Sarcopenia: o que é e como evitá-la

sarcopenia

Você certamente já ouviu falar que durante o processo de envelhecimento precisamos dar mais atenção a saúde e pensar de forma especial nos ossos e músculos. 

Preocupar-se com a sarcopenia é fundamental para aqueles que desejam envelhecer com mais qualidade de vida e total independência. Também conhecida como perda de massa muscular, hoje falaremos tudo acerca dessa condição de saúde.

Quer descobrir como manter a força e vitalidade no auge da melhor idade? Então mergulhe nesta leitura! 

O que é a sarcopenia

O termo sarcopenia se origina do idioma grego e une os termos “Sarx” que significa carne e “penia” que significa perda. Assim é traduzido de maneira literal como perda de massa muscular, muitas vezes seguida de enfraquecimento.

Hoje a sarcopenia é considerada uma patologia com origem multifatorial, ou seja, que pode ter várias causas.

Entre as principais causas estão envolvidas alterações hormonais, má alimentação, sedentarismo, processos inflamatórios e inatividade física.

Essa condição de saúde pode começar a ser notada já na faixa dos 40 anos de idade, mas é acima dos 60 anos que ela se torna mais visível, alcançando uma prevalência de cerca de 15% das pessoas com essa faixa etária.

Já idosos com idade igual ou superior a 80 anos, podem apresentar uma prevalência de 50% de perda de massa muscular.

Identificando a sarcopenia

A perda de massa magra causa inúmeras dificuldades no dia a dia dos idosos que podem ser facilmente identificados.

Assim, os principais sinais de sarcopenia são:

  • Desequilíbrios;
  • Dificuldade para caminhar;
  • Falta de força para realização de atividades rotineiras, como lavar a louça ou subir degraus;
  • Cansaço acentuado;
  • Diminuição de respostas aos movimentos;
  • Quedas;
  • Tristeza e depressão.

Outro sinal clássico da sarcopenia são as dores espalhadas pelo corpo, provocadas não apenas pelo desgaste de ossos e articulações, mas também pela falta da musculatura para fornecer suporte e estabilização nas juntas corporais.

Com o avanço da perda de massa muscular, maior é a importância do idoso ser auxiliado de alguma forma, como se apoiar em objetos como bengalas ou andadores, por exemplo.

A importância dos músculos

Manter a musculatura saudável é de grande importância para uma longevidade saudável. 

Músculos saudáveis e funcionais garantem maior funcionalidade das articulações, o que promove maior firmeza de movimentos e consequentemente diminui o risco de quedas. Com isso as pessoas se tornam mais livres e autônomas e naturalmente menos dependente de terceiros. 

Outro ponto importante sobre a musculatura é seu papel sobre o metabolismo da glicose. Quanto mais saudável for a musculatura, menor será o percentual de gordura corporal isso porque um organismo com músculos mais saudáveis tende a consumir gordura como fonte de energia. 

Com menor percentual de gordura, há melhor funcionamento da insulina e menores são as chances de desenvolvimento de diabetes, principalmente do tipo 2. 

Como evitar a perda de massa muscular?

Nesse momento, você deve estar se perguntando: mas como evitar a perda de massa muscular?

A atrofia e destruição das células musculares é um processo natural e acomete todas as pessoas por volta dos 30 anos de idade que são sedentárias. Pessoas que não se cuidam na alimentação e fazem pouco exercícios ou nenhum, normalmente se tornam idosos frágeis com grandes chances de desenvolvimento de sarcopenia precoce. Por isso, é tão importante prevenir o surgimento dessa condição.

Para evitar a perda de massa muscular, alguns cuidados básicos precisam ser tomados. Mostraremos os principais deles a seguir.

Praticar atividades físicas

Praticar atividades físicas, tanto de força muscular e resistência como é o caso da musculação ou do pilates, por exemplo, quanto aeróbicas, como caminhadas, corridas, natação e ciclismo fortalecem a musculatura de maneira quase que natural.

Alimentação saudável

Proteínas são conhecidas como nutrientes de construção e reparação, e são de grande importância para manter e evitar a perda de massa muscular.

