Verão com saúde: 3 dicas valiosas para aproveitar bem a época

Verão com saúde: 3 dicas valiosas para aproveitar bem a época

Chega o verão e com ele a expectativa das férias. Você já está com mil planos traçados e com as malas quase prontas, mas será que você está levando tudo o que precisa? Veja estas dicas valiosas para aproveitar o verão com saúde!

Protetor solar e queimaduras

A proteção da pele deveria ser um item primordial de todos. Mas muita gente não tem o hábito de usar protetor solar no dia a dia, principalmente para nós brasileiros, já que a incidência de raios solares no território é bastante acentuada.

No verão isso não é diferente. Na verdade, a necessidade de proteger a pele é ainda maior, dentro e fora da cidade. Por isso, ao ir ao parque, trabalho, praia ou piscina, proteja-se.

Para isso, você pode contar com os bons e velhos protetores e bloqueadores solares, ou fazer o uso de bonés, chapéus e roupas mais longas e frescas para ajudar.

Hidratação e água 

Com as altas temperaturas, é normal haver uma maior perda de líquido no organismo, principalmente na transpiração. Assim, é recomendado beber pelo menos 2 litros de água por dia, ou para variar, sucos naturais, frutas, legumes e até água de coco!

O importante é buscar essa hidratação de forma prática e segura. Portanto, fique atento à qualidade da água que você bebe, para evitar intoxicações e maiores problemas, principalmente durante viagens em certos locais que sofrem com saneamento precário.

Fique atento aos sintomas de desidratação como boca seca, dores de cabeça e fadiga.

Alimentação

Seja em casa ou durante suas viagens, preste bem atenção à sua alimentação. Durante o fim de ano é comum que níveis de colesterol e diabetes se elevem. Por isso tente balancear e não se descuidar das medicações, caso precise.

Outro ponto a prestar atenção é a qualidade e a conservação do que você consome. Prefira frutas e legumes frescos e observe as condições dos alimentos e do local onde estes são preparados.

Ninguém quer deixar de aproveitar o passeio por causa de uma intoxicação alimentar, não é mesmo?

Procure uma dieta balanceada rica em nutrientes. Afinal, você pode não notar diferenças imediatas, mas com uma alimentação pobre em vitaminas, seu corpo começa a apresentar sinais como enfraquecimento das unhas e queda de cabelo. Observe a presença destes sinais e comece o ano diferente, com mais saúde e vitalidade!

Conheça a Nutrigenética: o que é, como funciona e seus benefícios.

Conheça a Nutrigenética: o que é, como funciona e seus benefícios.

Já pensou na possibilidade de fazer uma dieta totalmente direcionada a você, capaz de tratar doenças crônicas antes mesmo de seu aparecimento? Ela já existe e está associada ao campo de estudo da Nutrigenética. Ficou curioso? Continue a leitura e saiba mais!

O que é Nutrigenética?

Durante anos a medicina agiu de forma padronizada, cruzando informações e tratando doenças de acordo com evidências e terapias pré-determinadas. Em 2003, começou-se a falar sobre uma medicina personalizada.

Embora 99% da nossa estrutura genética seja completamente idêntica, existem aproximadamente 10 milhões de variações genéticas entre as pessoas e, a partir disso, encontramos soluções personalizadas para a prevenção e o tratamento de algumas doenças.

A dieta nutrigenética é adaptada ao paciente, e a partir de uma análise do DNA é capaz de identificar fatores “positivos e negativos” presentes em nossa estrutura genética.

Assim, é possível evitar o aparecimento dessas doenças e até mesmo enfraquecer a “transmissão” dos genes responsáveis por elas em novas gerações.

Dentre esses fatores determinantes, está nossa alimentação! Assim, a forma como nos alimentamos e a natureza dos nutrientes que ingerimos pode determinar SIM nossa saúde!

A Nutrigenética é então uma área que se dedica ao estudo dos seus genes e às consequências das mutações genéticas e regulação destas através da alimentação.

Como funciona a análise Nutrigenética

Recentemente, desenvolveu-se um método não invasivo de análise do padrão genético através da coleta de uma amostra de células retiradas da mucosa bucal do paciente. Essa pequena amostra permite a análise das características nutricionais de cada um, ou seja, alimentos indicados e contraindicados para o consumo ao longo da vida. Além disso, também é possível compreender quais são nossas predisposições genéticas em relação às doenças, dando a chance ao paciente de iniciar um tratamento preventivo e evitar o surgimento de meros sintomas.

