar o que é imunidade inata e adquirida, como o sistema imune funciona e quais são as formas de aumentar a defesa natural do organismo. Vamos conferir?

Compreendendo o sistema imunológico 

O sistema imunológico é na verdade, como o nome já sugere um conjunto de elementos existentes no corpo humano.

Esses elementos interagem entre si com um objetivo em comum: Defender o organismo de doenças causadas por agentes externos e internos como vírus, fungos, bactérias e demais tipos de microrganismos.

De maneira simplória é possível afirmar que o sistema imunológico atua como um escudo (ou barreira) sendo literalmente nossa defesa.

Resposta imune 

O processo de defesa do corpo humano por meio de atuação do sistema imunológico recebe o nome de resposta imune, popularmente chamada de imunidade.

Existem ao todo dois tipos de resposta imune: a inata, também chamada de natural ou não específica e a adquirida também chamada de específica ou adaptativa. Como vamos te mostrar logo a seguir.

O que é imunidade Inata e adquirida? 

Sempre que se fala sobre funcionamento do sistema imunológico, principalmente agora em tempos de pandemia de Covid-19 a discussão sobre imunizantes é ampla surge o questionamento: Afinal, o que é imunidade inata? Qual é a sua diferença para a imunidade adquirida?

Entendendo o que é imunidade inata 

A imunidade inata é considerada a primeira linha de defesa do organismo humano. Todos nascem com uma proteção rápida sem especificidade e limitada aos estímulos corporais.

A imunidade inata é representada por barreiras físicas, químicas e biológicas além de células moléculas presentes em todas as pessoas.

Os principais componentes da imunidade inata são:

  •         Barreiras físicas e mecânicas;
  •         Barreiras fisiológicas;
  •         Barreiras celulares;
  •         Barreira inflamatória.

As barreiras físicas e mecânicas têm como objetivo retardar ou impedir a entrada de molecular e agentes infecciosos no organismo. Como exemplos podemos citar a pele, cílios, mucosas, fluídos corporais e ações físicas como tosses e espirros.

As barreiras fisiológicas por sua vez atuam de modo a inibir ou eliminar o crescimento de organismos patogênicos. Alguns exemplos são o aumento da temperatura corporal, a acidez estomacal, a presença de bactérias intestinais.

As barreiras celulares agem de maneira a tentar expulsar partículas de microrganismos estranhos tentando eliminá-los do organismo. Linfócitos, leucócitos, neutrófilos, monócitos e macrófagos constituem a barreira de defesa celular do organismo.

E por fim temos a barreira inflamatória que nada mais do que o processo de inflamação em si agindo de modo a agredir tecidos do próprio organismo, mas prevenindo possíveis danos ainda maiores.

De maneira simplória é possível considerar a imunidade inata como um processo de defesa automático do organismo que ataca qualquer tipo de ameaça à saúde que encontra pela frente.

Além disso, é a resposta imune inata que aciona mecanismos de funcionamento da imunidade adquirida.

Compreendendo o que é imunidade adquirida 

A imunidade adquirida (ou adaptativa) como o nome já diz é um tipo de proteção específica e se desenvolve durante a vida de uma pessoa enquanto ela entra em contato com agentes invasores.

Esse tipo de proteção entra em ação quando a imunidade inata não é suficiente para garantir a proteção ao organismo.

Quando o organismo entra em contato com um agente invasor, como um vírus, por exemplo muitos eventos fisiológicos ocorrem, levando à uma ativação de células específicas e à produção dos chamados anticorpos.

Essa imunidade específica então pode ser chamada de humoral e celular.

A imunidade humoral é ativada por células chamadas de linfócitos B e envolve a produção de anticorpos a determinadas doenças, principalmente causada por vírus, como é o caso do Sarampo, por exemplo.

Uma pessoa que pega Sarampo uma vez, não desenvolve mais a doença porque o organismo adquiriu imunidade ao ser exposto ao vírus pela primeira vez e desenvolveu anticorpos para combatê-lo.

