Saiba quais são os sintomas do câncer de mama e como identificar a doença

sintomas do câncer de mama

Outubro é conhecido como mês de combate e prevenção ao câncer de mama de forma mais aprofundada. 

No Brasil, devido às campanhas de conscientização sobre a doença, o mês acaba sendo conhecido como Outubro Rosa. Diferente do que muitas podem acreditar, a prevenção e a cura são situações totalmente alcançáveis a todas as mulheres.

Mas quer saber exatamente o que é câncer de mama, quais os principais sintomas e como prevenir-se da doença? A gente te explica tudo, é só continuar com a leitura! 

O que é o câncer de mama, afinal?

O câncer de mama é um tipo de tumor maligno que se desenvolve no tecido mamário como consequência de modificações genéticas no conjunto de células da mama, que passam a se dividir de maneira descontrolada.

Tanto em países desenvolvidos quanto em países subdesenvolvidos, esse é o tipo de cancro que mais acomete as mulheres.

Embora seja citado de maneira generalista, o câncer de mama possui tipos e subtipos. Entretanto, de maneira geral, o diagnóstico leva alguns critérios em consideração, como sua extensão e possibilidade invasiva.

Independente do tipo, é importante elencar que, na maioria dos casos, existe um bom prognóstico.

Números do câncer de mama no Brasil 

No Brasil, o INCA – Instituto Nacional do Câncer é o responsável pelo acompanhamento de números de novos casos e a elaboração de estimativas anuais para cada variação da doença.

De acordo com os números divulgados pela organização, em 2020 a expectativa é de que pouco mais de 66 mil brasileiras sejam diagnosticadas com a patologia.

Principais sintomas

Os sintomas do câncer de mama podem variar de acordo com o tamanho e o estágio. Na maioria das vezes, os estágios iniciais não apresentam sintomas. É muito comum que com o passar do tempo o tumor se torne perceptível ao toque. 

Além de formação de um pequeno caroço na mama, outros sintomas desse tipo de câncer são:

  •         Vermelhidão, inchaço ou calor na mama;
  •         Alteração no formato das mamas e/ou dos mamilos;
  •         Presença de nódulos na axila;
  •         Presença de secreção saindo pelo mamilo;
  •         Enrugamento da pele da mama – semelhante a uma casca de laranja;
  •         Surgimento de ferida sem explicação na mama.

Por isso, é muito importante a realização de exames preventivos de maneira sazonal como forma de diagnosticar a doença de maneira precoce. O Outubro Rosa acontece apenas um vez ao ano, mas os cuidados precisam ser constantes. 

Identificando a doença

A melhor forma de identificar a doença se dá por meio da realização de exames preventivos. Os mais comuns nesse caso são:

  •         Mamografia;
  •         Ressonância magnética.
  •         Ecografia;
  •         Ultrassonografia mamária.

Todos esses exames são capazes de identificar pequenas massas tumorais ainda em estágio inicial. Quando algum pequeno tumor é encontrado, a recomendação é a realização de uma biópsia para identificar se as células são tumorais ou não.

Caso o diagnóstico seja concluído, é feito então um estudo de receptores hormonais e classificação histológica para definição do melhor tratamento possível.

Conhecendo as Causas

O câncer de mama tem como causas principais alterações genéticas relacionadas à saúde das células que podem sofrer estímulos ambientais como tabagismo, sedentarismo, má alimentação, obesidade e alcoolismo.

Além disso, o câncer de mama muitas vezes pode ser resultado de um amadurecimento hormonal precoce.

De sua primeira menstruação ao início da menopausa, hormônios como progesterona e estrogênio estimulam as células mamárias normais. Nessa exposição, durante o decorrer da vida, acredita-se que o risco de desenvolvimento de câncer de mama é aumentado.

No entanto, ainda não é claro se o amadurecimento precoce de estrogênio ou demais hormônios causam o câncer de mama. O que se sabe é que mulheres que têm o ciclo menstrual antes dos 12 anos, têm filhos após os 35 anos ou passa pela menopausa após os 55 anos de idade, tem risco aumentado para surgimento da doença.

Prevenção

Como se sabe, a prevenção é a melhor forma de se combater o câncer de mama. Estudos mostram que em casos de detecção precoce as chances de cura superam a faixa dos 95%.