Elas podem ser encontradas em alimentos como carne, ovos, derivados do leite, frango, peixes, feijão, lentilha, grão de bico e algumas plantas, como é o caso da ora-pro-nobis.

Além das proteínas, a ingestão de calorias extras provenientes de carboidratos como grãos integrais e gorduras de qualidade, tais como as encontradas em semente, castanhas, azeite e abacate fornecem energia para que o organismo seja capaz de regenerar a musculatura.

Evite o fumo e o álcool

O tabagismo e o álcool são dois inimigos de uma musculatura saudável. O cigarro diminui o apetite e compromete a circulação sanguínea, enquanto o álcool contribui para desidratação e compromete o funcionamento de importantes órgãos, como cérebro, fígado e coração.

Consumo de água

Manter-se hidratado é fundamental para melhorar a circulação sanguínea que será responsável pelo transporte de nutrientes até as células musculares, mantendo-as saudáveis.

Faça uso de suplementos nutracêuticos

E por fim, fazer uso de suplementos nutracêuticos é outra importante forma de evitar a perda de massa muscular.

Suplementos à base de gorduras boas, como óleo de prímula, linhaça e ômega 3 agem como anti-inflamatório e promovem sustentação dos envoltórios das células musculares.

Além disso, suplementos cujas bases são proteínas, colágenos, vitaminas e minerais regulam uma série de reações fisiológicas que contribuem para manutenção da massa muscular

Dentre os suplementos cujas composições são voltadas à saúde muscular temos o Algi Muscular e o Poli Cálcio. 

O Algi Muscular é um suplemento à base de Leucina, Valina e Isoleucina. Aminoácidos essenciais capazes de atuar diretamente na manutenção e regeneração de células musculares. Além disso, possuem vitaminas e minerais em sua composição como forma de auxiliar fornecimento energético para reações fisiológicas. 

E por fim, Policálcio é um nutracêutico elaborado com cálcio, fósforo e flúor com vitaminas D3 e B12.  O Cálcio é o mineral mais importante para os músculos, uma vez que é responsável pelo processo de contração muscular.  Além disso, o fósforo é de grande importância para a saúde óssea e articular, importantes para a movimentação corporal como um todo. Por fim as vitaminas atuam como reguladoras fisiológicas e funcionais de grande importância para a saúde dos músculos. 

Para conhecer esse e outros nutracêuticos, conheça a linha completo da Dovalle clicando aqui agora mesmo. 

Artrite – Você conhece essa patologia?

tipos de artrite

Conheça os diferentes tipos de artrite existentes e descubra como a prevenção é possível!

Artrite é um termo utilizado de maneira geral para descrever processos dolorosos que acometem principalmente as articulações. Existem hoje mais de 100 tipos de artrite, mas de maneira simplória, profissionais da saúde descrevem a condição como uma inflamação articular que envolve dor e inchaço, podendo afetar boa parte da população.

Pensando em abordar o tema de maneira profunda, hoje vamos apresentar os principais tipos de artrite e como é possível preveni-las. Vamos lá?

Os principais tipos de artrite

Depois de descobrir o que é a artrite em nossa introdução, vamos elencar agora, os principais tipos dessa condição de saúde. São eles:

  • Artrite reumatóide;
  • Artrite degenerativa;
  • Artrite metabólica;
  • Artrite infecciosa.

Mostraremos agora a diferença entre cada uma delas.

Artrite reumatóide

Esse é o tipo mais famoso da doença. Trata-se de uma condição inflamatória crônica, de causa desconhecida e na maioria das vezes autoimune que mais acomete mulheres do que homens, tendo início por volta dos 30 anos de idade.

Nesse tipo, o paciente sente rigidez articular pela manhã, dores simétricas – punho esquerdo e punho direito, por exemplo, e ao menos três regiões afetadas.

A artrite reumatóide também é conhecida pelo nome de artrite inflamatória.

Artrite degenerativa

Também chamada de osteoartrite, a artrite degenerativa ocorre quando a cartilagem se desgasta causando atrito entre os ossos, o que gera dores, rigidez e inchaços localizados.

