Articulações Sinoviais: o que são e para que servem

articulações sinoviais

Você já ouviu falar em articulações sinoviais? 

O esqueleto humano é responsável pelo suporte estrutural, proteção de órgãos internos e facilitador da locomoção. No entanto, para que a locomoção ocorra, é importante que os ossos sejam capazes de se articular entre si e isso só é possível graças a essas articulações, que permitem estabilidade e potência de movimentos.

As articulações do corpo humano são definidas como o ponto onde dois ossos se encontram de modo adjacente. Existem diferentes tipos e são classificadas com base na amplitude de movimento realizado e o tipo de tecido que mantém os ossos unidos.

Continue com a leitura para saber mais sobre o assunto! 

Diferentes tipos de articulação

Antes de mais nada, é importante entender quais os tipos de articulações existem no corpo humano. Dá uma olhada! 

Articulações fibrosas

Também chamadas de sinartroses ou articulações imóveis, elas possuem uma pequena separação com tecido conjuntivo fibroso entre os ossos visando a absorção de impacto. Essa variação de articulação se faz presente em ossos do crânio e entre os ossos da tíbia e fíbula.

Articulações cartilaginosas 

Também conhecidas como anfiartrose ou articulações semimóveis, como o nome já sugere, ela apresenta um tecido cartilaginoso entre os ossos, o que permite pequenos movimentos sem atritos. Esse tipo de articulação pode ser encontrado em ossos do quadril e entre as vértebras.

Articulações sinoviais

Também conhecidas como articulações móveis, têm como principal característica o livre deslizamento entre as superfícies de ossos em virtude da presença de um líquido que recebe o nome de sinovial.

Diferente das outras articulações citadas, as articulações sinoviais se unem por meio de uma cápsula articular onde o líquido sinovial se faz presente, permitindo grande amplitude de movimento.

As articulações sinoviais são classificadas de acordo com a capacidade de movimentação que possuem. Caso elas se movam dentro de um eixo de rotação, elas são chamadas de uniaxiais; quando possuem dois eixos, são biaxiais e, se possuir três eixos, a nomenclatura muda para poliaxiais.

Esse tipo de articulação está presente entre o osso esterno e as clavículas, ombros, cotovelos, quadris, joelho e entre a tíbia e a fíbula (ossos abaixo do joelho). 

Envelhecimento das articulações 

A exemplo de outros tecidos corporais, como é o caso da pele, as articulações também envelhecem com o tempo.

De modo particular, as articulações sinoviais começam a envelhecer a partir dos 35 anos de idade.

A partir desse momento, alterações nas cartilagens e diminuição de líquido sinovial podem contribuir para disfunções cartilaginosas e instalação de processos de calcificação que podem levar à diminuição da flexibilidade e função locomotora.

Assim, cuidar dessas articulações de forma ininterrupta é essencial para quem busca liberdade e qualidade de vida.

Principais condições que acometem a saúde das articulações sinoviais 

Assim como ocorre nos outros tipos de articulação, as articulações sinoviais também estão sujeitas a falhas e problemas, na maioria das vezes por conta de doenças ou lesões.

Comumente os traumas como quedas ou impactos provenientes de acidentes, são as principais condições que podem afetar a saúde das articulações sinoviais.

Quando não afetadas por condições externas, esse tipo de articulação pode ser acometido por patologias específicas como: osteoartrite, gota ou doenças de cunho autoimune, como é o caso da osteoartrite ou da espondilite anquilosante, por exemplo.  

Mantendo a saúde das articulações sinoviais

Manter a saúde das articulações sinoviais é uma tarefa mais simples do que se pode imaginar. Através da adoção de ações a seguir, é possível garantir a saúde delas por muitos anos. 

Manutenção do peso 

O excesso de peso causa pressões extras às articulações, principalmente nas dos membros inferiores que podem sofrer maior impacto e perder suas funcionalidades de forma acelerada. Assim, se manter dentro de um peso saudável é importante para a saúde e funcionamento das articulações sinoviais.

Alimentação saudável 

Por meio da alimentação, é possível entrar ou sair de quadros inflamatórios sistêmicos crônicos. Logo, se alimentar de maneira saudável, visando alimentos de baixo teor inflamatório, contribuem para a saúde do líquido sinovial que envolve essas articulações, evitando processos inflamatórios e, assim, mantendo-as saudáveis e funcionais.

