Cuidados com a pele no verão e problemas com o excesso de sol

Cuidados com a pele no verão e problemas com o excesso de sol

Com o aumento natural das temperaturas no verão, há uma mudança de comportamento nas pessoas que passam a praticar mais atividades ao ar livre. Nessa época do ano, a radiação solar é mais intensa, o que aumenta os riscos de queimaduras, manchas e demais problemas, tendo que redobrar os cuidados com a pele. Dessa maneira, não se deve deixar a fotoproteção de lado nessa estação.

Hoje vamos mostrar quais são os cuidados que devem ser tomados com a pele no verão e quais são os problemas mais comuns que afetam a cútis nessa época do ano.

Dezembro laranja: Campanha Nacional de Prevenção ao câncer de pele 

Criada em 2014 pela SBD – Sociedade Brasileira de Dermatologia, o Dezembro Laranja é uma iniciativa que faz parte da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de pele que ocorre em parceria com instituições públicas e privadas para informar a população, sobre as principais formas de prevenção e a importância de buscar um médico especializado para um diagnóstico preciso e tratamento adequado.

Seguindo o exemplo e o incentivo da campanha, vamos mostrar agora quais são os principais cuidados com a pele no verão.

Principais cuidados com a pele no verão

Existem diferentes cuidados com a pele no verão que podem ser adicionados de maneira simples à rotina de muita gente. Os principais são:

  •       Uso de roupas e acessórios adequados;
  •       Fazer uso de protetor solar;
  •       Manter a pele seca e hidratada através do uso de hidratantes específicos; 
  •       Priorizar hidratação;
  •     Optar por uma alimentação funcional. 

Vamos mostrar agora como colocar cada um desses cuidados em prática.

Uso de roupas e acessórios adequados 

Dentre todos os cuidados com a pele no verão, o uso de roupas e acessórios adequados é o primeiro.

Durante o verão é importante fazer uso de bloqueadores solares como chapéus, bonés e óculos solar e roupas de algodão durante as atividades ao ar livre. Isso porque eles são capazes de bloquear a maior parte da radiação ultravioleta.

Além disso, evitar a exposição solar entre as 9h e 16h horas também é uma medida muito importante, uma vez que a incidência dos raios solares, bem como os níveis de radiação UV estão aumentados nessa faixa de horário.

Fazer uso de protetor solar 

Um dos cuidados com a pele no verão é o uso do protetor solar que deve ser aplicado diariamente e não apenas nos momentos de lazer.

Produtos com fator de proteção solar (FPS) 30 ou superior são recomendados para uso diário e exposições mais prolongadas, como caminhadas, idas à praia e piscina ou durante pescarias.

O protetor solar deve proteger contra raios ultravioletas do tipo A e do tipo B, os famosos UVA e UVB e deve ser aplicado cerca de 30 minutos antes da exposição solar para que a pele o absorva adequadamente.

Manter a pele seca e hidratada 

Por conta do calor, muitas pessoas têm o hábito de se molharem de modo constante e/ou permanecerem com roupas úmidas como forma de amenizar as altas temperaturas. Entretanto, isso não é recomendado.

O ideal durante o verão é manter a pele seca e hidratada com uso de cremes hidratantes prescritos por dermatologista.

Priorizar a hidratação 

Outro ponto importante durante o verão é priorizar a hidratação. Durante essa estação as temperaturas estão naturalmente mais elevadas, o que aumenta as taxas de sudorese, que podem culminar em desidratação.

Uma pessoa desidratada, possui naturalmente uma pele mais ressecada e frágil e consequentemente mais suscetível a problemas funcionais.

Praticar uma alimentação funcional 

Embora cuidados externos sejam importantes, pensar em nutrientes também faz parte dos cuidados com a pele no verão.

Alimentos ricos em vitamina A e betacaroteno como mamão, abóbora, manga, espinafre, ovos, são ótimas opções pelo fato de conferirem fotoproteção às células da derme e epiderme.