Os fatores de risco dessa variação da doença incluem excesso de peso, histórico familiar, idade avançada e algum tipo de lesão pré-existente.

A artrite degenerativa pode ser prevenida com a prática regular de exercícios físicos, manutenção de peso e não realização de movimentação repetitiva.

Artrite metabólica 

Esse tipo de artrite é causado pela produção exacerbada de ácido úrico.

O ácido úrico é uma substância produzida de maneira natural pelo organismo humano a partir da metabolização de elementos presentes nas células e em alguns alimentos.

Em algumas pessoas, os níveis de ácido úrico podem se elevar e formar cristais que se depositam em diferentes locais do corpo, principalmente em articulações, causando processos inflamatórios seguidos de inchaço e muita dor.

A artrite metabólica também é conhecida pelo nome de gota e atinge principalmente pessoas sedentárias, obesas e que consome de maneira regular bebidas alcoólicas e alimentos ricos em sódio e conservantes.

Artrite infecciosa

Agentes externos, como vírus, fungos ou bactérias podem entrar em contato com articulações e dar início a processos inflamatórios.

Quando isso ocorre, as articulações se tornam inflamadas e doloridas, mas o problema pode ser revertido com o uso de fármacos antivirais, antifúngicos e antibióticos. Entretanto, em condições raras, essa variação de artrite pode se tornar crônica.

Prevenir é possível

Embora muitos não acreditem, a prevenção da artrite é algo que pode ser facilmente colocado em prática.

Por se tratar de uma patologia de cunho inflamatório, a prevenção está em hábitos simples e baratos.

A primeira forma de se prevenir é praticar uma alimentação saudável, ingerindo alimentos de origem natural, sem qualquer tipo de conservantes, excesso de açúcar ou sódio, que são agentes altamente inflamatórios.

Outra forma de prevenir a artrite se dá por meio da prática de atividades físicas. Quando nos movimentamos, o organismo produz um hormônio chamado irisina, que possui ação anti-inflamatória.

Logo, se alimentar com qualidade e evitar o sedentarismo são excelentes estratégias para manter o organismo protegido dos diferentes tipos de artrite.

Nutracêuticos também podem ajudar

Além de levar um estilo de vida saudável, quando falamos de artrite, os nutracêuticos são de grande valia para prevenir, estabilizar e regredir quadros de artrite por conta de sua alta capacidade anti-inflamatória.

Ótimas opções de nutracêuticos que podem ser utilizadas em casos de artrite são os óleos de linhaça e de prímula e o colágeno hidrolisado.

Enquanto os óleos de linhaça e prímula garantem poderosa ação anti-inflamatória de maneira generalista para as articulações e para o organismo como um todo, o colágeno hidrolisado atua de modo a garantir a saúde articular, mantendo juntas saudáveis e funcionais.

Fazer uso de maneira combinada desses nutracêuticos é a melhor forma de prevenir e amenizar as dores causadas pela artrite.

Preocupada sempre com a qualidade de vida, a Dovalle, com toda sua experiência coloca à sua disposição uma linha completa de suplementos  alimentares.

Cuide do seu estilo de vida e conte com a Dovalle para ter mais saúde e qualidade de vida! 

Além de conhecer os tipos de artrite mostrados aqui, uma ótima forma de evitar problemas se dá por meio da realização de exames laboratoriais de maneira frequente. Busque sempre a ajuda de um especialista.

Atente-se aos sinais de deficiências nutricionais

deficiências nutricionais

Conheça os sinais clássicos de deficiências nutricionais e saiba o que pode estar faltando em seu organismo

Nossa saúde está diretamente ligada à ingestão de nutrientes em todos os estágios da vida, ou seja, desde a infância até a terceira idade. Quando a alimentação não é adequada, deficiências nutricionais podem surgir, e junto com essas deficiências, alguns sintomas podem ser sentidos.

Embora a OMS tenha algumas diretrizes para quadros de má nutrição, deficiências nutricionais ainda são relativamente comuns em alguns lugares do Brasil e do mundo.