Prática de atividades físicas 

Embora as articulações forneçam estabilidade ao organismo, manter musculatura ao redor fortalecida é de grande importância. Atividades de força e de amplitude como é o caso da musculação, pilates e ioga promovem saúde e longevidade das articulações sinoviais.

Uso de nutracêuticos 

E, por último, mas não menos importante, temos o uso de nutracêuticos. Embora manter o peso, se alimentar de maneira saudável e praticar atividades físicas sejam ações importantes para manutenção e saúde das articulações sinoviais, é preciso ter em mente que elas passam por um processo natural de envelhecimento.

Assim, fazer uso de suplementação, é uma ótima opção para mantê-las saudáveis e funcionais por mais tempo. Uma ótima opção para a saúde das articulações sinoviais é o Algi Articular.

Elaborado a partir de peptídeos bioativos de colágenos associados com vitaminas A, C, D, E e minerais como zinco e manganês, se você sente dores ou desconfortos articulares, converse com seu médico de confiança sobre o uso de Algi Articular.

E já que estamos falando de saúde articular, que tal conhecer de maneira mais profunda sobre a artrite, uma doença que atinge as articulações? Para isso basta clicar aqui!

Como amenizar os efeitos das rugas, linhas de expressão e envelhecimento da pele

envelhecimento da pele

O envelhecimento da pele, bem como o surgimento de rugas e linhas de expressão, são processos naturais do organismo humano e ocorrem em todas as pessoas mais cedo ou mais tarde. 

Afinal de contas, muitas das ações tomadas diariamente podem contribuir positiva ou negativamente para o envelhecimento cutâneo.

No artigo de hoje, iremos te mostrar como amenizar os efeitos de rugas, linhas de expressão e até mesmo retardar o envelhecimento da pele.

Envelhecimento da pele e surgimento de linhas de expressão são processos naturais

De maneira geral, o envelhecimento do organismo como um todo se relaciona com o fato de que as células somáticas corporais começam a morrer e deixam de ser substituídas por novas, como ocorria na juventude. Esse processo é natural e está diretamente ligado ao que os profissionais da saúde chamam de envelhecimento celular.

Mas quando a pele começa envelhecer?

De acordo com dermatologistas, o envelhecimento da pele começa aos 25 anos de idade, mesmo que os sinais sejam praticamente imperceptíveis.

Dependendo do estilo de vida e da genética de cada pessoa, as funções fisiológicas normais da pele tendem a diminuir de maneira gradativa.

Como a pele é o órgão que mais reflete os efeitos da passagem do tempo, justamente por conta do surgimento de rugas, linhas de expressão e até mesmo flacidez, sua saúde e aparência estão diretamente relacionadas a estilo de vida e hábitos alimentares que colaboram para o surgimento de características de envelhecimento bastante específicos.

Como a pele envelhece? 

Do modo fisiológico, o processo de envelhecimento está diretamente associado à perda de tecido fibroso (que resulta em rugas e linhas de expressão), a taxa mais lenta de renovação celular e a redução da rede vascular e glandular.

O envelhecimento da pele ocorre em suas três camadas distintas:

  •         Epiderme;
  •         Derme;
  •         Hipoderme.

Epiderme 

Conforme envelhecemos, a renovação celular se torna mais lenta, o que reduz a produção de lipídios na superfície da pele, tornando-a mais áspera e ressecada. Conforme essa camada envelhece, ela fica mais sensível aos raios UV, o que faz com que o processo de renovação seja menos eficiente.

Derme 

A partir dos 25 anos de idade, ocorre uma diminuição de 1% do colágeno de maneira anual. Em conjunto com essa perda natural de colágeno, há também um declínio de elastina – proteína responsável pela saúde e manutenção de fibras elásticas da pele.

Com isso, a estrutura da pele fica mais comprometida, o que torna as rugas e linhas de expressão mais aparentes e resultam em uma elasticidade diminuída. Ao mesmo tempo, ocorre redução natural de fluxo sanguíneo, o que faz com que menos nutrientes e oxigênio cheguem à superfície, reduzindo o brilho rosado e característico de uma pele jovem.