Já a imunidade celular é ativada também por células de defesa, mas nesse caso pelos linfócitos T. Quando microrganismos como vírus e bactérias conseguem sobreviver e se proliferar dentro do organismo e se tornam inacessíveis aos anticorpos, as células T se incubem de destruir os microrganismos ou causar a morte das células infectadas visando eliminar a infecção.

Sistema imunológico baixo 

Para que o organismo seja capaz de se proteger, o sistema imunológico deve estar operante e funcional.

No entanto algumas doenças como é o caso do diabetes e da AIDS, disfunções como em caso de alimentação inadequada ou uso de determinados medicamentos podem contribuir para uma disfunção do sistema imunológico causando uma condição conhecida como sistema imunológico baixo ou imunidade baixa.

Nessa situação o indivíduo pode ficar mais suscetível à ação de agentes externos. Assim é importante detectar o que está causando o problema e tentar revertê-lo o mais rapidamente possível 

Alguns sinais de baixa imunidade são:

  • Cansaço frequente;
  • Gripes e resfriados e demais infecções frequentes;
  •  Queda de cabelo;
  • Perda ou ganho de peso não intencional;
  •  Unhas enfraquecidas;
  • Alterações no sistema digestivo com dor de barriga frequente;
  • Demora na cicatrização de feridas;
  •  Aumento dos níveis de estresse e dificuldade de concentração.

Como fortalecer a imunidade 

Como citado, o sistema imunológico é responsável pela proteção do nosso corpo e seu funcionamento adequado está diretamente relacionado com a manutenção da saúde.

Embora não exista uma fórmula mágica, a adoção de alguns hábitos específicos pode aumentar a imunidade. Dentre as principais medidas que podem ser adotadas para fortalecer o sistema imunológico estão:

  •         Praticar atividades físicas;
  •         Alimentar-se de modo saudável;
  •         Dormir bem – cerca de 8 horas por dia;
  •         Manter bons níveis de hidratação – consumindo 2 litros de água diariamente.
  •         Evitar situações estressantes.

Além de todas essas ações o uso de suplementos também deve ser considerado por médicos e nutricionistas como alternativa para fortalecimento da imunidade. Nesse caso Imunovalle é uma ótima opção.

Formulado tendo como base a beta-glucana (wellmune) associado a vitaminas e minerais específicos como vitamina C e Zinco que auxiliam no funcionamento do sistema imune e com duas apresentações diferentes é uma excelente alternativa para adultos e crianças que com resposta imune deficiente.

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Quando o assunto é cuidar da saúde como um todo a Dovalle é referência. 

Como amenizar os efeitos das rugas, linhas de expressão e envelhecimento da pele

envelhecimento da pele

O envelhecimento da pele, bem como o surgimento de rugas e linhas de expressão, são processos naturais do organismo humano e ocorrem em todas as pessoas mais cedo ou mais tarde. 

Afinal de contas, muitas das ações tomadas diariamente podem contribuir positiva ou negativamente para o envelhecimento cutâneo.

No artigo de hoje, iremos te mostrar como amenizar os efeitos de rugas, linhas de expressão e até mesmo retardar o envelhecimento da pele.

Envelhecimento da pele e surgimento de linhas de expressão são processos naturais

De maneira geral, o envelhecimento do organismo como um todo se relaciona com o fato de que as células somáticas corporais começam a morrer e deixam de ser substituídas por novas, como ocorria na juventude. Esse processo é natural e está diretamente ligado ao que os profissionais da saúde chamam de envelhecimento celular.

Mas quando a pele começa envelhecer?

De acordo com dermatologistas, o envelhecimento da pele começa aos 25 anos de idade, mesmo que os sinais sejam praticamente imperceptíveis.

Dependendo do estilo de vida e da genética de cada pessoa, as funções fisiológicas normais da pele tendem a diminuir de maneira gradativa.