Alimentos ricos em gorduras de qualidade, como sementes oleaginosas, abacate, azeite de qualidade possuem caráter anti-inflamatório e antioxidante prevenindo e acelerando a recuperação de danos causados pelos raios solares.

Alimentos ricos em vitamina C, como laranja, limão, abacaxi, maracujá, morangos, kiwi, potencializam a síntese de colágeno, fortalecendo a pele de maneira natural, minimizando danos provenientes de radiação.

A união de todos esses cuidados com a pele no verão ajuda a evitar uma série de problemas causados pelo excesso de sol, como vamos mostrar a seguir.

Problemas causados pelo excesso de sol 

Quando não se toma cuidados com a pele no verão, uma série de problemas causados pelo excesso de sol podem ocorrer. Dentre os principais podemos citar:

  •       Queimaduras;
  •       Manchas;
  •       Micoses;
  •       Brotoejas;
  •       Sardas brancas;
  •       Acne solar;
  •       Câncer de pele.

Algo importante para ser elencado sobre esses problemas é que todos eles podem ser evitados por meio de simples cuidados com a pele no verão, como citamos anteriormente.

Queimaduras, manchas, micoses, brotoejas, sardas brancas e acne solar podem se desenvolver de maneira rápida, dentro de um intervalo de poucos dias.

Já o câncer de pele, geralmente é fruto de longos períodos de exposição solar sem nenhum tipo de cuidado, aliado a alguns fatores específicos como é o caso de predisposição genética, por exemplo.

O uso de nutracêuticos está dentro dos cuidados com a pele no verão 

Além de todos os cuidados com a pele no verão que mostramos, é possível aumentar ainda mais a fotoproteção por meio do uso de suplementos nutracêuticos.

Importante mencionar que as uvas fazem parte das chamadas frutas vermelhas, que são boas fontes de antocianinas, pigmento que confere proteção às células da pele. Amoras, mirtilo, framboesa são ótimas opções, mas é preciso dar atenção especial às uvas, principalmente às suas sementes que são fontes de ácido linoléico um poderoso ácido graxo.

O ácido linoléico é conhecido por ser precursor de ceramida, uma substância que influencia o funcionamento de células de defesa da pele, tornando-a mais saudável e menos suscetível a problemas causados pelo sol.

Um exemplo de nutracêutico aliado da saúde da pele é o Resverol.

Resverol é um nutracêutico elaborado a partir do óleo extraído da semente de uva que é rico em ácido linoleico. Além disso, sua formulação é isenta de glúten e açúcar.

Converse com seu dermatologista sobre a inclusão de Resverol como mais um dentre os cuidados com a pele no verão que podem ser colocados em prática.

Já que estamos falando de cuidados com a pele no verão, que tal descobrir como amenizar os efeitos das rugas, linhas de expressão e envelhecimento da pele? Para isso, é só clicar aqui.

Saiba o que é a Síndrome de Burnout e os tratamentos disponíveis

Síndrome de Burnout

Em tempos de pandemia, muitas pessoas foram movidas ao trabalho remoto. Assim, de uma hora para outra, pessoas se viram precisando trabalhar, cuidar dos filhos e da casa ao mesmo tempo. O resultado disso: altos níveis de estresse, ansiedade, insônia e em casos mais graves a síndrome de Burnout.

Apenas para efeito de ilustração, a Microsoft, empresa conhecida por cuidar da saúde mental de seus colaboradores, encomendou uma pesquisa para avaliar a saúde de seus funcionários ao redor do mundo.

No total, mais de 6 mil pessoas espalhadas por 8 países, incluindo o Brasil, participaram do levantamento. Dentre os brasileiros que participaram, 44% respondeu que a pandemia aumentou o sentimento de Burnout com relação ao trabalho.

Pensando em trazer informação de qualidade e embasada técnica e cientificamente hoje vamos falar da síndrome de Burnout, quais são os sintomas, causas, diagnósticos e tratamentos disponíveis.

O que é a síndrome de Burnout 

A síndrome de Burnout é conhecida como esgotamento profissional. Trata-se de um estado crônico e extremo de estresse, que normalmente é provocado pela sobrecarga ou excesso de trabalho.