Hipoderme 

Nas camadas mais profundas, as mudanças estão ligadas ao tamanho e número de células de armazenamento de lipídios no tecido adiposo. Essa redução causa um verdadeiro efeito dominó acarretando perda de volume, que torna as rugas e linhas de expressão ainda mais profundas, além de deixar a pele mais sensível a agressões e prejudicar a cicatrização de feridas.

Principais mitos sobre cuidados com a Pele 

Muito se fala sobre os cuidados com a pele capazes de amenizar rugas e linhas de expressão. No entanto, é preciso cautela e discernimento para definir o que é mito e o que é verdade quando se fala em cuidados com a pele.

Existem cremes antirrugas para diferentes idades

Embora sejam comercializados para que seu uso se dê por diferentes idades, os cremes antirrugas possuem a mesma composição (e ação), uma vez que o problema é o mesmo em diferentes fases da vida, tendo apenas sua intensidade aumentada.

Algo importante de ser colocado sobre cremes antirrugas é que eles funcionam, mas a classificação de acordo com idade é mera jogada de marketing.

Exercícios faciais evitam rugas e linhas de expressão 

Esse é um grande mito que se popularizou como verdade. Como dissemos anteriormente, é a diminuição de colágeno e elastina que causam o envelhecimento da pele trazendo à tona rugas e linhas de expressão e não a falta de tônus muscular.

Aprenda como minimizar o envelhecimento da pele e as linhas de expressão 

Compreender o processo de envelhecimento da pele ajuda a tomar decisões com a finalidade de minimizá-lo e, consequentemente, prevenir rugas, linhas de expressão e a até mesmo a flacidez.

As melhores formas de minimizar o envelhecimento cutâneo se dá principalmente por ações de estilo de vida, nutrição e hidratação.

Estilo de vida 

O estresse oxidativo causado pelo estilo de vida é um dos principais componentes ativos do envelhecimento da pele. Assim, evitar se expor a raios ultravioletas sem proteção, remover a maquiagem e limpar a pele com produtos indicados dermatologicamente é o primeiro passo para amenizar rugas e linhas de expressão, mantendo a pele jovem por mais tempo.

Nutrição e hidratação 

Manter uma alimentação saudável rica em frutas, legumes e verduras garante um aporte de antioxidantes capazes de reduzir a ação dos radicais livres na pele.

Alguns alimentos são conhecidos por seu potencial protetor cutâneo, como é o caso dos alimentos amarelos, frutas vermelhas e vegetais verde-escuros. Gorduras de qualidade também são boas opções!

Além disso, manter a hidratação é fundamental para ajudar o organismo na remoção de toxinas que podem interferir negativamente na saúde da pele e acentuar rugas e linhas de expressão.

É possível estimular a autoproteção cutânea

Uma barreira cutânea saudável, funcional e protetora é de grande importância no que diz respeito à saúde da pele e proteção contra a penetração de microrganismos, alérgenos, irritantes, espécies reativas de oxigênio e radiação. 

No entanto, para alcançar essa proteção, é necessário interromper a degradação dos constituintes estruturais primários da pele como colágeno e elastina, prevenindo assim o surgimento de rugas e linhas de expressão. 

Uma abordagem interessante a esse nível é a redução da inflamação por meio do uso de antioxidantes tópicos ou sistêmicos, que podem ser usados em combinação com filtros solares e retinóides para aumentar seus efeitos protetores

Suplementação deve ser levada em consideração 

Como mostramos anteriormente, o envelhecimento da pele começa aos 25 anos com uma perda anual de colágeno e elastina. Por isso, consulte seu médico ou nutricionista e avalie a inclusão de suplementos alimentares na sua rotina! 

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Serotonina e melatonina: o que são e como auxiliam na saúde física e psicológica

Mulher sorrindo de frente para o espelho, indicativo de níveis altos de serotonina e melatonina no organismo

Talvez você já tenha ouvido falar da serotonina e melatonina e sabe que elas são fundamentais em nosso organismo. Mas será que você entende como elas agem no corpo humano e para que, de fato, servem? 

Nunca antes na história se prezou tanto por saúde mental, psicológica e/ou emocional. Após um levantamento da OMS em 2019, descobriu-se que o Brasil é o país mais ansioso do mundo. 