Como a pele é o órgão que mais reflete os efeitos da passagem do tempo, justamente por conta do surgimento de rugas, linhas de expressão e até mesmo flacidez, sua saúde e aparência estão diretamente relacionadas a estilo de vida e hábitos alimentares que colaboram para o surgimento de características de envelhecimento bastante específicos.

Como a pele envelhece? 

Do modo fisiológico, o processo de envelhecimento está diretamente associado à perda de tecido fibroso (que resulta em rugas e linhas de expressão), a taxa mais lenta de renovação celular e a redução da rede vascular e glandular.

O envelhecimento da pele ocorre em suas três camadas distintas:

  •         Epiderme;
  •         Derme;
  •         Hipoderme.

Epiderme 

Conforme envelhecemos, a renovação celular se torna mais lenta, o que reduz a produção de lipídios na superfície da pele, tornando-a mais áspera e ressecada. Conforme essa camada envelhece, ela fica mais sensível aos raios UV, o que faz com que o processo de renovação seja menos eficiente.

Derme 

A partir dos 25 anos de idade, ocorre uma diminuição de 1% do colágeno de maneira anual. Em conjunto com essa perda natural de colágeno, há também um declínio de elastina – proteína responsável pela saúde e manutenção de fibras elásticas da pele.

Com isso, a estrutura da pele fica mais comprometida, o que torna as rugas e linhas de expressão mais aparentes e resultam em uma elasticidade diminuída. Ao mesmo tempo, ocorre redução natural de fluxo sanguíneo, o que faz com que menos nutrientes e oxigênio cheguem à superfície, reduzindo o brilho rosado e característico de uma pele jovem.

Hipoderme 

Nas camadas mais profundas, as mudanças estão ligadas ao tamanho e número de células de armazenamento de lipídios no tecido adiposo. Essa redução causa um verdadeiro efeito dominó acarretando perda de volume, que torna as rugas e linhas de expressão ainda mais profundas, além de deixar a pele mais sensível a agressões e prejudicar a cicatrização de feridas.

Principais mitos sobre cuidados com a Pele 

Muito se fala sobre os cuidados com a pele capazes de amenizar rugas e linhas de expressão. No entanto, é preciso cautela e discernimento para definir o que é mito e o que é verdade quando se fala em cuidados com a pele.

Existem cremes antirrugas para diferentes idades

Embora sejam comercializados para que seu uso se dê por diferentes idades, os cremes antirrugas possuem a mesma composição (e ação), uma vez que o problema é o mesmo em diferentes fases da vida, tendo apenas sua intensidade aumentada.

Algo importante de ser colocado sobre cremes antirrugas é que eles funcionam, mas a classificação de acordo com idade é mera jogada de marketing.

Exercícios faciais evitam rugas e linhas de expressão 

Esse é um grande mito que se popularizou como verdade. Como dissemos anteriormente, é a diminuição de colágeno e elastina que causam o envelhecimento da pele trazendo à tona rugas e linhas de expressão e não a falta de tônus muscular.

Aprenda como minimizar o envelhecimento da pele e as linhas de expressão 

Compreender o processo de envelhecimento da pele ajuda a tomar decisões com a finalidade de minimizá-lo e, consequentemente, prevenir rugas, linhas de expressão e a até mesmo a flacidez.

As melhores formas de minimizar o envelhecimento cutâneo se dá principalmente por ações de estilo de vida, nutrição e hidratação.

Estilo de vida 

O estresse oxidativo causado pelo estilo de vida é um dos principais componentes ativos do envelhecimento da pele. Assim, evitar se expor a raios ultravioletas sem proteção, remover a maquiagem e limpar a pele com produtos indicados dermatologicamente é o primeiro passo para amenizar rugas e linhas de expressão, mantendo a pele jovem por mais tempo.

