Suplementação alimentar: quando vale a pena?

Vive-se hoje um verdadeiro boom no que se diz respeito a suplementação alimentar. Por conta do avanço científico e tecnológico, a oferta de nutracêuticos com a finalidade de trazer qualidade de vida, vitalidade, além de uma série de efeitos positivos à saúde das pessoas cresce em ritmo acelerado. No entanto, uma dúvida paira sobre um número cada vez maior de pessoas, quando vale a pena fazer uso de algum suplemento?

Se você também se questiona dessa forma, não deixe de ler o artigo de hoje.

Compreendendo o que é suplementação alimentar

Antes de entrar no mérito de quando a vale a pena, é preciso compreender o que é a suplementação alimentar.

A terminologia suplementação alimentar, nos remete de maneira direta à palavra: suplementação. Ao buscar o significado dessa palavra em um dicionário, iremos nos deparar com a seguinte explicação: “Ação ou efeito de suplementar, complementar, de suprir algo que está em falta”.

Dessa maneira, é simples compreender, que a prática de suplementação alimentar, nada mais é do que complementar algo que está em falta no organismo, cuja obtenção não se faz possível através de um modo clássico de consumo.

Momentos para consumir suplementos alimentares

A suplementação alimentar é interessante e vale a pena nas seguintes situações:

  • Presença de patologias;
  • Deficiência de algum composto;
  • Composto não se faz presente na alimentação;
  • Necessidade de grandes quantidades.

Vamos falar um pouco sobre cada uma dessas situações?

Presença de patologias

É muito comum que sob a presença de algumas patologias a absorção de algum nutriente específico acabe por ser prejudicada.

Isso é muito comum em pacientes portadores de condições de saúde que acometem a boca, estômago ou intestino, tais como gastrite, úlceras ou doenças inflamatórias intestinais, por exemplo.

Nesses casos a suplementação alimentar é muito bem-vinda.

Deficiência de algum composto

Essa é outra situação em que suplementos e nutracêuticos podem ser prescritos por profissionais da saúde e consumido por pacientes.

Deficiências de vitaminas, como é o caso da vitamina D, ou de minerais específicos como o ferro e o cálcio, que causam anemia e osteoporose, respectivamente, são situações onde a suplementação alimentar se faz extremamente necessária.

Composto não se faz presente na alimentação

Muitas vezes por conta de preferências alimentares, região onde se vive ou simplesmente por aspectos culturais ou preferenciais, uma pessoa pode não ingerir determinado composto, como vitaminas ou minerais específicos.

Um exemplo clássico são os vegetarianos, que normalmente apresentam deficiências de vitamina B12. Aqui, temos uma condição, onde a prática de suplementação alimentar se encaixa perfeitamente.

Necessidade de grandes quantidades

Outra situação onde a suplementação vale a pena, se dá quando o individuo têm necessidade de ingerir grandes quantidades, seja de calorias ou nutrientes específicos e isso se torna fisicamente inviável somente através da alimentação.

Sendo assim, nada mais natural do que buscar na suplementação uma forma de garantir o aporte necessário.

Como praticar a suplementação?

A suplementação alimentar pode ser praticada através do consumo de suplementos nutracêuticos desenvolvidos de maneira especial para suprir as mais variadas necessidades individuais.

Embora sejam produzidos sob rígidas regras de qualidade, o uso de suplementos alimentares só deve ocorrer através de orientação médico-nutricional. A utilização de suplementos sem uma indicação profissional, pode colocar à saúde dos consumidores em risco.

Agora que você já sabe o que é suplementação alimentar e quando ela vale a pena, te convidamos para conhecer nossa linha de nutracêuticos, para isso, basta clicar aqui.

4 dicas valiosas para vender melhor a categoria de nutracêuticos na sua farmácia

Em crescente expansão no mercado, seja pelos benefícios que trazem à saúde ou pela praticidade de consumo, suplementos nutracêuticos têm ganhado cada vez mais espaço nas gôndolas das farmácias.

A comercialização desses produtos desempenha papel importante no aumento do tíquete médio do negócio, além de atrair um novo perfil de consumidores, mais interessados na experiência que a compra pode proporcionar.

Isso porque, conforme a Resolução 586/13, estabelecida pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), é permitida aos farmacêuticos a indicação e prescrição do uso de vitaminas, o que pode gerar maior proximidade com o cliente.

Como oferecer uma boa experiência de compra ao cliente?

Para receitar os nutracêuticos, é preciso que o profissional responsável realize antes uma investigação mais detalhada dos sintomas e da rotina do cliente, capaz de identificar as reais condições e necessidades dele.

Conhecer bem os produtos disponíveis na farmácia para orientar a conduta terapêutica que melhor corresponda ao diagnóstico é essencial.

No entanto, a experiência de compra só estará completa com o acompanhamento do paciente. É fundamental observar a evolução do tratamento e estar atento à necessidade de eventuais ajustes. Desse modo, o cliente se sentirá mais seguro e provavelmente dará maior credibilidade ao estabelecimento.

Preparamos para você outras dicas valiosas para vender melhor a categoria de nutracêuticos na sua farmácia. Confira!

1- Chame a atenção do cliente e tenha um bom mix de vitaminas;

2- Dar visibilidade aos nutracêuticos é de suma importância na hora de expor os produtos;

3-  Para aumentar o interesse do seu cliente, sugerimos a utilização de banners ou cartazes informativos que contenham as principais vitaminas, suas funções e contribuições ao pleno funcionamento do organismo;

4- Apostar na comunicação visual ajuda a atrair a atenção até mesmo de quem não chegou à procura do complemento alimentar.

Outra estratégia que pode ser crucial é realizar um estudo público para conhecer os clientes da loja e suas preferências. Levantados os dados, fica mais fácil providenciar o mix de produtos ideal.

Reserve um espaço para o atendimento

Ao ser atendido o cliente espera, sobretudo, exclusividade. Preparar um local onde o atendimento aconteça com mais privacidade e conforto certamente fará toda a diferença.

Além disso, o farmacêutico terá um espaço para realizar a anamnese (entrevista realizada pelo profissional de saúde ao seu doente) com mais calma e atenção. Afinal, não basta simplesmente oferecer o produto. Após investigar, ouvir e compreender as necessidades do paciente, é preciso orientá-lo quanto ao preparo e consumo adequado do produto.

Dedicar máxima atenção ao cliente certamente resultará em venda e na fidelização do consumidor.

Apresente resultados, mas não force a venda

Evidenciar a qualidade e os benefícios dos nutracêuticos requer demonstrações que assegurem a validade do que está sendo informado.

Portanto, a apresentação de dados verdadeiros que comprovem a eficiência do complexo vitamínico costuma ser uma boa estratégia de venda.

Nada impede que o farmacêutico também compartilhe relatos de outros pacientes que experimentaram fazer a reposição de nutrientes e obtiveram resultados satisfatórios.

Entretanto, respeitar a negativa do cliente ou mesmo aceitar que ele esteja apenas querendo sanar algumas dúvidas iniciais, para só depois efetuar a compra, deve ser sempre considerado.

Ficou interessado em revender nossos produtos? Fale conosco.