E é justamente nessa questão que a serotonina e melatonina surgem como uma grande solução para tais problemas! Por isso, no artigo de hoje, vamos te mostrar o que são essas duas substâncias, quais seus impactos na saúde e como manter níveis equilibrados delas no organismo. 

Serotonina e melatonina: o que são e quais suas funções? 

Serotonina 

A substância é um neurotransmissor que atua diretamente no cérebro, estabelecendo melhor comunicação entre neurônios. É produzida a partir da presença de alimentos ricos em triptofano, um aminoácido obtido por meio da alimentação.

A serotonina atua de maneira a regular o apetite, ritmo cardíaco, temperatura corporal, o sono e, como consequência, o humor. Quando se encontra em baixos níveis de concentração, pode causar ansiedade, mau humor, dificuldades para dormir e até depressão.

Melatonina 

Já a melatonina é um hormônio naturalmente produzido pelo organismo. Sua principal função é a regulação do ciclo circadiano, promovendo o bom funcionamento do organismo, além de poderosa ação antioxidante.

O hormônio é produzido pela glândula pineal somente na ausência de estímulos luminosos, ou seja, a produção de melatonina só ocorre à noite e no escuro, o que induz uma boa noite de sono. Estímulos visuais (como claridade) ou sonoros (como barulhos na rua) atrapalham a produção e diminuem os níveis de melatonina.

Com o passar dos anos, a melatonina tem sua produção naturalmente diminuída. É por isso que adultos e idosos apresentam mais distúrbios relacionados ao sono.

Serotonina e melatonina estão relacionadas à uma vida saudável 

É praticamente impossível falar de serotonina e melatonina sem citar uma vida saudável com boas escolhas.

Tanto o neurotransmissor quanto o hormônio possuem papel importante para qualidade de vida, no entanto, seus bons níveis no organismo só podem ser alcançados por meio de uma rotina saudável.

O que muita gente não sabe, é que é possível estimular a produção de serotonina e melatonina por meio de simples ações que podem ser incorporadas no dia a dia como vamos mostrar logo a seguir.

Estimulando a produção de serotonina 

A produção de serotonina pode ser facilmente estimulada por meio das seguintes ações:

  • Prática de atividades físicas;
  • Exposição ao sol;
  • Ingestão de alimentos ricos em triptofano.

Vamos falar um pouco sobre cada uma dessas ações e sua ação sobre a produção da serotonina.

Prática de atividades físicas 

A prática de atividades físicas favorece o aumento da produção de neurotransmissores como a endorfina, por exemplo e facilitam a captação e utilização do triptofano, que é um aminoácido que participa ativamente da produção de serotonina

Assim, uma rotina regular de exercícios resulta na produção e manutenção de níveis de serotonina, em bem-estar, controle de estresse e qualidade de vida e ainda facilitam a produção de melatonina como mostraremos a seguir. 

Exposição ao sol 

Estudos demonstram que a exposição solar também aumenta os níveis de serotonina. Isso ocorre porque a exposição solar aumenta os níveis de vitamina D, o que causa um impacto no metabolismo do triptofano e diretamente age sobre a produção e liberação de serotonina.

A recomendação é que uma exposição solar entre 10 e 15 minutos diários já é o suficiente para manter níveis de suficiência do neurotransmissor.

Ingestão de alimentos ricos em triptofano 

E, por fim, temos a ingestão de alimentos ricos em triptofano que age como um combustível de produção de serotonina.

Logo deve-se fazer presente em sua rotina alimentar os seguintes alimentos: queijos, frango, ovos, peixes, banana, abacate, abacaxi, brócolis, couve-flor, beterraba, nozes, castanhas, amendoim, soja e derivados, spirulina e chocolate com pelo menos 70% de cacau em sua composição.

Aumentando a produção de melatonina 

Tão importante quanto estimular a produção de serotonina é aumentar a fabricação de melatonina. As melhores ações para esse acréscimo são:

  • Usar equipamentos eletrônicos com luz noturna;
  • Evitar fontes luminosas após as 18h;
  • Ingerir alimentos ricos.

Vamos falar sobre cada uma dessas ações a seguir! 

Usar equipamento eletrônicos com luz noturna 

Existem hoje uma gama de equipamentos eletrônicos como celulares, televisores e notebooks com a opção luz noturna. Esse modo altera a emissão de luz garantindo maior conforto ocular e melhor adaptação da retina, o que ajuda na produção linear do hormônio.