Nutrição e hidratação 

Manter uma alimentação saudável rica em frutas, legumes e verduras garante um aporte de antioxidantes capazes de reduzir a ação dos radicais livres na pele.

Alguns alimentos são conhecidos por seu potencial protetor cutâneo, como é o caso dos alimentos amarelos, frutas vermelhas e vegetais verde-escuros. Gorduras de qualidade também são boas opções!

Além disso, manter a hidratação é fundamental para ajudar o organismo na remoção de toxinas que podem interferir negativamente na saúde da pele e acentuar rugas e linhas de expressão.

É possível estimular a autoproteção cutânea

Uma barreira cutânea saudável, funcional e protetora é de grande importância no que diz respeito à saúde da pele e proteção contra a penetração de microrganismos, alérgenos, irritantes, espécies reativas de oxigênio e radiação. 

No entanto, para alcançar essa proteção, é necessário interromper a degradação dos constituintes estruturais primários da pele como colágeno e elastina, prevenindo assim o surgimento de rugas e linhas de expressão. 

Uma abordagem interessante a esse nível é a redução da inflamação por meio do uso de antioxidantes tópicos ou sistêmicos, que podem ser usados em combinação com filtros solares e retinóides para aumentar seus efeitos protetores

Suplementação deve ser levada em consideração 

Como mostramos anteriormente, o envelhecimento da pele começa aos 25 anos com uma perda anual de colágeno e elastina. Por isso, consulte seu médico ou nutricionista e avalie a inclusão de suplementos alimentares na sua rotina! 

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Saúde do homem: por que a prevenção é o melhor caminho

saúde do homem

Quando o assunto são os cuidados com a saúde, não é exagero nenhum dizer que o público feminino tem uma atenção maior no que diz respeito ao autocuidado comparado ao público masculino. 

Estamos entrando em novembro, um mês voltado à atenção da saúde do homem, entretanto medidas preventivas precisam ser tomadas o ano todo. 

No artigo de hoje, vamos falar sobre a saúde do homem de modo mais aprofundado, mostrar quais são as doenças que mais acometem o público masculino e o mais importante de tudo: Como preveni-las. 

Novembro azul e a saúde do homem 

Da mesma forma que o outubro rosa é dedicado à saúde da mulher, visando principalmente o câncer de mama, a campanha novembro azul é destinada à saúde do homem com o foco principal no câncer de próstata. 

De acordo com dados do INCA – Instituto Nacional do Câncer, hoje o câncer de próstata é o que mais acomete homens no Brasil e é o segundo com maior taxa de mortalidade. A expectativa para 2020 são de 65 mil novos casos e de pouco mais de 15.500 óbitos. 

A incidência do cancro prostático aumenta de maneira significativa a partir dos 50 anos de idade. Cerca de 30% dos homens com 50 anos de idade e 50% com 80 anos desenvolvem a condição. 

Embora sejam dados preocupantes, a boa notícia é que a prevenção é possível, mas é preciso tomar algumas medidas. 

Homens vivem menos que mulheres 

Quando se fala em prevenção e autocuidado, as mulheres são quem geralmente tomam iniciativas próprias.  

A cultura de ir ao médico entre o público masculino é mais restrita. Ainda existe muito receio, medo e até mesmo preconceito por parte dos homens em buscar prevenção e ajuda. 

Um levantamento realizado pelo Centro de Referência em Saúde do Homem em São Paulo mostrou que 70% dos homens que procuram um médico tiveram influência da mulher ou dos filhos.

O mesmo levantamento também mostrou que mais de 50% dos homens que adiam a ida ao médico, chegam com doenças em estágios avançados. 

O último censo realizado em 2018 mostra isso na prática. Hoje o brasileiro vive em média 76,3 anos, mas a média das mulheres é de 79,9 anos enquanto a masculina é de 72,8 anos. 

É mais do que claro que essa ausência de cuidado com a saúde por parte do público masculino resulta em uma mortalidade mais precoce. 