O termo Burnout vem do inglês e significa “queimar até o fim”. Assim, quem é acometido por essa condição tende a perder suas energias não apenas físicas, mas também emocionais, por conta de uma rotina profissional desgastante.

Em 2019 a OMS – Organização Mundial da Saúde, considerou o estresse no trabalho como uma doença. O que pode dar maior embasamento em questões trabalhistas relacionadas à saúde mental.

Diferente de outras condições de saúde, a síndrome de Burnout dá pequenos sinais de que pode estar vindo à tona como mostraremos agora.

Sintomas da Síndrome de Burnout 

A síndrome de Burnout causa sintomas físicos e psicológicos nas pessoas e um dos mais frequentes é a contínua sensação de exaustão.

Mesmo que a pessoa durma por muitas horas, ela normalmente já acorda cansada e sem energia para realização de suas tarefas, por mais banais que elas possam parecer.

De modo geral os principais sintomas físicos da síndrome são:

  •       Cansaço em excesso;
  •       Dores de cabeça que podem evoluir para enxaqueca;
  •       Fadiga
  •       Aumento da pressão arterial;
  •       Taquicardia;
  •       Dores musculares provenientes de tensão;
  •     Problemas gastrointestinais;
  •       Dificuldades para respirar
  •       Alergias e coceiras na pele.

Já os sinais psicológicos do Burnout são:

  •       Depressão seguida de ansiedade;
  •       Desânimo;
  •       Dificuldade em sentir prazer;
  •       Irritabilidade seguida de dificuldade para se concentrar;
  •       Alterações de sono;
  •       Sentimento de inferioridade;
  •       Falta de motivação e criatividade.

Quando os sintomas surgem e o paciente não busca ajuda profissional, a síndrome pode incapacitá-lo totalmente.

As causas da síndrome de Burnout 

As causas que desencadeiam a síndrome de Burnout vão desde a realização de tarefas exaustivas até relações interpessoais abusivas.

Dessa forma, é possível afirmar que se trata de uma condição multifatorial, ou seja, com mais de uma causa envolvida.

De acordo com profissionais de saúde mental, as principais causas da Síndrome de Burnout são:

  •       Ambientes de trabalho onde há cobrança excessiva;
  •       Alta carga de volume de trabalho;
  •       Excesso de responsabilidade;
  •       Longas jornadas de trabalho;
  •       Conflito com colegas de trabalho;
  •       Pouco descanso ou repouso;
  •       Grande intervalo de tempo gasto para ir e voltar do trabalho.

Como é feito o diagnóstico da síndrome de Burnout? 

Infelizmente não existe um exame capaz de apontar presença ou ausência da síndrome.

O diagnóstico da síndrome de Burnout é clínico e pode ser feito por meio de questionários desenvolvidos para detectar o quadro, mas isso nem sempre se faz necessário.

Profissionais de saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras podem suspeitar da condição por meio do conhecimento da história do paciente, assim como sua relação com seus colegas de trabalho e rotina.

Algo importante de ser elencado é que muitas vezes o paciente chega ao consultório por meio de recomendação, uma vez que ele mesmo não é capaz de notar que há algo errado com sua saúde mental.

Assim, com um diagnóstico finalizado é possível partir para um tratamento adequado.

Tratando a síndrome de Burnout 

Normalmente, o tratamento da síndrome de Burnout segue duas ou até mesmo três vias de maneira conjunta e envolvem:

  •       Sessões de psicoterapia;
  •       Uso de medicamentos;
  •       Mudanças de hábitos.

Sessões de psicoterapia 

Em todos os casos da síndrome de Burnout a psicoterapia se faz necessária para compreender o que ocorre com o paciente.

Uma vez identificada a causa do esgotamento físico e mental, o psicoterapeuta vai ressignificar o problema e aos poucos recuperar a saúde mental do paciente.

Uso de medicamentos 

Junto à terapia é muito comum o uso de medicamentos. Ansiolíticos e antidepressivos causam efeitos positivos. Isso porque o estresse constante acaba por desregular a bioquímica cerebral e fármacos dessa natureza ajudam a reorganizar a atividade cerebral.