Evitar fontes luminosas após as 18h 

Embora seja uma tarefa difícil, evitar a exposição às fontes luminosas extremas após as 18h ajuda positivamente na produção de melatonina. O ideal é evitar acender luzes muito fortes e optar por abajures ou fontes menos luminosas no ambiente caseiro.

Ingerir alimentos ricos 

A exemplo do que ocorre com a serotonina, existem alguns alimentos que podem colaborar para a produção de melatonina. Os melhores são: Kiwi, cereja, própolis, abacate, cereja, tomate, abacaxi e uva.

Assim optar por esses alimentos para compor o jantar e ceia é uma ótima forma de conseguir manter a produção e consequente liberação do hormônio.

Correlação entre serotonina e melatonina 

Estudos sugerem que serotonina e melatonina possuem uma correlação íntima no organismo. Periódicos mostram que a produção e síntese de serotonina deixam a mente mais relaxada estimulando assim a produção e secreção de melatonina, o que ajuda o corpo a ter uma noite de sono reparador e mais profundo, o que resulta em melhora da saúde física e psicológica.

Suplementação é opção saudável e viável 

Quando as técnicas naturais que mostramos aqui não são suficientes para aumentar os níveis de serotonina e estimular a produção de melatonina, é comum que médicos e nutricionistas indiquem o uso de suplementos, visando principalmente o aumento dos níveis de triptofano no organismo.

Uma ótima alternativa para isso é fazer uso de Conexium, que é um suplemento cuja base principal é o L-Triptofano associado a Tiamina, Riboflavina, Niacina, Ácido Pantotênico, Vitamina B6, Ácido Fólico, Vitamina B12, Vitamina C, Vitamina D, Magnésio, Manganês, Selênio e Zinco

Livre de açúcar, glúten e lactose, Conexium é um adjuvante nos casos de baixos níveis de serotonina e melatonina. 

Caso você apresente oscilações de humor ou dificuldades para dormir, peça a opinião de seu médico e nutricionista sobre a inclusão de Conexium em sua rotina.

Quando o assunto é sua saúde mental saiba que você pode contar com a Dovalle!

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Saúde do homem: por que a prevenção é o melhor caminho

saúde do homem

Quando o assunto são os cuidados com a saúde, não é exagero nenhum dizer que o público feminino tem uma atenção maior no que diz respeito ao autocuidado comparado ao público masculino. 

Estamos entrando em novembro, um mês voltado à atenção da saúde do homem, entretanto medidas preventivas precisam ser tomadas o ano todo. 

No artigo de hoje, vamos falar sobre a saúde do homem de modo mais aprofundado, mostrar quais são as doenças que mais acometem o público masculino e o mais importante de tudo: Como preveni-las. 

Novembro azul e a saúde do homem 

Da mesma forma que o outubro rosa é dedicado à saúde da mulher, visando principalmente o câncer de mama, a campanha novembro azul é destinada à saúde do homem com o foco principal no câncer de próstata. 

De acordo com dados do INCA – Instituto Nacional do Câncer, hoje o câncer de próstata é o que mais acomete homens no Brasil e é o segundo com maior taxa de mortalidade. A expectativa para 2020 são de 65 mil novos casos e de pouco mais de 15.500 óbitos. 

A incidência do cancro prostático aumenta de maneira significativa a partir dos 50 anos de idade. Cerca de 30% dos homens com 50 anos de idade e 50% com 80 anos desenvolvem a condição. 

Embora sejam dados preocupantes, a boa notícia é que a prevenção é possível, mas é preciso tomar algumas medidas. 

Homens vivem menos que mulheres 

Quando se fala em prevenção e autocuidado, as mulheres são quem geralmente tomam iniciativas próprias.  

A cultura de ir ao médico entre o público masculino é mais restrita. Ainda existe muito receio, medo e até mesmo preconceito por parte dos homens em buscar prevenção e ajuda. 

Um levantamento realizado pelo Centro de Referência em Saúde do Homem em São Paulo mostrou que 70% dos homens que procuram um médico tiveram influência da mulher ou dos filhos.

O mesmo levantamento também mostrou que mais de 50% dos homens que adiam a ida ao médico, chegam com doenças em estágios avançados. 