De maneira geral, a prevenção tem início quando a mulher atinge os 40 anos. É com essa idade que os médicos recomendam a realização de exames preventivos, como a mamografia, por exemplo. Nesse caso, o ideal é que esse exame de imagem seja feito anualmente.

No entanto, caso haja casos de câncer de mama na família, o exame deve ser feito anualmente, a partir dos 35 anos de idade.

O especialista responsável por ajudar no processo de prevenção e diagnóstico precoce é o ginecologista.

De maneira geral, além da realização de exames, a prevenção também pode ser baseada no controle a estímulos cancerígenos e fatores protetores. Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e prática de atividade física é possível reduzir em até 30% o risco da mulher desenvolver o câncer de mama.

Evitar a obesidade, controlar o peso corporal e evitar o consumo exacerbado de bebida alcoólica são consideradas medidas básicas para prevenir o câncer de mama. Além disso, a amamentação também é considerada um fator protetivo.

Ser diagnosticada com câncer de mama é uma notícia dura e desafiadora, mas a boa notícia é que os índices de cura são extremamente altos e o prognóstico na maioria das vezes é positivo.

E já que estamos falando em câncer de mama, que tal saber um pouco mais sobre saúde da mulher? Te convidamos a ler um conteúdo que aborda o assunto de maneira profunda e funcional. Para leitura basta, clicar aqui!

Anemia em crianças: conheça a doença e aprenda a preveni-la

anemia em crianças

Em países subdesenvolvidos como é o caso do Brasil a prevalência de anemia em crianças até os quatro anos de idade causada pela deficiência de ferro ultrapassa a faixa dos 50% de incidência. Durante o período de amamentação exclusiva o aleitamento materno é capaz de suprir as necessidades desse nutriente. Entretanto, a deficiência normalmente se inicia quando a introdução alimentar começa a ser colocada em prática. 

Diferente de muitas outras condições de saúde que afetam as crianças, a anemia não é uma doença silenciosa. Seus sintomas são clássicos e podem ser facilmente notado pelos pais. 

No artigo de hoje vamos falar sobre os diversos aspectos que envolvem a anemia em crianças e, o mais importante, como prevenir e reverter. Não deixe de conferir. 

O que é a anemia, afinal? 

A anemia é a condição na qual ocorre redução dos níveis de hemoglobina no sangue. 

A hemoglobina é a proteína responsável pela coloração vermelha do sangue e por carregar oxigênio aos tecidos, função que automaticamente promove geração de energia para atividades diárias. 

Muitas são as causas da anemia, podendo ter origem congênita, ou seja, herdada durante a gravidez, mas a principal causa da anemia em crianças é a carencial que se dá por falta de ferro. 

Como se sabe o ferro é um mineral essencial para crianças, adultos e idosos e é constituinte importante na composição da hemoglobina e células sanguíneas, como as hemácias. 

As principais causas da anemia em crianças 

Como citado anteriormente, crianças dos países subdesenvolvidos são mais afetadas pela anemia. Até países desenvolvidos apresentam níveis crescentes de prevalência da doença o que a torna um grave problema de saúde pública.

No Brasil, estudos regionais apontam uma prevalência de anemia em crianças de diferentes faixas etárias variando entre 35% a 68%. 

Muitos se perguntam: Por que as crianças são as mais afetadas por essa doença? Quais suas causas? 

As crianças são as mais afetadas pela anemia por conta do rápido crescimento e desenvolvimento do organismo que requer uma demanda elevada de ferro. Aliada a essas altas demandas, muitas vezes a ingestão do mineral é inadequada. 

Além disso é muito comum crianças sofrerem perdas gastrintestinais devido às alergias alimentares, parasitoses intestinais e perdas diarreicas. 

Sintomas clássicos 

A anemia não é uma doença silenciosa e assim que os níveis de ferro e hemoglobina diminuem os sintomas são facilmente perceptíveis. 

Os principais sinais de anemia em crianças são:

  • Palidez;
  • Unhas fracas e quebradiças;
  • Indisposição;
  • Fadiga e fraqueza;
  • Mal-estar;
  • Tontura;
  • Confusão mental;
  • Reclamações de dores de cabeça;
  • Ritmo cardíaco acelerado;
  • Pressão baixa. 