Mudança de hábitos 

E por último, mas não menos importante, a mudança de hábitos é parte importante do processo de tratamento que deve ocorrer de modo conjunto às sessões de terapia e uso de fármacos.

Incluir mais momentos de lazer e felicidade na rotina, estão entre as principais mudanças de hábitos que o paciente deve adotar.

Prevenção e prognóstico 

O manejo preventivo da síndrome de Burnout é relativamente simples de ser alcançado, mas requer um pouco de esforço por parte do paciente.

Fugir de rotinas exaustivas, manter um hobby, cuidar da saúde mental por meio de exercícios de respiração e meditação, se exercitar constantemente são formas bastante eficazes de prevenir o Burnout.

Quando o paciente segue o tratamento o prognóstico da síndrome de Burnout costuma ser bastante positivo, o que permite o retorno a uma rotina comum.

Sedantol pode ser um coadjuvante na saúde mental 

Tão importante quanto seguir tratamentos específicos é poder contar com a ajuda de nutracêuticos.

Formulado com zinco, magnésio e selênio associados a 10 vitaminas, Sedantol é um exemplo de nutracêutico que auxilia na proteção do organismo no combate aos radicais livres, que são moléculas responsáveis por gerar problemas à saúde física e mental.

Para fazer uso de Sedantol, consulte seu médico ou nutricionista para uma inclusão segura e adequada às suas necessidades.

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Tipos de anemia: saiba quais são e como se prevenir

Tipos de anemia saiba quais são e como se prevenir

O termo anemia indica qualquer tipo de patologia onde há uma diminuição na redução do tamanho ou quantidade total de glóbulos vermelhos de uma pessoa é algo importante de ser elencado é que existem hoje diferentes tipos de anemia.

Falando de maneira prática a massa de glóbulos vermelhos (conhecidos como hemácias) é medida por meio da dosagem de uma proteína que recebe o nome de hemoglobina. É a hemoglobina que confere a cor vermelha ao sangue.

Embora a consequência física mais conhecida das anemias seja a palidez, os efeitos mais problemáticos possuem relação com a função dos glóbulos vermelhos. Como essas células são responsáveis pelo transporte de oxigênio para os tecidos, a instalação da patologia leva a uma menor liberação da substância para órgãos e tecidos corporais trazendo à tona uma série de problemas.

No artigo de hoje vamos te mostrar quais são os diferentes tipos de anemia, a sintomatologia e como se prevenir.

Conhecendo a anemia e suas causas 

Como citado em nossa introdução à anemia tem como principal característica a redução do número ou tamanho das hemácias sanguíneas ou da concentração da hemoglobina.

Nessas situações os números desses elementos se encontram em quantidades inferiores aos valores de referência, os quais podem depender de idade, sexo e local onde o paciente vive – já que a altitude, por exemplo pode influenciar na quantidade de hemácias.

Com relação às causas, a anemia pode ser desencadeada por uma série de fatores.

A deficiência de vitamina B12, presença de doenças parasitárias, patologias crônicas – principalmente as intestinais, sangramento, neoplasia e condições genéticas estão entre as principais razões que podem levar ao surgimento e instalação da doença.

Entretanto é importante ressaltar que embora existam variados tipos de anemia e causas, a forma mais comum é desencadeada pela deficiência de ferro, muitas vezes em decorrência de uma alimentação inadequada.

Principais sintomas 

Embora existam diferentes tipos de anemia, a sintomatologia das diferentes variáveis tendem a ser semelhantes entre si. Assim, pacientes com diferentes quadros da patologia tendem a apresentar os seguintes sinais:

  •         Palidez;
  •         Cansaço acompanhado por falta de ar;
  •         Sonolência;
  •         Dor de cabeça insistente seguida por quadros de tontura;
  •         Queda da pressão arterial;
  •         Irritabilidade seguida por dificuldades de concentração;
  •         Palpitações.