O último censo realizado em 2018 mostra isso na prática. Hoje o brasileiro vive em média 76,3 anos, mas a média das mulheres é de 79,9 anos enquanto a masculina é de 72,8 anos. 

É mais do que claro que essa ausência de cuidado com a saúde por parte do público masculino resulta em uma mortalidade mais precoce. 

Doenças que mais acometem o público masculino 

Pensando particularmente em saúde do homem, fizemos um levantamento das doenças que mais atingem o público masculino. São elas:

  • Doenças cardiovasculares;
  • Obesidade;
  • Pneumonia;
  • Complicações hepáticas;
  • Câncer de próstata. 

Doenças cardiovasculares

Atualmente, as doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 30% das mortes registradas no Brasil e afetam principalmente os homens.

Infarto agudo do miocárdio, hipertensão arterial, acidente vascular cerebral – AVC, arritmias cardíacas e acúmulo de placas de gordura nos vasos sanguíneos são as principais. 

Esse tipo de patologia e 

Obesidade

De acordo com a OMS, a obesidade se tornou uma epidemia mundial. Trata-se de uma condição de saúde de ordem multifatorial, ou seja, causada por vários fatores. 

Causada por um estilo de vida descuidado, a obesidade facilita a instalação de muitas outras patologias, como as próprias doenças cardiovasculares que acabamos de mostrar, diabetes tipo II, gota, apneia do sono e diferentes tipos de câncer. 

Ao longo do tempo, a obesidade afeta direta e negativamente a saúde do homem, podendo causar morte súbita. 

Pneumonia

A pneumonia é uma das doenças com maior incidência no público masculino. Homens apresentam maior probabilidade de morrer por essa doença, mas não por questões relacionadas à biologia masculina. 

De acordo com pneumologistas, a maior taxa de mortalidade de pneumonia no público masculino se deve a um conjunto de comportamentos de risco e hábitos que são, geralmente, mais frequentes nos homens. Alguns desses hábitos são:

  • Alimentação desequilibrada e, muitas vezes, inadequada; 
  • Ausência de autocuidado em relação às condições climáticas (não se agasalhar bem em temperaturas mais baixas);
  • Baixa ingestão de água, ou seja, falta de hidratação. 

Complicações hepáticas

Complicações hepáticas como cirrose, hepatites e esteatose hepática são mais comuns nos homens do que nas mulheres. 

Essas alterações do fígado estão relacionadas de forma direta ao estilo de vida masculino, que compreende principalmente má alimentação e grande ingestão de bebidas alcoólicas. 

Câncer de próstata

E por fim temos o câncer de próstata que ocorre principalmente por conta da fisiologia masculina conforme há o envelhecimento natural e alterações genéticas, além de histórico familiar, fatores hormonais, certos hábitos alimentares (dieta rica em gordura, com poucas verduras, vegetais e frutas), sedentarismo e excesso de peso. 

Saúde do homem: prevenção é fácil e eficaz 

E quando falamos de saúde do homem é possível afirmar, sem sombra de dúvidas, que a prevenção é sempre o melhor caminho. 

O primeiro passo para prevenção é uma conscientização sobre a importância de cuidados e diminuir o estigma de que buscar ajuda especializada é sinal de inferioridade

De maneira recorrente, buscar profissionais da saúde como médicos especialistas, nutricionistas e educadores físicos é algo que funciona de maneira comprovada. 

Buscar um médico especialista ao menos duas vezes por ano permite check ups regulares e detecção de enfermidades em estágio ainda precoce, o que aumentam as chances de cura e diminuem a probabilidade de complicações.

Nutricionistas e educadores físicos de maneira conjunta a médicos são os profissionais indicados para orientação sobre alimentação e atividades físicas de maneira individualizada. 

Assim, as melhores medidas de prevenção visando a saúde do homem são:

  • Realização de consultas médicas e exames regulares;
  • Praticar uma alimentação mais saudável e equilibrada;
  • Praticar atividades físicas que lhe sejam prazerosas. 

Além disso, controlar o estresse e buscar atividades de lazer agem literalmente como agentes protetivos sobre à saúde masculina. 

Falando de maneira popular, é melhor prevenir do que remediar. É importante ter em mente que o custo da prevenção sempre será mais barato do que o do reparo. 

 

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