Como saber se a criança tem anemia

 Embora os sintomas tragam fortes indícios da anemia em crianças, a melhor forma de se diagnosticar a doença se dá por meio da realização de exames laboratoriais. Os principais indicadores da presença de anemia são os baixos índices de ferro, ferritina e hemoglobina. 

Apenas com o resultado dos exames na mão é possível buscar tratamento ou prevenção dessa condição de saúde. 

Alimentação tem grande peso na prevenção 

Uma das melhores maneiras de se prevenir a anemia se dá por meio da alimentação. Ofertar às crianças alimentos ricos em ferro é uma ótima forma de prevenir o surgimento da doença. 

As melhores opções são: 

  • Carnes, principalmente as vermelhas junto com vísceras (como fígado); 
  • Feijão;
  • Lentilha;
  • Gema de ovo;
  • Verduras e hortaliças verde-escuras, como couve, brócolis, agrião, espinafre, rúcula e escarola. 

Outra dica importante é durante o consumo de ferro evitar a oferta de alimentos lácteos como leite, iogurte e queijos, por exemplo. Pois o cálcio presente neles interfere negativamente na absorção do ferro. 

Uma forma de potencializar a absorção do ferro pelas crianças é ofertar alimentos ricos em ferro com fontes de vitamina C. Como sucos naturais de limão, laranja, acerola, abacaxi ou maracujá. 

Isso pelo fato da vitamina C potencializar a absorção de ferro. Entretanto, quando a anemia está instalada, é preciso que haja suplementação de ferro e isso só pode ser orientado por um pediatra ou nutricionista pediátrico. 

Suplementação com Ferro é o tratamento 

Como citado, uma dieta rica em ferro é muito importante para prevenção da anemia em crianças, mas quando a anemia é diagnosticada, se faz necessário a suplementação com ferro oral. 

Como cada organismo é único, as doses também são únicas, mas tendem a variar entre 1 e 5mg/kg/dia em um período que pode variar entre 60 e 90 dias de acordo com o profissional da saúde responsável. 

A Dovalle ajuda na prevenção da anemia em crianças 

Nós da Dovalle sempre pensamos no bem-estar de toda a sua família e podemos ajudar na prevenção da anemia em crianças com o nosso suplemento Rubralong. 

Rubralong é um nutracêutico à base de ferro, com alta absorção associado a 8 micronutrientes fundamentais ao organismo. Com duas formas de apresentação – comprimidos e solução oral sabor morango é a melhor maneira de promover a reposição de ferro em crianças. 

Além disso, ambas as apresentações são isentas de glúten, açúcar ou lactose. 

Quando o assunto é a saúde da sua família, conte com o que há de melhor, conte com a Dovalle. 

 

O que são polivitamínicos, para que servem e como tomar

polivitamínicos

Fazer uso de polivitamínicos é uma ótima forma de repor ou adquirir nutrientes que, muitas vezes, o organismo não é capaz de obter ou até mesmo absorver somente por meio da alimentação. 

Diferente do que ocorre com vitaminas de maneira isolada, os multivitamínicos possuem formulações dotadas de vários nutrientes ao mesmo tempo.

Exatamente por possuírem essa particularidade, sua utilidade e as maneiras de ingestão podem sofrer variações, como falaremos no conteúdo de hoje. Se você está em busca de saúde, veio ao lugar certo!

O que são polivitamínicos afinal?

Também conhecido como multivitamínicos, os polivitamínicos são suplementos nutricionais compostos por vitaminas e minerais que oferecem aos consumidores as quantidades de nutrientes que o organismo necessita diariamente.

Esses suplementos podem ser formulados de maneira específica para determinadas faixas etárias, gênero e necessidades corporais.

Para que servem?

O corpo necessita de determinadas quantidades diárias de nutrientes que muitas vezes não são supridas.

Os polivitamínicos auxiliam na prevenção ou reversão de uma série de problemas de saúde, uma vez que protege o organismo dos mais variados tipos de carências nutricionais.