Benefícios e avanços

Ao agregar a perspectiva de uma maior qualidade de vida, a nutrigenética apresenta-se como uma forma de identificar predisposições que podem ser mapeadas com o aparecimento de genes associados à obesidade, ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, à hipertensão arterial sistêmica, ao metabolismo de vitaminas, entre outras doenças.

Em resumo, a nutrigenética aplica aquela famosa frase “você é, o que você come” para criar dietas personalizadas de acordo com as necessidades individuais de cada paciente.

Embora a análise nutrigenética seja atualmente um processo pouco acessível devido ao custo, e que também ainda não tenha sido popularizada entre geneticistas, nutricionistas ou outros profissionais da área da saúde, o campo de estudo se apresenta como uma oportunidade promissora para conter o avanço de doenças a médio e longo prazo.

Outra barreira encontrada, é o fato de que as noções de genética precisam ser estudadas mais profundamente por esses profissionais para que a partir delas sejam aplicados diagnósticos verdadeiramente voltados a cada paciente

Apesar de existirem muitos aspectos questionáveis por falta de comprovação em pesquisas sobre esse tipo de análise, há, sem dúvida, uma grande perspectiva sobre esses estudos e a esperança de atenuar cada vez mais o aparecimento dessas doenças no futuro.

Saiba como a deficiência nutricional pode interferir em nossas vidas

Você já parou para pensar se está consumindo os nutrientes necessários para uma boa saúde? Quais são as consequências da deficiência nutricional para nosso organismo? Elas são diversas e precisamos ficar atentos para evitar problemas sérios. Saiba quais são eles e como evitá-los:

Deficiência nutricional

Também conhecida como fome oculta, a deficiência nutricional ocorre quando há uma carência não aparente de um ou mais ingredientes em nosso organismo. Ela pode ter diversas origens e também diferentes consequências, que podem variar de acordo com cada estágio de nossas vidas. Ou seja, a idade também tem um papel importante no momento de entender estas consequências.

Na gestação

Essa fase é muito particular no que diz respeito à nutrição. Nela falamos do sustento duplo de duas pessoas, já que a alimentação da mãe influencia diretamente na saúde do bebê.

O feto será formado por células e para o desenvolvimento dessas, são imprescindíveis nutrientes como cálcio, ferro e ácido fólico.

O consumo de cálcio controla a pressão arterial, que tende a diminuir durante a gestação. Ele contribui também para o bom desenvolvimento ósseo do bebê. O ácido fólico, por sua vez, afeta o desenvolvimento do cérebro do bebê, enquanto o ferro influencia o peso e pode proporcionar um tempo gestacional mais saudável.

Após o nascimento, o leite materno é o alimento completo para os recém-nascidos até os seis meses de idade.

Na infância

No Brasil, as deficiências nutricionais mais comuns entre as crianças são a de vitamina A e a deficiência calórica e proteica. Estas estão associadas ainda a outros tipo de defasagem, como a de ferro. A vitamina A compromete o sistema imunológico do corpo e ainda pode afetar a capacidade de visão. A escassez de ferro, carboidratos e proteínas geram problemas também na coordenação motora e na linguagem, além de ocasionar falta de atenção, fadiga e anemia

Na adolescência

Esta é uma fase complexa, na qual a alimentação já não é tão controlada pelos pais e podem surgir distúrbios como depressão e questões de imagem corporal. A adolescência é então uma fase em que é comum deixar o consumo de nutrientes ainda mais defasado. Neste período é quando se dá o crescimento máximo da massa óssea. Portanto, é muito importante ingerir alimentos ricos em cálcio, vitamina D e vitamina C.

O consumo de ferro também é muito importante. Afinal, a adolescência é o período de maior propensão ao surgimento da anemia, tanto nos meninos quanto nas meninas. Isso acontece porque neles, o aumento da massa muscular demanda maior circulação sanguínea. Já nelas, isso acontece devido ao início do período menstrual.

 Na vida adulta

A vida adulta é marcada pela correria do dia a dia e por uma dieta geralmente desequilibrada e pobre em ingredientes gerais, como vitamina D, vitamina E, cálcio, magnésio, vitamina A e vitamina C. A inadequação na ingestão desses nutrientes geralmente ocasiona baixa imunidade e maior propensão à infecções. Isso pode gerar também um maior risco para doenças crônicas não transmissíveis, depressão e falta de libido.

Na melhor idade

Para os idosos, há necessidade de incentivar a ingestão de alimentos macios por conta da dentição que pode se tornar frágil. Mas isso não significa que a qualidade nutricional deve ser deixada de lado. Por isso é importante consumir vitamina E, e principalmente vitamina C que auxilia na absorção de ferro e a vitamina D a de cálcio, elementos de extrema importância para evitar anemia e osteoporose.