Doenças que mais acometem o público masculino 

Pensando particularmente em saúde do homem, fizemos um levantamento das doenças que mais atingem o público masculino. São elas:

  • Doenças cardiovasculares;
  • Obesidade;
  • Pneumonia;
  • Complicações hepáticas;
  • Câncer de próstata. 

Doenças cardiovasculares

Atualmente, as doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 30% das mortes registradas no Brasil e afetam principalmente os homens.

Infarto agudo do miocárdio, hipertensão arterial, acidente vascular cerebral – AVC, arritmias cardíacas e acúmulo de placas de gordura nos vasos sanguíneos são as principais. 

Esse tipo de patologia e 

Obesidade

De acordo com a OMS, a obesidade se tornou uma epidemia mundial. Trata-se de uma condição de saúde de ordem multifatorial, ou seja, causada por vários fatores. 

Causada por um estilo de vida descuidado, a obesidade facilita a instalação de muitas outras patologias, como as próprias doenças cardiovasculares que acabamos de mostrar, diabetes tipo II, gota, apneia do sono e diferentes tipos de câncer. 

Ao longo do tempo, a obesidade afeta direta e negativamente a saúde do homem, podendo causar morte súbita. 

Pneumonia

A pneumonia é uma das doenças com maior incidência no público masculino. Homens apresentam maior probabilidade de morrer por essa doença, mas não por questões relacionadas à biologia masculina. 

De acordo com pneumologistas, a maior taxa de mortalidade de pneumonia no público masculino se deve a um conjunto de comportamentos de risco e hábitos que são, geralmente, mais frequentes nos homens. Alguns desses hábitos são:

  • Alimentação desequilibrada e, muitas vezes, inadequada; 
  • Ausência de autocuidado em relação às condições climáticas (não se agasalhar bem em temperaturas mais baixas);
  • Baixa ingestão de água, ou seja, falta de hidratação. 

Complicações hepáticas

Complicações hepáticas como cirrose, hepatites e esteatose hepática são mais comuns nos homens do que nas mulheres. 

Essas alterações do fígado estão relacionadas de forma direta ao estilo de vida masculino, que compreende principalmente má alimentação e grande ingestão de bebidas alcoólicas. 

Câncer de próstata

E por fim temos o câncer de próstata que ocorre principalmente por conta da fisiologia masculina conforme há o envelhecimento natural e alterações genéticas, além de histórico familiar, fatores hormonais, certos hábitos alimentares (dieta rica em gordura, com poucas verduras, vegetais e frutas), sedentarismo e excesso de peso. 

Saúde do homem: prevenção é fácil e eficaz 

E quando falamos de saúde do homem é possível afirmar, sem sombra de dúvidas, que a prevenção é sempre o melhor caminho. 

O primeiro passo para prevenção é uma conscientização sobre a importância de cuidados e diminuir o estigma de que buscar ajuda especializada é sinal de inferioridade

De maneira recorrente, buscar profissionais da saúde como médicos especialistas, nutricionistas e educadores físicos é algo que funciona de maneira comprovada. 

Buscar um médico especialista ao menos duas vezes por ano permite check ups regulares e detecção de enfermidades em estágio ainda precoce, o que aumentam as chances de cura e diminuem a probabilidade de complicações.

Nutricionistas e educadores físicos de maneira conjunta a médicos são os profissionais indicados para orientação sobre alimentação e atividades físicas de maneira individualizada. 

Assim, as melhores medidas de prevenção visando a saúde do homem são:

  • Realização de consultas médicas e exames regulares;
  • Praticar uma alimentação mais saudável e equilibrada;
  • Praticar atividades físicas que lhe sejam prazerosas. 

Além disso, controlar o estresse e buscar atividades de lazer agem literalmente como agentes protetivos sobre à saúde masculina. 

Falando de maneira popular, é melhor prevenir do que remediar. É importante ter em mente que o custo da prevenção sempre será mais barato do que o do reparo. 

 

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