Quando um indivíduo sofre com algum tipo de carência nutricional, isso se reflete diretamente na saúde por meio de sintomas específicos como: 

  • cansaço;
  • desânimo;
  • falta de energia;
  • dificuldade de concentração;
  • queda de cabelo;
  • dores musculares;
  • alteração de humor e outros. 

Com carências de nutrientes, algumas doenças específicas podem surgir, como por exemplo a anemia, a osteoporose e até mesmo a depressão.

Por isso, fazer o uso de suplementos polivitamínicos é muito importante, mas desde que ocorra de forma orientada por um profissional da saúde.

Como tomar? 

Normalmente recomenda-se a ingestão de polivitamínicos durante uma refeição principal, como é o caso do almoço ou do jantar, por exemplo. Isso porque alguns alimentos podem auxiliar o organismo na absorção de determinadas vitaminas e minerais e, assim, potencializar os efeitos dos suplementos.

Entretanto, de forma geral, é seu nutricionista ou seu médico que irão recomendar o melhor momento para fazer uso desse tipo de suplemento.

Como saber se preciso tomar?

Existem duas maneiras de saber se você precisa tomar um suplemento multivitamínico.

A primeira se dá por meio de recordatórios alimentares e anamnese de sintomas, que podem indicar a não ingestão e carência de um ou mais nutrientes.

A segunda é por meio da realização de exames laboratoriais que apontam de maneira precisa a carência de alguma vitamina ou mineral no organismo.

Essas são as únicas maneiras seguras de se garantir uma suplementação segura e adequada.

Benefícios dos polivitamínicos

Algo importante a ser dito é que dentro de um suplemento à base de vitaminas e minerais podemos encontrar mais de 20 elementos diferentes capazes de trazer uma série de efeitos benéficos à saúde.

Hoje os suplementos polivitamínicos são um emaranhado de grande qualidade em termos de vitaminas e sais minerais desenvolvidos para potencializar a saúde do consumidor com chances reduzidas de quaisquer riscos ou efeitos colaterais.

Assim, podemos elencar que os principais benefícios dos polivitamínicos são:

  • Fortalecimento do sistema imunológico;
  • Redução dos radicais livres que aceleram o processo de envelhecimento celular;
  • Ação antioxidante e de renovação tecidual como unhas, pele e cabelos.
  • Melhorias no funcionamento de diferentes sistemas corporais;
  • Prevenção de uma série de doenças;
  • Garantia de energia e disposição.

A importância dos polivitamínicos na saúde mental

Outro fator de grande importância no uso de polivitamínicos é sua ação sobre a saúde mental.

Hoje sabemos que existem vários agentes capazes de desencadear desordens de cunho mental, tais como estresse em demasia, falta de sono de qualidade, sedentarismo e ausência de vitaminas e minerais, como magnésio, zinco, selênio, vitaminas do complexo B, vitamina D e até mesmo gorduras de boa qualidade.

Por isso, apostar em uso de suplementos polivitamínicos sob prescrição profissional é uma ótima opção para quem busca mais qualidade de vida, atenção, foco, concentração e disposição.  

A Dovalle dispõe de linha completa de polivitamínicos

Pensando na saúde bem-estar de maneira geral, a Dovalle possui não um, nem dois, mas três suplementos polivitamínicos em sua linha de produtos. São eles:

Glineon A-Z

Glineon A-Z é uma ótima opção para complementação diária de micronutrientes em casos de necessidades aumentadas, como a prática de atividades físicas de alta intensidade e má alimentação.

É hoje o suplemento de vitaminas e minerais voltado para a saúde e bem-estar de toda a família.

Glineon ômega

Glineon ômega é um produto elaborado à base de óleo de peixe associado a micronutrientes essenciais ao organismo. Sua fórmula contém 13 vitaminas e 8 minerais aliado ao ácido graxo do tipo ômega 3.

Sendo uma ótima opção para reposição nutricional, é uma ótima pedida para adultos e idosos.

Glineon polivitamínico

E, por fim, o Glineon polivitamínico é um suplemento alimentar líquido com sabor de abacaxi, indicado para reposição de nutrientes específicos. Sua fórmula conta com 7 vitaminas, mais magnésio, manganês e potássio. Sendo uma boa alternativa para crianças.