Os diferentes tipos de anemia 

Conforme foi dito existem diferentes tipos de anemia. Vamos te mostrar agora os principais deles.

Anemia ferropriva 

A anemia ferropriva, também chamada de anemia por deficiência de ferro, é um dos tipos mais comuns da doença podendo ser resultado direto de uma ingestão insuficiente de ferro, hemorragias, perdas sanguíneas provenientes de menstruação ou como consequência de uma infecção parasitária.

Trata-se do tipo mais relevante de mundo por conta de sua alta prevalência, principalmente em países subdesenvolvidos onde as pessoas têm menor acesso à alimentação de qualidade. É tratada com uso de suplementos e alterações alimentares.

Anemia megaloblástica 

A anemia megaloblástica é resultado da deficiência de vitamina B12 e ácido fólico. Ela pode ocorrer em decorrência a uma alimentação pobre em proteínas, hábitos alimentares inadequados, quando a pessoa resolve se tornar vegetariana ou vegana sem auxílio especializado ou por conta da presença de patologias que prejudicam a absorção de nutrientes.

O tratamento é feito com base na suplementação com doses diárias de vitamina B12 e folato.

Anemia falciforme 

A anemia falciforme é consequência direta de uma condição genética que afeta a produção da hemoglobina fazendo com que as hemácias – glóbulos vermelhos sofram deformação.

As hemácias possuem naturalmente um formato ovalado, mas nesse tipo de anemia elas adquirem um formato de foice, daí a nomenclatura da patologia. Essas hemácias em formatos específicos causam bloqueio dos vasos sanguíneos, impedindo uma oxigenação adequada dos tecidos e podem se romper facilmente.

Causando fraqueza, cansaço e principalmente inchaços o tratamento é feito ao longo da vida e inclui transfusões sanguíneas, uso de medicamentos e em casos mais graves transplante de medula óssea.

Talassemia 

A talassemia é mais um dentre os tipos de anemia. Trata-se de uma condição hereditária onde seus portadores apresentam um defeito na síntese de globina, uma substância responsável pela formação da hemoglobina.

As talassemias são classificadas de acordo com a cadeia afetada. As mais comuns são a alfa e a beta, podendo causar fadiga, fraqueza, icterícia, insuficiência cardiorrespiratória, e alterações em ossos, baço e fígado.

O tratamento varia de caso para caso, sendo comum o uso de fármacos, suplementos e transfusões sanguíneas.

Anemia aplástica 

Aqui temos um dos tipos de anemia mais raros. A anemia aplástica é uma doença autoimune onde a medula óssea tem a produção de células sanguíneas diminuídas pelo fato de o sistema imune a atacar, julgando que se trata de um agente agressor.

Pacientes portadores da anemia aplástica apresentam fraqueza, falta de ar, sonolência, dificuldades de concentração, manchas roxas pela pele e os sangramentos demoram para parar.

O tratamento é feito com o uso de medicamentos imunossupressores, transfusão sanguínea e transplante de medula óssea.

Como é feito o diagnóstico de anemia? 

O diagnóstico dos tipos de anemia só pode ser feito por meio de exames laboratoriais.

Um exame muito comum capaz de mostrar inconsistência na saúde das hemácias é o hemograma completo, que avalia tanto a série branca, quanto vermelha do sangue.

Além dele, outros exames específicos como ferro, ferritina, vitamina B12, testes genéticos podem ser solicitados para que um diagnóstico seja fechado.

Prevenir é possível 

Como mostramos aqui, existem alguns tipos de anemia que são impossíveis de prevenir. As de origem autoimune e hereditárias são exemplos disso.

No entanto, as que surgem por conta de deficiências sejam de vitaminas B12, ácido fólico e principalmente de ferro podem ser facilmente prevenidas.

Prevenindo anemia por meio da alimentação 

Uma ótima forma de prevenir diferentes tipos de anemia se dá por meio de uma alimentação balanceada e equilibrada rica em alimentos que sejam fontes de ferro, vitamina B12 e ácido fólico.