No artigo de hoje, vamos mostrar alguns sinais clássicos de deficiências nutricionais e com quais nutrientes cada uma delas está relacionada. Saiba mais sobre o assunto continuando a leitura.

Principais sinais de deficiências nutricionais

Deficiências nutricionais geralmente trazem consigo uma série de sinais específicos, logo, conhecer os principais é fundamental para manutenção da saúde e bem-estar. Conheça agora, os principais sintomas das mais variadas carências nutricionais.

1. Palidez seguida de cansaço

Palidez seguida de cansaço é um sinal clássico de deficiência de ferro, e em casos mais agudos podem até mesmo representar um quadro de anemia.

O Ferro é o principal componente dos glóbulos vermelhos. Assim, quando os níveis desse mineral estão baixos, é natural que as pessoas fiquem pálidas. Nesse contexto, até mesmo mucosas podem se tornar “esbranquiçadas” como é o caso das gengivas, por exemplo.

O cansaço é outro sinal clássico de deficiência ferrosa, pois o mineral é importante para a saúde das hemácias que transportam oxigênio por todo o organismo. Com menos ferro disponível, menor será a concentração de oxigênio pelo corpo e maior será a sensação de cansaço.

Para reverter a deficiência de ferro, é importante a ingestão de carnes e vegetais de coloração verde escura.

2. Câimbras

As câimbras são sinais clássicos de deficiência de potássio. Um mineral muito importante para regular a contração muscular, além da quantidade de água que entra e sai dos músculos.

Além disso o potássio é muito importante para a saúde cardíaca.

O surgimento de câimbras em diferentes momentos do dia é um clássico sinal de deficiência de potássio.

Essa deficiência pode ser facilmente revertida com a ingestão de alimentos como carne bovina, carne de frango, peixes, batata, melão, mamão, cenoura e, principalmente, banana.

3. Fraqueza muscular e dores ósseas e dentais

Embora muita gente não saiba, o cálcio não é importante apenas para os ossos. O mineral é fundamental para a saúde dos músculos e dos dentes.

Fraquezas musculares sem uma causa definida, dores ósseas e dores dentais, são sinais de deficiência desse importante mineral.

A deficiência de cálcio pode ser facilmente prevenida e revertida com a ingestão de alimentos como leite, queijos, iogurtes, couve, gergelim e tofu.

4. Visão embaçada, cabelo seco e pele ressecada

Visão embaçada, cabelo seco e pele ressecada são sinais de deficiência de vitamina A.

A vitamina A está relacionada à manutenção da saúde da pele e da visão, além de reprodução e comunicação celular, além de funcionamento do sistema imunológico.

Para manter os bons níveis dessa vitamina o ideal é o consumo de alimentos como cenoura, abóbora, pimentões, vegetais verde-escuros e até mesmo damascos secos.

5. Baixa imunidade frequente

Pessoas que sofrem com quedas de imunidade frequente podem apresentar deficiência de vitamina C.

Com alto poder antioxidante e anti-inflamatório, a vitamina C é uma aliada do funcionamento do sistema imunológico. Assim, manter seus níveis dentro da normalidade é de grande importância, principalmente em tempos de pandemia.

Para manter os bons níveis de vitamina C é fundamental a ingestão de frutas cítricas, como é o caso da tangerina, laranja, maracujá, limão, abacaxi, kiwi e morango, por exemplo.

Manter exames em dia é fundamental

Além de se atentar aos sinais que mostramos aqui, uma ótima forma de evitar deficiências nutricionais se dá por meio da realização de exames laboratoriais de maneira frequente.

Através desses exames, é possível quantificar a deficiência de um ou mais nutrientes e com a ajuda de um médico ou nutricionista, reverter essa condição de maneira precisa e segura.

Agora que você já conhece os principais sinais dos mais variados tipos de deficiências nutricionais que tal aprender mais sobre a importância dos polivitamínicos para a sua saúde e de toda a sua família? Para isso, basta acessar esse link e ficar por dentro do assunto, afinal, quando o assunto é cuidado familiar toda ação importa.