E já que estamos falando de suplementos polivitamínicos que tal conhecer os principais sinais de carência nutricional? Para isso, é só clicar aqui e ler um conteúdo sobre o tema.

Intestino preguiçoso: saiba o que é e como tratar o problema

intestino preguiçoso, o que é e como tratar

O intestino preguiçoso é um problema de saúde que pode se manifestar de diferentes formas de pessoa para pessoa. As mulheres são as que mais sofrem com essa condição, conforme mostra uma pesquisa realizada pela Fundação Brasileira de Gastroenterologia (FBG).

De acordo com o estudo, duas em cada três entrevistadas disseram ter problemas intestinais. Esse número representa 67% das respondentes, um índice bem alto. Ainda segundo a pesquisa, isso resulta em outros incômodos, como a interferência na vida sexual.

Embora seja uma condição frequente, é possível tratá-la de forma fácil e eficaz. Nós podemos te ajudar nisso, basta continuar com a leitura para descobrir! 

Afinal, o que é um intestino preguiçoso? 

Intestino preguiçoso é o termo utilizado para se referir a condição de intestino preso ou prisão de ventre. De forma resumida, a pessoa que tem o intestino preguiçoso costuma apresentar dificuldades para fazer algumas de suas necessidades fisiológicas.

Vale ressaltar, no entanto, que a quantidade de vezes em que se vai ao banheiro varia muito de acordo com a idade e os hábitos de cada pessoa. Geralmente, o ideal é que se tenha um padrão. Se você evacua duas ou três vezes por dia, por exemplo, esse é o seu parâmetro.

Existe também um sistema de classificação das fezes, chamado de Escala de Bristol, utilizada pelos médicos para avaliar a forma e a consistência do bolo fecal. 

De acordo com essa classificação, as fezes podem ser enquadradas em sete categorias:

  1. Caroços duros e separados, difíceis de passar;
  2. Formato de uma salsicha, porém com grânulos;
  3. Formato de uma salsicha, com fissuras na superfície;
  4. Formato de uma salsicha, suave e macio;
  5. Formato de bolhas suaves e com bordas bem nítidas;
  6. Peças mais fofas e com as bordas em pedaços;
  7. Fezes totalmente líquidas, sem partes sólidas.

Nessa escala, os formatos 3 e 4 são considerados ótimos. As classificações 5, 6 e 7 indicam um quadro de diarréia. Já os números 1 e 2 indicam a constipação.

Exames de fezes, hemogramas e colonoscopia podem ser solicitados pelo médico para avaliar o quadro e propor o melhor tratamento para cada paciente.

Quais são os sintomas do intestino preguiçoso?

Os sintomas do intestino preguiçoso são bem característicos e podem aparecer isoladamente ou em conjunto. Os principais deles são:

  • Sensação de evacuação incompleta – pessoa vai ao banheiro, mas sente que não evacuou completamente;
  • Necessidade de esforço durante a evacuação;
  • Vômitos sem causa aparente;
  • Inchaço abdominal;
  • Fezes endurecidas;
  • Cólicas; e
  • Gases.

Quais são as principais causas da constipação?

O intestino preguiçoso pode apresentar uma série de causas. Separamos aquelas que são consideradas as principais para o desenvolvimento desse quadro. 

Lembre-se, no entanto, que cada corpo é um corpo, por isso as causas podem ser as mais diversas e específicas. Consultar um médico é sempre a melhor opção para diagnosticar qualquer problema com o seu intestino e tratá-lo de forma correta.

Alterações do organismo

Muitas vezes, as alterações no organismo podem desencadear o mau funcionamento intestinal. 

Dentre as principais mudanças de funcionamento que contribuem para a instalação desse quadro estão o hipotireoidismo e o hipertireoidismo, que alteram o funcionamento hormonal do corpo como um todo.

Presença de alguma patologia

A presença de patologias também é algo que está intimamente ligada com a síndrome do intestino preguiçoso. 

Síndrome do intestino irritável, síndrome do cólon irritável, gastrite e hemorróidas estão entre as doenças que contribuem para o surgimento do problema.

Baixa ingestão de fibras

Aqui temos uma causa clássica! As fibras provenientes da alimentação são responsáveis pela formação do bolo fecal e pela absorção de água por esse bolo.