Alguns exemplos de alimentos ricos em ferro são: carnes vermelhas e brancas, miúdos, ovos, feijão, ervilha, lentilha e vegetais verde-escuros, como espinafre, rúcula e brócolis.

Já a vitamina B12 pode ser encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como leite, ovos, carnes e peixes.

E por fim, o ácido fólico pode ser obtido diretamente da ingestão de alimentos como laranja, beterraba, levedo de cerveja, brócolis, sementes oleaginosas, beterraba, arroz, soja verde e vegetais verde-escuro.

Manter uma alimentação com esses alimentos é uma ótima forma de prevenir a

Suplementação é outra forma de prevenir 

Outra maneira de prevenir os variados tipos de anemia se dá por meio de suplementação com nutracêuticos à base de ferro em sua composição.

Um ótimo exemplo de suplemento ferroso é Rubralong. Formulado com Ferro bisglicinato (de alta absorção) + vitaminas e minerais pode ser uma boa solução para prevenção de anemia desde que tenha o consumo e doses orientadas por um profissional.

E já que estamos falando em anemia, que tal conhecer um pouco mais sobre a forma com que essa patologia pode acometer as crianças? Para isso, é só clicar aqui.

O que é imunidade inata e adquirida? Quais suas diferenças?

o que é imunidade

O sistema imune é formado por uma extensa rede que envolve órgãos, células e moléculas cuja finalidade é manter a homeostase do organismo por meio do combate de agentes agressores externos. Muita gente não sabe o que é imunidade, tampouco tem o conhecimento que temos dois tipos distintos de proteção que são a imunidade inata e a imunidade adquirida.

No artigo de hoje vamos te mostrar o que é imunidade inata e adquirida, como o sistema imune funciona e quais são as formas de aumentar a defesa natural do organismo. Vamos conferir?

Compreendendo o sistema imunológico 

O sistema imunológico é na verdade, como o nome já sugere um conjunto de elementos existentes no corpo humano.

Esses elementos interagem entre si com um objetivo em comum: Defender o organismo de doenças causadas por agentes externos e internos como vírus, fungos, bactérias e demais tipos de microrganismos.

De maneira simplória é possível afirmar que o sistema imunológico atua como um escudo (ou barreira) sendo literalmente nossa defesa.

Resposta imune 

O processo de defesa do corpo humano por meio de atuação do sistema imunológico recebe o nome de resposta imune, popularmente chamada de imunidade.

Existem ao todo dois tipos de resposta imune: a inata, também chamada de natural ou não específica e a adquirida também chamada de específica ou adaptativa. Como vamos te mostrar logo a seguir.

O que é imunidade Inata e adquirida? 

Sempre que se fala sobre funcionamento do sistema imunológico, principalmente agora em tempos de pandemia de Covid-19 a discussão sobre imunizantes é ampla surge o questionamento: Afinal, o que é imunidade inata? Qual é a sua diferença para a imunidade adquirida?

Entendendo o que é imunidade inata 

A imunidade inata é considerada a primeira linha de defesa do organismo humano. Todos nascem com uma proteção rápida sem especificidade e limitada aos estímulos corporais.

A imunidade inata é representada por barreiras físicas, químicas e biológicas além de células moléculas presentes em todas as pessoas.

Os principais componentes da imunidade inata são:

  •         Barreiras físicas e mecânicas;
  •         Barreiras fisiológicas;
  •         Barreiras celulares;
  •         Barreira inflamatória.

As barreiras físicas e mecânicas têm como objetivo retardar ou impedir a entrada de molecular e agentes infecciosos no organismo. Como exemplos podemos citar a pele, cílios, mucosas, fluídos corporais e ações físicas como tosses e espirros.

As barreiras fisiológicas por sua vez atuam de modo a inibir ou eliminar o crescimento de organismos patogênicos. Alguns exemplos são o aumento da temperatura corporal, a acidez estomacal, a presença de bactérias intestinais.

As barreiras celulares agem de maneira a tentar expulsar partículas de microrganismos estranhos tentando eliminá-los do organismo. Linfócitos, leucócitos, neutrófilos, monócitos e macrófagos constituem a barreira de defesa celular do organismo.

E por fim temos a barreira inflamatória que nada mais do que o processo de inflamação em si agindo de modo a agredir tecidos do próprio organismo, mas prevenindo possíveis danos ainda maiores.

De maneira simplória é possível considerar a imunidade inata como um processo de defesa automático do organismo que ataca qualquer tipo de ameaça à saúde que encontra pela frente.

Além disso, é a resposta imune inata que aciona mecanismos de funcionamento da imunidade adquirida.

Compreendendo o que é imunidade adquirida 

A imunidade adquirida (ou adaptativa) como o nome já diz é um tipo de proteção específica e se desenvolve durante a vida de uma pessoa enquanto ela entra em contato com agentes invasores.

Esse tipo de proteção entra em ação quando a imunidade inata não é suficiente para garantir a proteção ao organismo.

Quando o organismo entra em contato com um agente invasor, como um vírus, por exemplo muitos eventos fisiológicos ocorrem, levando à uma ativação de células específicas e à produção dos chamados anticorpos.

Essa imunidade específica então pode ser chamada de humoral e celular.

A imunidade humoral é ativada por células chamadas de linfócitos B e envolve a produção de anticorpos a determinadas doenças, principalmente causada por vírus, como é o caso do Sarampo, por exemplo.

Uma pessoa que pega Sarampo uma vez, não desenvolve mais a doença porque o organismo adquiriu imunidade ao ser exposto ao vírus pela primeira vez e desenvolveu anticorpos para combatê-lo.

Já a imunidade celular é ativada também por células de defesa, mas nesse caso pelos linfócitos T. Quando microrganismos como vírus e bactérias conseguem sobreviver e se proliferar dentro do organismo e se tornam inacessíveis aos anticorpos, as células T se incubem de destruir os microrganismos ou causar a morte das células infectadas visando eliminar a infecção.

Sistema imunológico baixo 

Para que o organismo seja capaz de se proteger, o sistema imunológico deve estar operante e funcional.

No entanto algumas doenças como é o caso do diabetes e da AIDS, disfunções como em caso de alimentação inadequada ou uso de determinados medicamentos podem contribuir para uma disfunção do sistema imunológico causando uma condição conhecida como sistema imunológico baixo ou imunidade baixa.

Nessa situação o indivíduo pode ficar mais suscetível à ação de agentes externos. Assim é importante detectar o que está causando o problema e tentar revertê-lo o mais rapidamente possível 

Alguns sinais de baixa imunidade são:

  • Cansaço frequente;
  • Gripes e resfriados e demais infecções frequentes;
  •  Queda de cabelo;
  • Perda ou ganho de peso não intencional;
  •  Unhas enfraquecidas;
  • Alterações no sistema digestivo com dor de barriga frequente;
  • Demora na cicatrização de feridas;
  •  Aumento dos níveis de estresse e dificuldade de concentração.

Como fortalecer a imunidade 

Como citado, o sistema imunológico é responsável pela proteção do nosso corpo e seu funcionamento adequado está diretamente relacionado com a manutenção da saúde.

Embora não exista uma fórmula mágica, a adoção de alguns hábitos específicos pode aumentar a imunidade. Dentre as principais medidas que podem ser adotadas para fortalecer o sistema imunológico estão:

  •         Praticar atividades físicas;
  •         Alimentar-se de modo saudável;
  •         Dormir bem – cerca de 8 horas por dia;
  •         Manter bons níveis de hidratação – consumindo 2 litros de água diariamente.
  •         Evitar situações estressantes.

Além de todas essas ações o uso de suplementos também deve ser considerado por médicos e nutricionistas como alternativa para fortalecimento da imunidade. Nesse caso Imunovalle é uma ótima opção.

Formulado tendo como base a beta-glucana (wellmune) associado a vitaminas e minerais específicos como vitamina C e Zinco que auxiliam no funcionamento do sistema imune e com duas apresentações diferentes é uma excelente alternativa para adultos e crianças que com resposta imune deficiente.

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