Uma pessoa que consome poucas fibras pode ter um bolo fecal pequeno e ressecado, o que dificulta sua movimentação pelo interior do intestino delgado, possibilitando a ocorrência da condição. 

Baixa ingestão de líquidos

Outro problema comum entre muitas pessoas é a baixa ingestão de líquidos. A água é tão importante para o funcionamento do intestino quanto o consumo de fibras. 

De nada adianta ingerir fibras e não tomar água. Ao agir dessa maneira, seu intestino continuará preguiçoso e pouco funcional, o que pode agravar ainda mais a situação em que você se encontra. 

Sedentarismo

A última causa clássica é o sedentarismo. Praticar atividades físicas favorece o movimento e funcionamento do intestino, também chamado de peristaltismo, o que ajuda no processo de evacuação.

Logo, as pessoas  que são sedentárias tendem a ter mais chances de apresentar intestino preguiçoso do que aquelas que realizam atividades físicas no seu dia a dia.

Como tratar o problema?

Agora você já sabe quais os sintomas do intestino preguiçoso e como a condição pode surgir. É chegado o momento de mostrarmos como resolver o problema. Veja algumas dicas!

Mude a sua dieta

Para quem sofre com intestino preguiçoso, recomenda-se uma dieta laxativa. É muito importante inserir frutas, verduras e legumes na alimentação. A laranja, a ameixa, o mamão e as folhas verdes, em geral, são excelentes opções.

Também é recomendado o consumo de cereais integrais, como o arroz, a aveia, as sementes de linhaça, entre outros. Isso porque as fibras presentes nesses alimentos podem ajudar a soltar o intestino.

Aumente o consumo hídrico

Embora se diga que é necessário beber dois litros de água por dia, esse número varia muito de pessoa para pessoa, levando em consideração fatores como o peso de cada um. Um indivíduo que pesa 100 kg, por exemplo, precisa ingerir mais líquidos do que alguém que pesa 50 kg.

É importante conversar com o seu médico ou nutricionista e descobrir qual é a quantidade de líquido que você precisa consumir por dia, para se manter bem hidratado. Vale lembrar que você não precisa beber apenas água! Os sucos e chás são excelentes opções para inserir na dieta durante o dia.

Pratique atividades físicas

Caso você seja sedentário, é importante que comece a praticar atividades físicas diariamente. Se você não gosta de frequentar uma academia, por exemplo, pode procurar outras opções de exercício, como uma caminhada em parque ou praça próximo à sua casa.

Aqui também vale fazer pequenas mudanças na rotina, como deixar o carro na garagem e fazer trajetos curtos a pé ou de bicicleta, bem como parar de usar o elevador e subir pelas escadas do seu prédio, por exemplo.

Se em um curto período de tempo o intestino continuar preguiçoso, o ideal é buscar ajuda médica profissional para uma pesquisa detalhada de saúde. O profissional poderá solicitar a realização de exames de sangue e de imagem, por exemplo.

Vale a pena usar suplementos para tratar o intestino preso?

Em algumas situações, médicos e nutricionistas podem prescrever suplementos à base de fibras ou probióticos para seus pacientes com o intuito de promover maior saúde intestinal.

Dois suplementos são bastante úteis para tratar um intestino que teima em não funcionar. São eles: Floralac e Suavlax.

Floralac é um suplemento vitamínico que contém fibras prebióticas a base de lactulose e frutooligossacarídeos. Ele tem como função promover o equilíbrio da flora intestinal, normalizando o trânsito do bolo fecal e aliviando os sintomas de inchaço e distensões abdominais.

Já o Suavlax, contém fibras e frutooligossacarídeos em sua composição, ajudando na formação e consequentemente eliminação do bolo fecal.

Ambos os suplementos são ótimas escolhas para quem sofre com o intestino preguiçoso.

Outro fator que pode contribuir para o surgimento do intestino preguiçoso é a ansiedade e o excesso de preocupação. Para saber como controlar a ansiedade e melhorar sua qualidade de vida, é só clicar aqui e ler mais um conteúdo especial produzido por nossa equipe.

E não se esqueça: intestino preguiçoso é uma condição chata, mas não impossível de tratar. Preste atenção nas nossas dicas e todo o problema será solucionado rapidamente!